Coca-Cola transforma revista em amplificador de som

A boa e velha criatividade é a peça chave para a publicidade. E o melhor: pode ser aplicada em qualquer mídia. Um exemplo disso é a campanha da Coca-Cola FM assinada pela JWT.

Para celebrar um ano da rádio, os assinantes da Capricho receberam mais do que simplesmente uma revista na edição passada. A peça, na verdade, ganhou uma nova função. Anexada à capa, a arte permitia que o leitor a transformasse em um amplificador de som.

No vídeo é possível ver como a revista vira um encaixe para iPhone, Android e Windows Phone. Depois é só selecionar a música e deixar que o som seja ampliado pela peça enrolada.

14/10/2015

http://www.adnews.com.br/publicidade/coca-cola-transforma-revista-em-amplificador-de-som

Pesquisa revela preferências do brasileiro no e-commerce

Um levantamento realizado pelo Ibope Conecta para a MasterCard mostrou alguns dados sobre o comportamento e as preferências do consumidor brasileiros em relação às compras online.

De acordo com o estudo, o brasileiro está bastante familiarizado com as compras online, porém segurança do site é item que impede a conclusão da compra para 56% dos entrevistados. O segundo aspecto mais importante é o tempo de espera do produto, com 22% dos respondentes, em terceiro lugar opções de pagamento 15% (poucas ou não atrativas) seguido do formulário para preenchimento das informações pessoais.

Na percepção dos consumidores, alguns atributos oferecem mais segurança para que eles forneçam seus dados pessoais no momento do pagamento de uma compra online: certificações de segurança como (selo e-bit, cadeado de segurança, entre outros) em primeiro lugar; a credibilidade do estabelecimento, em segundo e, em terceiro, as marcas das bandeiras de cartão e/ou carteiras digitais para pagamento.

Categorias de produtos

Os eletrônicos lideram entre as categorias mais adquiridas no meio online, com 77%. Em segundo lugar, vestuário, com 64%; eletrodomésticos, com 60%; cosméticos 43%, viagem e turismo 35% e brinquedos 34%. Apenas 27% da classe C consome turismo, percentual que revela potencial de consumo no Brasil, quando comparado às classes A/B.

Em relação a frequência de compra, 38% afirmam comprar uma vez por mês, 21% compram uma vez a cada dois meses, 9% compram uma vez por semana, 8% compram de duas a três vezes por semana e 24% compram menor frequência citada.

Dispositivos de compra

O notebook é o principal dispositivo para compras onlines, com 69% da preferência, seguido de desktop com 52% e smartphone 29%. Os tablets representam 12%. Os mais jovens são os que mais preferem comprar pelo smartphone com 42%.

Importância do e-commerce para a vida dos consumidores

Em relação às facilidades das compras online, os consumidores apontam oportunidades e promoções como aspecto muito importante (em uma escala de muito importante para nada importante). Outros itens foram apontados como facilidade na busca de preços e produtos específicos,  conveniência, ou seja, não precisar sair de casa para comprar e receber o produto, rapidez na finalização da compra, facilidade e flexibilidade no pagamento, diversidade de produtos e marcas.

Em relação aos meios de pagamentos utilizados para compras online, 80% indicam o cartão de crédito (preferência maior na região Sudeste e menor no Sul do país), 77% boleto bancário e 44% efetuam as compras no e-commerce utilizando meios onlines de pagamento (carteiras digitais como Pag Seguro, PayPal, Mercado Pago e Masterpass).

Quando perguntado sobre quantos produtos o cliente compra por vez – ou seja, qual média de produtos ele coloca no carrinho de compras – 26% colocam apenas um produto, 23%, dois produtos, 12%, três produtos e apenas 5% costumam comprar acima de três produtos por vez.

Redação Adnews – 14 de outubro de 2015

http://www.adnews.com.br/internet/pesquisa-revela-comportamento-e-preferencias-do-brasileiro-no-e-commerce

As pessoas estão conectadas. E as marcas?

Visão, audição, conexão, tato, olfato e paladar. A conexão é um novo sentido.

Pode até parecer exagero atribuir à conexão um status de sentido, afinal ele não é um sentido que podemos experimentar somente com nossos órgãos biológicos. Essa dúvida logo se dissipa ao olhar para os lados em um local público, seja um parque, transporte público ou elevador. Parece que ninguém mais consegue se desconectar. Exagero?

Parece realmente exagero quando pensamos somente pelo aspecto tecnológico, algo como “esse pessoal não consegue mais ficar longe do celular”, mas o ponto não é esse. A necessidade de conexão é nativa do ser humano que, em sua grande maioria, escolhe viver cercado de gente, trocando experiências, emoções, convívio. Claro que os 0,000000000001% que preferem uma vida de isolamento também fazem parte desse mundo, mas estão longe de ser a maioria.

Duas tecnologias ajudaram o ser humano a transformar essa necessidade em um hábito: as redes sociais e os dispositivos móveis, principalmente os smartphones. As redes sociais possibilitaram que nós conseguíssemos encontrar amigos antigos, nos conectar a potenciais clientes e fazer novas amizades com interesses parecidos com os nossos. Como complemento, os smartphones possibilitaram que essas redes sociais fossem parar em nossos bolsos e bolsas, acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana e ninguém mais conseguiu viver sem isso.

Esse desejo de estar conectado não é tão fútil quanto alguns podem imaginar. As pessoas compartilham coisas que fazem sentido para elas e para a sua rede de relacionamento. Se elas são fúteis, compartilharão coisas fúteis; se são geniais, compartilharão coisas geniais. Isso não depende da tecnologia, que é apenas o meio, mas sim das pessoas que usam essas tecnologias como um reflexo do que são. Manter-se conectado tem um grau de importância cada vez maior.

Pessoas conectadas são o grande desafio do marketing e da comunicação na atualidade. Não basta que a sua comunicação impacte alguém, ela precisa ser compartilhada por uma pessoa conectada para ganhar escala. Se por R$1 você impacta uma pessoa, mas pelo mesmo valor você consegue fazer com que uma pessoa compartilhe isso para os seus 50 contatos no whatsapp ou 300 amigos nas redes sociais, fica claro que para se destacar nesse novo cenário é necessário criar conteúdo compartilhável, entendendo que o papel das mídias é secundário. Em resumo: influenciar as pessoas conectadas para que elas façam o trabalho para você.

Mas por qual motivo as pessoas precisam compartilhar coisas? Resposta: porque elas precisam influenciar continuamente as suas redes, senão a influência delas diminui. Quem não é visto, é esquecido. Compartilhamento constrói imagem e provoca reações, reforçando a ideia de pessoa informada, politizada, cool, engraçada, ácida, enfim, qualquer que seja o objetivo da construção da marca pessoal, que nunca para.

Não é fácil saber o que pode ser interessante a ponto de gerar compartilhamentos. Por isso que empresas de mídia de vanguarda como o BuzzFeed, The Verge e Mashable deixaram a intuição de lado e desenvolveram sistemas complexos que analisam em tempo real o nível de “viralidade” de um conteúdo, antes mesmo do redator clicar no botão publicar. Toda essa tecnologia tem uma função clara: ampliar o alcance dos seus conteúdos e, consequentemente, faturar mais. Hoje todas essas empresas valem muitos milhões de dólares e já começam, inclusive, a ofertar soluções tecnológicas de comunicação para grandes marcas.

A maioria das marcas ainda não percebeu essa mudança de contexto onde as “mídias” mais importantes são as pessoas conectadas e a grande moeda não é a atenção, mas o compartilhamento. Obter a atenção das pessoas não basta, é preciso que quem seja conectado queira compartilhar sua mensagem. É isso que fará a sua mensagem ganhar escala e o seu investimento em marketing e comunicação render mais.

As pessoas já estão conectadas. Chegou a hora das marcas se conectarem.

Artigo de Anderson Criativo, sócio da NeelKee – As pessoas estão conectadas. E as marcas?

13 de outubro de 2015

http://www.adnews.com.br/artigos/as-pessoas-estao-conectadas-e-as-marcas

Brasileiros preferem ficar 24 horas sem água que sem o smartphone

Para alguns é apenas um aparelho, mas para muitos, trata-se de algo essencial e indispensável. Basta olhar em volta, nas ruas, bares e restaurantes e ver quantas pessoas estão com os olhos e dedos na tela dos seus smartphones para perceber que talvez esteja na hora de nos perguntarmos: será que não estamos exagerando?

Para entender o comportamento dos brasileiros quanto ao uso dos smartphones e o sentimento em relação ao gadget, a Expertise, empresa de pesquisa de mercado e de opinião, preparou o estudo “Hábitos relacionados ao Smartphone”. Foram entrevistados 1.574 internautas acima de 16 anos, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e moradores de 512 cidades de todas as regiões do país, durante o mês de setembro.

A primeira pergunta da entrevista já mostra a importância que o aparelho tem na vida das pessoas: 42% dos internautas afirmam que preferem ficar 24h sem água ou energia elétrica em sua residência do que ficar 24h sem o smartphone.

Com relação ao tempo que passam conectados à internet, 45% mencionaram manter a internet conectada no wi-fi 3G ou 4G o tempo todo; 22% utilizam tanto wi-fi quanto 3G ou 4G, mas não ficam conectadas o tempo todo; 21% utilizam a internet apenas no wi-fi de casa ou do trabalho; 6% usam a internet apenas em lugares que possuem wi-fi, mas pedem a senha quando estão em bares ou restaurantes; apenas 5% mencionaram ficar desconectados a maior parte do tempo e só usar a internet quando precisam.

O término da bateria do celular é motivo de ansiedade e nervosismo para 51% dos brasileiros, assim como para 39% dos entrevistados a falta de sinal wi-fi, 3G ou 4G gera stress. O mesmo acontece com 49% dos respondentes que se veem sem sinal de telefone para a realização de ligações. Ainda, 41% das pessoas que participaram da pesquisa admitiram que não vivem sem o smartphone e 61% disseram que não voltariam a ter um telefone comum, que apenas efetuasse e recebesse ligações.

A pesquisa também quis entender a frequência com que as pessoas verificam a tela do celular durante o dia. Curiosamente, 18% dos brasileiros só pegam o smartphone quando precisam utilizá-lo ou quando recebem chamadas e notificações; 17% mencionaram verificar o telefone, em média, a cada hora; 38% admitiram que checam a tela do smartphone diversas vezes por hora; 16% ficam praticamente o tempo todo mexendo no celular e 11% checam o smartphone poucas vezes por dia.

A cama parece ser o local preferido para uso do celular para muitos dos entrevistados. 65% disseram navegar no celular sempre ou com muita frequência quando já estão deitados para dormir e 51% usam o celular sempre ou com muita frequência assim que acordam, antes mesmo de levantar da cama. Além disso, 37% disseram verificar sempre ou com frequência o celular quando acorda durante a madrugada. E 63% dos entrevistados afirmaram que o smartphone é muito importante na sua vida.

Outro aspecto interessante da pesquisa tem relação com o efeito crossmedia. 57% dos participantes do levantamento disseram que têm o costume de assistir televisão sempre ou com muita frequência ao mesmo tempo em que mexem no celular.

A pesquisa também revela que o risco de tropeções ou trombadas é eminente para 34% dos entrevistados, já que eles admitiram que sempre, ou com muita frequência, costumam usar o telefone enquanto andam a pé. O perigo também ronda a vida dos brasileiros que infringem as leis de trânsito enquanto dirigem: 4% dos entrevistados sempre fazem uso dos smartphones enquanto dirigem e 3% o fazem com muita frequência.

O hábito de usar o smartphone enquanto está conversando com outra pessoa é comum para 29% dos entrevistados, que disseram fazê-lo sempre ou com muita frequência. O mesmo acontece durante as refeições: 33% disseram usar o aparelho sempre ou com muita frequência enquanto comem. A ida ao banheiro também abre a possibilidade de uso do smartphone. Para 37% dos entrevistados esse é um hábito bastante frequente ou diário.

Os respondentes também foram convidados a contar sobre como lidam com as notificações dos apps. 64% dos entrevistados permitem envio de notificações apenas dos aplicativos mais usados ou considerados importantes por eles. 29% disseram que todos os aplicativos do smartphone emitem notificações e 4% desabilitam todas as notificações do aplicativo, pois causava alguma irritação.

Além disso, 26% disseram parar tudo o que estão fazendo para verificar o que chegou sempre que recebem uma nova notificação; 43% param para checar dependendo do que estão fazendo, mas admitem ficar ansiosos e curiosos enquanto não leem; 29% só veem as notificações do smartphone na hora que podem ou quando não há nada mais importante para fazer e 2% dos respondentes mencionaram não receber notificações ou ficar desconectados a maior parte do tempo.

Redação Adnews – 25 de setembro de 2015

http://www.adnews.com.br/negocios/brasileiros-preferem-ficar-24-horas-sem-agua-que-sem-o-smartphone

Google lança projeto para acelerar navegação no mobile

 

//

O Google anunciou nesta quarta-feira (7) uma novidade que promete melhorar a experiência do usuário no mobile. A plataforma, batizada de Accelerate Mobile Pages (AMP), pretende tornar mais ágil a leitura de conteúdo em tablets e smartphones.

A ideia central do projeto é aumentar a velocidade de carregamento dos conteúdos. Essa aceleração pode acontecer duas formas: na programação de cada site, através da tecnologia AMP HTML, desenvolvida pela gigante, ou através do cache, em que o Google passar a entregar o acesso de forma mais rápida por ter um número maior de servidores.

O usuário não precisará fazer nenhuma alteração nas configurações de seu dispositivo para acessar as páginas utilizando a AMP. basta continuar navegando e fazendo buscas normalmente.  A diferença de velocidade só vale para os dispositivos mobile.

A novidade deve entrar em vigor no início do ano que vem, mas pode ser testada através de um protótipo disponibilizado pela gigante (clique aqui).

O projeto, que foi desenvolvido em conjunto com empresas de jornalismo e tecnologia, já conta com o apoio de grandes veículos como The New York Times, Telegraph e Vox Media. No Brasil, nomes como Editora Globo, Folha de S. Paulo e Abril também já constam como parceiros da nova empreitada do Google. Pinterest, LinkedIn e Twitter também fazem parte do projeto.

Redação Adnews – 08 de outubro de 2015 · Atualizado às 10h35

http://www.adnews.com.br/internet/google-lanca-projeto-para-acelerar-navegacao-no-mobile

Mobile já é a primeira tela 

//

Os smartphones têm muitas características. Podem diminuir distâncias ao permitir chamadas de vídeo. Servem para ler e responder e-mails de qualquer lugar com internet. São companheiros de atividades físicas na academia ou na rua. Tiram fotos. E até fazem ligações! Mas o mais importante desta nova tecnologia é o modo intuitivo com que funciona.

Quando alguém vê uma criança pequena mexendo no celular com total desenvoltura diz “Já nasceu sabendo”. Na verdade, ela apenas aprendeu rapidamente, porque cada ação gera reações rápidas e fáceis de entender. E com poucos botões.

Por isso, é difícil hoje em dia você ver alguém parado num ônibus ou metrô que não esteja olhando para a telinha do seu smartphone. Em casa, não é muito diferente. O aparelho acompanha no jantar (o que gera muitas discussões entre famílias que têm filhos adolescentes) e até na hora de assistir TV. Alguns dias atrás ele era chamado de segunda tela, mas na verdade ele é cada vez mais a primeira tela, servindo de fonte de pesquisa ou ponto de comunicação para o que acabou de acontecer no jogo de futebol, novela ou série de TV.

A prova de que a segunda tela não é a mais a do smartphone veio de um estudo recente  da Miner & Co Estúdio, feito com 800 mães e pais de crianças com idades entre 2 e 12 anos, revelou que 57% deles disseram que seus filhos preferem assistir ao conteúdo de vídeo em qualquer dispositivo móvel, exceto o televisor.

É claro que eles preferem! Naquela telinha eles podem assistir ao que quiserem, por quanto tempo quiserem (ou seus pais permitirem). Tente ir a um restaurante e olhar ao redor. Se em uma mesa com adultos e crianças os pais estão conversando, é porque os filhos estão com algum aparelho nas mãos. Se os pais estão olhando para uma telinha brilhante também, ninguém está conversando. Pelo menos não como antigamente, com palavras orais.

Artigo de Marcelo Forlani, colunista e um dos fundadores do Omelete, portal de entretenimento e cultura pop do Brasil 

30 de setembro de 2015 · Atualizado às 10h44 – http://www.adnews.com.br/artigos/mobile-ja-e-a-primeira-tela

Descanse por um minuto e ganhe um Kit Kat

Que tal ganhar o chocolate como prêmio por, literalmente, não fazer nada? Essa é a proposta de Kit Kat, que resolveu levar seu slogan (“Have a break. Have a KitKat”) ao pé da letra em uma ação realizada em Assunção, no Paraguai.

Com a ajuda da Nasta Ogilvy, a marca instalou uma vending machine em uma praça da capital paraguaia. Em frente à máquina, que parecia ser apenas mais uma das que encontramos por aí, havia um banco e o convite: descansar durante um minuto. Após a pausa, a pessoa ganhava um Kit Kat.

A ação logo se espalhou pelas redes sociais e ganhou outras edições em shoppings, ruas e praças da cidade.

Confira o vídeo case:

Redação Adnews – 01 de outubro de 2015

http://www.adnews.com.br/publicidade/descanse-por-um-minuto-e-ganhe-um-kit-kat