Açougues de luxo ganham status de grife e já chegaram a SP

  • 24.jul.2014 - O Feed, que fica no Itaim Bibi (SP), ocupa a quarta posição no ranking mundial dos açougues mais sofisticados, de acordo com a revista Forbes Brasil

    24.jul.2014 – O Feed, que fica no Itaim Bibi (SP), ocupa a quarta posição no ranking mundial dos açougues mais sofisticados, de acordo com a revista Forbes Brasil

Açougues de luxo em São Paulo ganharam destaque em matéria da edição de julho da revista Forbes Brasil. A publicação abordou a sofisticação dos estabelecimentos ao redor do mundo que ganharam status de grife e apostam em uma experiência de compra luxuosa com cortes de altíssima qualidade.

Recentemente, o bairro do Itaim Bibi ganhou o conceitual Feed, que já ocupa a quarta posição no ranking mundial dos açougues mais sofisticados, de acordo com a revista.  O local possui lounge decorado com clássicos do design, estante com azeites trufados e atendentes com tablets disponíveis para tirar dúvidas dos clientes sobre os 30 cortes de carne bovina disponíveis.

Segundo o proprietário, o pecuarista Pedro Merola, a inspiração veio do açougue mais luxuoso do mundo, o Victor Churchill, que fica em Sidney (Austrália). Fundado em 1876, a fachada do Churchill é uma mistura de boulangerie parisiense com uma livraria londrina e sua vitrine é composta por pedaços de carne dispostos como joias. Além disso, os donos  do empreendimento criaram no interior da loja, em homenagem a Louis Vuitton, uma redoma de vidro com doze câmeras filmadoras penduradas na parede que estão voltadas para o pedaço de “carne do dia”.

A classificação dos açougues de luxo traz mais um da capital paulista,  o The Butcher, que ficou na terceira posição. A lista também inclui o Barbecoa, que fica em Londres.

Leia mais em: http://zip.net/btn7nh

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/07/24/acougues-de-luxo-ganham-status-de-grife-e-ja-chegaram-a-sp.htm

Estas 10 tecnologias mudaram a forma como ouvíamos música

São Paulo – Há exatos 35 anos, a Sony iniciava as vendas de seu primeiro Walkman, o TPS-L2. O gadget tornava possível ouvir fitas cassete em qualquer lugar e mudou o jeito de se ouvir música. Desde então, várias outras tecnologias provocaram efeitos parecidos. A seguir, veja algumas delas

 

Walkman TPS-L2 (1979)

TPS-L2, o primeiro Walkman - lançado pela Sony

Lançado em 1979 pela Sony, o TPS-L2 vendeu cerca de 1,5 milhão de unidades em dois anos. Com energia fornecida por duas pilhas AA, o primeiro walkman era vendido nos EUA por 150 dólares

Discman D-50 (1984)

D-50, o primeiro discman - lançado pela Sony

Dois anos depois de ter iniciado a produção em massa de CDs, a Sony lançou o D-50 em 1984. O primeiro discman pesava aproximadamente 590 gramas e ajudou na popularização do novo formato.

DAT (1987)

Fita DAT, da Sony

Outro formato criado pela Sony que não vingou foi o Digital Audio Tape (DAT). Lançadas em 1987, as fitas DAT, que armazenavam áudio em formato digital, deixaram de ser produzidas pela empresa só em 2005

 

Minidisc MZ-1 (1992)

MZ-1, primeiro Minidisc Player - lançado pela Sony

O Minidisc foi lançado pela Sony em 1992. No mesmo ano, a empresa começou a vender o MZ-1, primeiro gadget apto a executar o novo formato. No fim, a novidade terminou não pegando

Rio PMP300 (1998)

Rio PMP300, mp3 player da Diamond

Um dos primeiros MP3 players a serem lançados no mercado, o Rio PMP300 saiu em 1998. Lançado pela Diamond, o gagdet tinha capacidade para armazenar 32 MB de música e vendeu mais de 200 mil unidades

 

GN803 Tavarua (1999)

GN803 Tavarua, o primeiro discman com suporte para MP3 - lançado pela Genica

Com a popularização dos PCs na década de 1990, formatos digitais como o MP3 começaram a ganhar espaço. De olho nisso, a empresa americana Genica lançou em 1999 o GN803 Tavarua – primeiro CD player portátil capaz de ler CDs com arquivos MP3

Napster (1999)

Napster

Criado pelos adolescentes Shawn Fanning e Sean Parker, o Napster foi a primeira grande rede de compartilhamento de música online. Apesar do sucesso, a rede foi alvo de processos por parte de gravadoras e terminou fechando em 2001

 

iPod (2001)

O primeiro iPod

O iPod, da Apple, foi lançado em outubro de 2001. Inicialmente compatível apenas com computadores Mac, ele passou a conversar também com PCs rodando Windows numa fase posterior. O MP3 Player portátil chegou ao Brasil numa versão com capacidade de 5 GB de armazenamento – podendo guardar até 1.000 músicas

 

iTunes (2003)

iTunes e Steve Jobs

A loja iTunes, da Apple, inaugurada em 2003, foi a primeira a ter sucesso com a venda de música por download. Foi fundamental para que as gravadoras deixassem de ver o download de música com desconfiança

 

Spotify (2006)

Spotify

Site de streaming de música criado em 2006, o Spotify só chegou ao Brasil neste ano. Esse tipo de serviço é uma tendência e deve se tornar, com o tempo, a forma mais comum de se ouvir música

revista Exame – 03/07/2014 – tecnologia

 

 

 

O Espelho revela seus mistérios

Toda casa tem um. E pelo menos desde “Branca de Neve”, as histórias de terror também. Trata-se de “O Espelho”, objeto-fetiche do novo filme de terror do diretor Mike Flanagan (“Absentia”).

“O incrível sobre os espelhos é que eles são completamente onipresentes”, observou o cineasta em conversa com a imprensa. “Muitas vezes é a nossa primeira interação no começo do dia. Todos nós olhamos para ele e baseamos toda a nossa imagem no que é visto nele. Além disso, na tradição judaica o espelho é coberto nos funerais para impedir que as almas voltem, e isso para mim é algo aterrorizante.”

Oculus34343 600x399 O Espelho revela seus mistérios

Usar o espelho em longas de terror não é algo novo no gênero, mas Flanagan acredita que, até seu filme, ele nunca tinha sido o protagonista de uma história.

“Adoro muitos filmes que usam o espelho como ferramenta de efeito, como ‘Mistério no Bosque’ (1980) e ‘Príncipe das Sombras’ (1987). Mas fazer um filme em que ele seja o centro das atenções é difícil por causa da reação das pessoas. Quando você fala que o filme é sobre um espelho, elas respondem: ‘Um espelho?, Sério’, ‘O que há de tão assustador nele?’. Gostei desse desafio, de pegar um objeto e construir algo assustador em torno dele.”

Karen Gillan and Mike Flanagan on the set of Oculus 2013 Movie Image 600x400 O Espelho revela seus mistérios

O cineasta tem como fonte de inspiração para o seu trabalho, as obras do escritor Stephen King, tanto que batizou o espelho do seu filme como Hotel Overlook portátil, em referência ao cenário de “O Iluminado” – um hotel assombrado que leva seu zelador a ter um surto psicótico. “É como se você pudesse pegar o espelho e colocá-lo em qualquer lugar do hotel… Em cada quarto que fosse deixado, teria sempre uma história diferente de acordo com a pessoa que é refletida nele.”

Segundo o diretor, dessa forma é possível contar sempre histórias novas e isso chegou a ser planejado para “O Espelho”, como uma antologia. “No começo, pensamos nisso, em fazer três filmes de 30 minutos cada, todos conectadas pelo mesmo espelho”. Mas isso acabou deixado de lado pelo diretor.

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Todas essas ideias são derivadas de um curta realizado por Flanagan em 2006, intitulado “Oculus: Chapter 3 – The Man with the Plan”. Foi um desafio para ele expandir a história para um longa-metragem. “O curta era simplesmente sobre um homem dentro de um quarto. Foi difícil transformar isso em um longa sem tornar algo entediante. A grande sacada foi não refilmar o curta, mas fazer algo diferente com a premissa, mas isso levou sete anos para acontecer.”

No longa, a trama é protagonizada pelos irmãos Kaylie (Karen Gillan, da série “Doctor Who”) e Tim (Brenton Thwaites, de “Malévola”). Ela acredita que seus pais morreram por causa do espelho, que incriminou seu irmão pelo crime. Quando o jovem sai da prisão, ela apresenta seu plano para provar que o espelho foi responsável por tudo de ruim em suas vidas.

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“Kaylie é um personagem interessante”, declarou Gillan. “Em vez de fugir da ameaça, ela corre em direção a ela. Coisas piores vão acontecendo e ela fica cada vez mais interessada e vai percebendo que tudo em que acredita é verdade.”

O papel de Kaylie foi escrito especialmente para Gillan, graças ao seu trabalho na série “Doctor Who”, do qual o roteirista e diretor é fã. “A personagem é uma heroína, a mais preparada para enfrentar os males do espelho. Não há muitas atrizes fortes como Karen. É difícil pensar nela como uma vítima”, descreve Flannagan.

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Essa foi uma ótima experiência para a atriz escocesa, que adora produções do gênero. “É um sonho para mim fazer um filme de terror americano. ‘O Iluminado’, ‘O Exorcista’, ‘O Chamado’ e ‘Pânico’ são meus filmes favoritos.”

O diretor também compartilha desse gosto, mas hoje em dia é difícil ele se assustar com algum longa. “À medida que fui crescendo, ficou realmente difícil me assustar. Mas de vez em quando eu tropeço em filmes estrangeiros ou independentes, que me perturbam. ‘Session 9’, ‘Lake Mungo’ e ‘Martyrs’ foram um soco no estômago. Tenho contato com esses pequenos filmes, fico empolgado, mostro para outras pessoas e digo: ‘quero fazer filmes que atendam às expectativas dos fãs de terror que se cansaram do gênero que amam.’”

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Além de ser um entusiasta, Flanagan é um dos representantes da atual geração de realizadores de filmes de terror de baixo orçamento, que tem sido ajudados pelo maior produtor do segmento, Jason Blum, responsável por dar vida à franquias de sucesso como “Atividade Paranormal” e “Sobrenatural”.

“Uma das coisas que Jason Blum trouxe para esse negócio foi mostrar às pessoas que os filmes feitos em menor escala podem não só encontrar o seu público, como também serem grandes sucessos. Você não precisa ter grandes estrelas e gastar uma tonelada de dinheiro para manter um gênero bem sucedido. Isso é incrível. Como fã, sinto que há um monte de filmes pequenos e empolgantes de terror para verem a luz e desejo que eles tenham um grande lançamento.”

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“Oculus” é um desses sucesso. Filmado por apenas US$ 5 milhões, fez cinco vezes isso nos EUA e já soma US$ 40 milhões em todo o mundo. Além disso, conquistou a crítica, que costuma virar as costas para o gênero. Graças a isso, a carreira do cineasta ganhou novo impulso, tornando-o um nome para se acompanhar de perto. E ele já tem um novo terror engatilhado.

“Acabei de terminar ‘Somnia’, que é um projeto muito especial para mim. Levei seis anos para fazê-lo e foi mais desafiador que ‘O Espelho’. Ele é centrado em um menino cujos sonhos e pesadelos se manifestam fisicamente em torno dele. Além disso, estou envolvido na pré-produção de ‘Diver’, que é um thriller sobrenatural. Vou fazer um filme atrás do outro enquanto me permitirem”, revelou Flanagan, tão ameaçador quanto “O Espelho”.

Fonte:

05/07/2014

http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/o-espelho-revela-seus-misterios/316577

Como o Facebook usou internautas como ratos de laboratório

Se você já achava que o Facebook sabia demais sobre você, saiba que agora ele pode controlar suas emoções. Foi isso que uma pesquisa encontrou depois de manipular os feeds de notícias dos usuários da rede social.

O estudo levantou um debate sobre as diretrizes éticas do Facebook. De maneira deliberada e sem que os usuários soubessem, a rede passou a exibir apenas conteúdo negativo ou apenas positivo nas páginas de 689 mil usuários, em janeiro de 2012. Em resumo, o Facebook usou seus usuários como ratos de laboratório sem que eles soubessem disso.

O estudo se chama “Evidência experimental sobre contágio de emoções em grande escala através de redes sociais”. Ele tem como tese a ideia de que emoções podem ser transmitidas por redes sociais. O que se provou real com a pesquisa.

Vale lembrar que, ao entrar no Facebook, os internautas precisam aceitar os termos de serviço. Lá, uma das autorizações é que informações sejam usadas para “análise de dados, testes e pesquisas”. […]

O consentimento informado é quando um paciente (no caso, os usuários do Facebook) dá autorização para um procedimento que pode causar alguma mudança em suas condições atuais.

Não é a primeira vez que dados de usuários são usados em pesquisas. Mas é a primeira vez que se tem conhecimento de que existe uma manipulação de conteúdo para testar aspectos psicológicos dos usuários.

Susan Fiske, professora de psicologia que editou o artigo para publicação, afirmou ter consultado os autores do artigo sobre o estudo no Facebook, por achar a metodologia estranha. “Eu ainda estou pensando sobre isso e estou um pouco assustada também”, disse Fiske à The Atlantic. “Quem sabe quais outras pesquisas eles estão fazendo”, disse.

Em um post no Facebook, Adam Kramer, o funcionário da rede social que foi coautor do artigo, publicou um texto justificando seu trabalho. “A razão pela qual fizermos isso foi por nos importarmos com o impacto emocional que o Facebook causa nas pessoas que usam nosso produto”, escreveu.

A última polêmica sobre o assunto foi sobre o financiamento da pesquisa. O site da Universidade Cornell (uma das envolvidas) publicou um texto afirmando que o departamento de pesquisa do exército americano financiava o estudo.

Depois de alguns questionamentos, a universidade disse que a informação era um erro e que a pesquisa não recebeu financiamento externo às universidades.

 

(Fonte: Revista Exame) – Varejo Digital – 30 Jun 2014

http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/varejo-digital/como-o-facebook-usou-internautas-como-ratos-de-laboratorio