Google divulga que mobile já ultrapassou desktop em buscas

A Alphabet, companhia guarda-chuva do Google, divulgou na quinta-feira (22) seus ganhos no último trimestre.

Sundar Puchai, CEO do Google, afirmou que seis serviços da companhia já possuem mais de um bilhão de usuários, são eles: Google Search, Android, Google Play, Google Maps, Chrome e YouTube.

Destaque para a atuação do Google em dispositivos móveis. O sistema operacional da gigante cresceu de 1 bilhão de usuários para 1,4 bilhões no último bimestre. Pichai também declarou que as buscas no mobile já ultrapassaram o desktop.

O Google Fotos, lançado durante a conferência I / O, tem agora mais de 100 milhões de usuários e mais de 50 bilhões de fotos enviadas até o momento.

Com relação ao chromecast, a empresa vendeu 20 milhões de dispositivos.

A empresa declarou que vai expor nos próximos meses relatórios mais completos sobre os lucros, a rentabilidade e as despesas de capital do Google.

Redação Adnews – 23 de outubro de 2015

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Publicidade Mobile: Quais tendências para os próximos anos?

Nos últimos anos vimos surgir milhares de tecnologias e empresas com grandes ideias que podem revolucionar o mercado. O mobile ultrapassou todos os marketers incluindo Facebook e neste ano de 2015, tornou-se o canal mais importante para os profissionais de marketing. Porém, seu inventário para publicidade ainda é pequeno em comparação com seu crescimento, mas os anunciantes já se mostraram atentos a essa tendência e dispostos a apostar cada vez mais em publicidade mobile. Afinal, é nesse dispositivo que os consumidores passam a maior parte do tempo conectados.

Segundo dados do eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo o mercado digital, os investimentos em publicidade móvel estão em expansão e a participação do Brasil deverá subir de 40% do total para 46% até 2018. Apesar do crescimento do segmento, ainda há muitas oportunidades, melhorias e vantagens ligadas à propaganda em dispositivos móveis que precisam ser difundidas entre os anunciantes e agências.

Além disso, sabemos que houve um crescimento no setor de e-commerce, mas para os próximos anos a tendência está na forma como os consumidores irão acessar a internet para realizar suas compras e muito mais. Atualmente, os gastos mundiais dos consumidores por meio do mobile correspondem a cerca de 8% de todas as transações efetuadas pelo comércio eletrônico e esse número tende a aumentar.

Acredito que o futuro do e-commerce no Brasil está muito focado nas classes C e D que estão utilizando cada vez mas a internet e com acesso ao celular. Portanto é importante que as marcas saibam criar novas formas de comunicação e invistam em formatos inovadores, desenvolvendo a visibilidade da marca por meio de  mobile targeting e outros meios de segmentação. Algumas tecnologias já permitem a compra de mídia em sites e aplicativos mobile para atender o seu público alvo e ter um retorno sobre o investimento (ROI).

Para finalizar, a projeção de especialistas é de que até 2017, o total investido em publicidade em smartphones e tablets seja equivalente ao dobro do total investido em campanhas para desktop. Por isso, para ter ótimos resultados é preciso estudar o mercado, ter bons conhecimentos sobre o mundo digital e o mais importante, ter expertise para avaliar qual a melhor ação deverá ser tomada com base no perfil do público que se quer atingir.

Artigo de Jérôme Amoudruz, Diretor Geral do Grupo Kwanko no Brasil  20 de outubro de 2015

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Coca-Cola transforma revista em amplificador de som

A boa e velha criatividade é a peça chave para a publicidade. E o melhor: pode ser aplicada em qualquer mídia. Um exemplo disso é a campanha da Coca-Cola FM assinada pela JWT.

Para celebrar um ano da rádio, os assinantes da Capricho receberam mais do que simplesmente uma revista na edição passada. A peça, na verdade, ganhou uma nova função. Anexada à capa, a arte permitia que o leitor a transformasse em um amplificador de som.

No vídeo é possível ver como a revista vira um encaixe para iPhone, Android e Windows Phone. Depois é só selecionar a música e deixar que o som seja ampliado pela peça enrolada.

14/10/2015

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Pesquisa revela preferências do brasileiro no e-commerce

Um levantamento realizado pelo Ibope Conecta para a MasterCard mostrou alguns dados sobre o comportamento e as preferências do consumidor brasileiros em relação às compras online.

De acordo com o estudo, o brasileiro está bastante familiarizado com as compras online, porém segurança do site é item que impede a conclusão da compra para 56% dos entrevistados. O segundo aspecto mais importante é o tempo de espera do produto, com 22% dos respondentes, em terceiro lugar opções de pagamento 15% (poucas ou não atrativas) seguido do formulário para preenchimento das informações pessoais.

Na percepção dos consumidores, alguns atributos oferecem mais segurança para que eles forneçam seus dados pessoais no momento do pagamento de uma compra online: certificações de segurança como (selo e-bit, cadeado de segurança, entre outros) em primeiro lugar; a credibilidade do estabelecimento, em segundo e, em terceiro, as marcas das bandeiras de cartão e/ou carteiras digitais para pagamento.

Categorias de produtos

Os eletrônicos lideram entre as categorias mais adquiridas no meio online, com 77%. Em segundo lugar, vestuário, com 64%; eletrodomésticos, com 60%; cosméticos 43%, viagem e turismo 35% e brinquedos 34%. Apenas 27% da classe C consome turismo, percentual que revela potencial de consumo no Brasil, quando comparado às classes A/B.

Em relação a frequência de compra, 38% afirmam comprar uma vez por mês, 21% compram uma vez a cada dois meses, 9% compram uma vez por semana, 8% compram de duas a três vezes por semana e 24% compram menor frequência citada.

Dispositivos de compra

O notebook é o principal dispositivo para compras onlines, com 69% da preferência, seguido de desktop com 52% e smartphone 29%. Os tablets representam 12%. Os mais jovens são os que mais preferem comprar pelo smartphone com 42%.

Importância do e-commerce para a vida dos consumidores

Em relação às facilidades das compras online, os consumidores apontam oportunidades e promoções como aspecto muito importante (em uma escala de muito importante para nada importante). Outros itens foram apontados como facilidade na busca de preços e produtos específicos,  conveniência, ou seja, não precisar sair de casa para comprar e receber o produto, rapidez na finalização da compra, facilidade e flexibilidade no pagamento, diversidade de produtos e marcas.

Em relação aos meios de pagamentos utilizados para compras online, 80% indicam o cartão de crédito (preferência maior na região Sudeste e menor no Sul do país), 77% boleto bancário e 44% efetuam as compras no e-commerce utilizando meios onlines de pagamento (carteiras digitais como Pag Seguro, PayPal, Mercado Pago e Masterpass).

Quando perguntado sobre quantos produtos o cliente compra por vez – ou seja, qual média de produtos ele coloca no carrinho de compras – 26% colocam apenas um produto, 23%, dois produtos, 12%, três produtos e apenas 5% costumam comprar acima de três produtos por vez.

Redação Adnews – 14 de outubro de 2015

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As pessoas estão conectadas. E as marcas?

Visão, audição, conexão, tato, olfato e paladar. A conexão é um novo sentido.

Pode até parecer exagero atribuir à conexão um status de sentido, afinal ele não é um sentido que podemos experimentar somente com nossos órgãos biológicos. Essa dúvida logo se dissipa ao olhar para os lados em um local público, seja um parque, transporte público ou elevador. Parece que ninguém mais consegue se desconectar. Exagero?

Parece realmente exagero quando pensamos somente pelo aspecto tecnológico, algo como “esse pessoal não consegue mais ficar longe do celular”, mas o ponto não é esse. A necessidade de conexão é nativa do ser humano que, em sua grande maioria, escolhe viver cercado de gente, trocando experiências, emoções, convívio. Claro que os 0,000000000001% que preferem uma vida de isolamento também fazem parte desse mundo, mas estão longe de ser a maioria.

Duas tecnologias ajudaram o ser humano a transformar essa necessidade em um hábito: as redes sociais e os dispositivos móveis, principalmente os smartphones. As redes sociais possibilitaram que nós conseguíssemos encontrar amigos antigos, nos conectar a potenciais clientes e fazer novas amizades com interesses parecidos com os nossos. Como complemento, os smartphones possibilitaram que essas redes sociais fossem parar em nossos bolsos e bolsas, acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana e ninguém mais conseguiu viver sem isso.

Esse desejo de estar conectado não é tão fútil quanto alguns podem imaginar. As pessoas compartilham coisas que fazem sentido para elas e para a sua rede de relacionamento. Se elas são fúteis, compartilharão coisas fúteis; se são geniais, compartilharão coisas geniais. Isso não depende da tecnologia, que é apenas o meio, mas sim das pessoas que usam essas tecnologias como um reflexo do que são. Manter-se conectado tem um grau de importância cada vez maior.

Pessoas conectadas são o grande desafio do marketing e da comunicação na atualidade. Não basta que a sua comunicação impacte alguém, ela precisa ser compartilhada por uma pessoa conectada para ganhar escala. Se por R$1 você impacta uma pessoa, mas pelo mesmo valor você consegue fazer com que uma pessoa compartilhe isso para os seus 50 contatos no whatsapp ou 300 amigos nas redes sociais, fica claro que para se destacar nesse novo cenário é necessário criar conteúdo compartilhável, entendendo que o papel das mídias é secundário. Em resumo: influenciar as pessoas conectadas para que elas façam o trabalho para você.

Mas por qual motivo as pessoas precisam compartilhar coisas? Resposta: porque elas precisam influenciar continuamente as suas redes, senão a influência delas diminui. Quem não é visto, é esquecido. Compartilhamento constrói imagem e provoca reações, reforçando a ideia de pessoa informada, politizada, cool, engraçada, ácida, enfim, qualquer que seja o objetivo da construção da marca pessoal, que nunca para.

Não é fácil saber o que pode ser interessante a ponto de gerar compartilhamentos. Por isso que empresas de mídia de vanguarda como o BuzzFeed, The Verge e Mashable deixaram a intuição de lado e desenvolveram sistemas complexos que analisam em tempo real o nível de “viralidade” de um conteúdo, antes mesmo do redator clicar no botão publicar. Toda essa tecnologia tem uma função clara: ampliar o alcance dos seus conteúdos e, consequentemente, faturar mais. Hoje todas essas empresas valem muitos milhões de dólares e já começam, inclusive, a ofertar soluções tecnológicas de comunicação para grandes marcas.

A maioria das marcas ainda não percebeu essa mudança de contexto onde as “mídias” mais importantes são as pessoas conectadas e a grande moeda não é a atenção, mas o compartilhamento. Obter a atenção das pessoas não basta, é preciso que quem seja conectado queira compartilhar sua mensagem. É isso que fará a sua mensagem ganhar escala e o seu investimento em marketing e comunicação render mais.

As pessoas já estão conectadas. Chegou a hora das marcas se conectarem.

Artigo de Anderson Criativo, sócio da NeelKee – As pessoas estão conectadas. E as marcas?

13 de outubro de 2015

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