Abril lança formatos de publicidade exclusivos para celular

31 de Maio de 2016 11h –

mobile

A Abril anunciou hoje (31) o lançamento do AMA – Animated Mobile Ads, formatos de publicidade exclusivos para celular que interagem com o movimento das pessoas e trazem a possibilidade de incluir botões para conversão imediata. A nova tecnologia permite desde ligar para um número de telefone e agendar um test-drive até o download de um app ou descobrir os locais mais próximos de um produto ou serviço.

“O formato é um verdadeiro market place, uma vez que aproveita o momento de interação e atenção para oferecer diversas formas de conversão para o anunciante”, afirma Tiago Afonso, Chief Marketing Officer da Abril.

Países que já usam o Animated Mobile Ads tiveram resultados muito expressivos, de acordo o estudo Internet Trends da KPCB: 63 vezes mais CTR (Click Through Rate), 22 vezes mais engajamento e 5 segundos a mais no time spent de cada peça.

“Os sites Abril alcançam um em cada três brasileiros que acessam internet por celular. A audiência por celular representa mais de 60% da audiência digital da Abril. Por isso a importância de pensarmos em conteúdos cada vez mais amigáveis, criativos e eficientes. Por motivos antropológicos, o olho humano busca movimento. É baseado nesse conceito que esses novos formatos funcionam”, afirma Walter Longo, presidente do Grupo Abril.

Para conhecer as peças, basta acessar o site pelo browser do seu celular

http://adnews.com.br/midia/abril-lanca-formatos-de-publicidade-exclusivos-para-celular.html

Anúncios do Google ganham novidades para o mundo mobile

24 de Maio de 2016 17h

maps

Dizer que o consumo de conteúdo via smartphone é uma realidade é “chover no molhado”. O mais coerente é dizer que os celulares se tornaram praticamente uma extensão do corpo das pessoas nos dias de hoje. Neste campo, talvez resida um dos maiores desafios da propaganda, que agora se vê obrigada a aperfeiçoar a experiência para impactar e engajar o público.

Por essas e outras, o Google Performance Summit 2016, conferência da gigante americana de tecnologia que aconteceu hoje (24), apresentou novidades para as empresas que pretendem anunciar de maneira mais efetiva nos dispositivos móveis, com a ajuda do AdWords.

As mudanças aconteceram principalmente na criação de anúncios, leilões, fluxo de trabalho e também no sistema de mensuração, que foi redesenhado. De acordo com o próprio Google, ficou mais fácil para as empresas convergir os mundos digital e físico e essas são as maiores mudanças em anúncios no Adwords desde que foi ele lançado, há quinze anos.

Mais e melhor espaço

No início deste ano o Google removeu os anúncios do lado direito na área de trabalho. A ideia foi melhorar a experiência de pesquisa e torná-los mais consistentes em todos os dispositivos, com mais informações sobre produtos e serviços.

Dos sites aos aplicativos para vídeos, a tecnologia móvel revelou um universo de novos espaços para atingir os consumidores. No entanto, as empresas enfrentam desafios para criar anúncios que se encaixem perfeitamente em todos os tamanhos e contextos dos dispositivos. Os anúncios responsivos adaptam-se às diferentes conteúdos, formas e tamanhos.

Leilão

Nos próximos meses serão disponibilizados novos ajustes de leilões individuais para cada tipo de dispositivo: celular, desktop e tablet. Será possível ancorar a base de lance de palavra-chave para o dispositivo mais valioso para o negócio e, em seguida, definir ajustes de lance para cada um dos outros dispositivos.

Geolocalização

Para ajudar os anunciantes a atingir os consumidores à procura das localizações físicas dos negócios, novos anúncios de pesquisa de locais no Google.com e no Google Maps também começarão a valer. Os anunciantes que usam extensões do gênero serão capazes de apresentar de uma forma destacada o endereço de seus de negócios, quando os consumidores estiverem procurando coisas como “loja de sapatos” ou “reparação automóvel perto de mim”.

Maps

A empresa também anunciou o teste de uma variedade de formatos de anúncios no Google Maps, que ajudam usuários a encontrarem empresas enquanto eles navegam no mundo ao seu redor. Por exemplo, os usuários do Maps começarão a ver em seu caminho os pinos promovendo os cafés das proximidades, os postos de gasolina ou lugares para almoçar.

Confira todas as novidades no blog do próprio Google

http://adnews.com.br/tecnologia/anuncios-do-google-ganham-novidades-para-o-mundo-mobile.html

Veja anuncia crescimento de 30% na receita publicitária com Mobile View

24 de Maio de 2016 14h –

VejaMV

Poucos dias após anunciar o lançamento do Mobile View, um novo modelo de interação que soma o conteúdo digital ao impresso, a Abril Mídia divulga os primeiros resultados da ferramenta. Veja, primeira revista brasileira a oferecer a opção aos leitores e anunciantes, anunciou um crescimento de receita publicitária de 30% na edição que circula em todo o país esta semana (que traz como reportagem de capa “A pílula do câncer”).

“A receptividade por parte dos leitores, agências e anunciantes foi a melhor possível. O Mobile View é a melhor forma de mostrar como o digital pode representar uma adição ao impresso”, afirma Walter Longo, presidente do Grupo Abril, acrescentando que nas próximas semanas a receita publicitária de VEJA irá pelo menos manter esse crescimento de 30%.

Esta edição (2.479) é a primeira de Veja a usar o Mobile View, que é apresentada nas páginas com as iniciais MV. Ao todo, foram 17 conteúdos com interações digitais e 14 inserções comerciais que usaram a ferramenta: entre eles, Banco do Brasil, Dudalina, Google, Royal Caribbean, Rimowa, Tanyx, Lupo, John John e Carmim.

Para acessar o conteúdo interativo, é necessário baixar o aplicativo Blippar, que já é utilizado gratuitamente por mais de 65 milhões de pessoas em 170 países. Depois, o leitor deve apontar a câmera de um celular ou tablet para as páginas da revista. Ao reconhecer a imagem, o aplicativo oferece no mobile acesso a conteúdos digitais exclusivos, como vídeos, galerias de fotos e áudios que complementam as reportagens e os anúncios.

O aumento da receita de Veja se soma à expansão das vendas avulsas da revista no segundo bimestre, de 50% em relação às edições de janeiro e fevereiro.

http://adnews.com.br/midia/veja-anuncia-crescimento-de-30-na-receita-publicitaria-com-mobile-view.html

Evernote atinge a marca de 10 milhões de usuários no Brasil

26 de Maio de 2016 09h –

evernote

O número de 10 milhões de brasileiros utilizando o Evernote aponta crescimento de 85%, quando comparado ao mês de maio do ano passado. No mesmo mês, em 2011, eram apenas 120 mil usuários, o que indica que a base de usuários vem dobrando nos últimos três anos. Os brasileiros foram responsáveis por criar mais de 110 milhões de notas produzidas ao longo de 38,7 milhões de horas desde o início das operações no Brasil, em 2008. Se apenas uma pessoa tivesse criado todas essas anotações, ela demoraria 4.418 anos ou 1.612.647 dias.

O país representa 50% do público da América Latina que possui mais de 20 milhões de Evernoters. “Para nós, significa que a América Latina se consolidou como uma das regiões mais importantes para a empresa, ultrapassando a China e a Europa, por exemplo”, revela Luis Samra, Gerente Geral do Evernote para a América Latina. No mês de maio, o Evernote registrou mais de 175 milhões de usuários em todo mundo, sendo 72% fora dos EUA, e uma média de 100 mil novos Evernoters por dia.

O crescimento do Evernote no Brasil está relacionado, entre outros fatores, a maior adesão aos smartphones, ao perfil tecnológico e early adopter da população e também às parcerias globais e locais. Recentemente, a empresa anunciou a integração com o Google Drive, permitindo adicionar qualquer arquivo do Drive às notas sem sair do Evernote, pesquisar conteúdo e todas as mudanças feitas aos arquivos no serviço são atualizadas de maneira dinâmica no Evernote.

“As relações entre produtividade e trabalho estão mudando e renovando-se constantemente. O mundo está mais colaborativo e com muitas informações, há uma busca por soluções úteis que reflitam isso. O smartphone é um ótimo exemplo dessas mudanças, está presente em todo o momento da vida das pessoas e é uma das plataformas para a nossa aplicação”, finaliza Samra.

http://adnews.com.br/tecnologia/evernote-atinge-marca-de-10-milhoes-de-usuarios-no-brasil.html

Ter sua empresa online também é promover a inclusão digital

17 de Maio de 2016 16h –

web

Há exatos onze anos a Organização das Nações Unidas (ONU) lançava um edital na Tunísia que determinava metas para a expansão da “inclusão digital”. Além de ser uma convocação para o acesso irrestrito a informações e ao conhecimento, o protocolado “Dia Internacional da Internet” também é um chamado para a reflexão.

Números do portal Cetic.br mostram que a presença online das empresas nacionais cresceu nos últimos anos, mas acredito que é necessário avançar ainda mais. Em 2007, por exemplo, apenas 46% das companhias brasileiras tinham website. Sete anos depois, o número chegou a 56%. Ou seja, um pouco mais da metade. Imagine quantos negócios e serviços primorosos ainda estão escondidos em um país tão grande como o nosso.

Aliás, não é preciso ir tão longe. Quantas lojas e escritórios existem ao nosso redor, mas estão “fora do mapa” por não investir na internet? Outro dia vivenciei um fato curioso. No prédio comercial onde a agência Novos Elementos está sediada existem diversas empresas e prestadoras de serviços, como clínicas, restaurantes, escritórios de advocacia, etc. Por curiosidade resolvi realizar uma simples busca no Google, consultando o endereço local. Imediatamente constatei a ausência de referências das empresas locais no Maps.

Logo, ficou fácil perceber que ninguém em um prédio de 15 andares sequer coloca o seu endereço na internet! Por conta dessa ausência de informação digital, diversos serviços e empresas se afastam de clientes em potencial. Imagine o quão bacana seria descobrir que você pode cortar seu cabelo em um barbeiro localizado há cinquenta metros da sua casa ao invés de ir até o shopping mais próximo e gastar dinheiro de passagem, gasolina, taxi, etc?

Estar na internet é mais do que um trabalho de marketing, é fazer parte de uma integração que vai além das condições físicas, ou seja, é contribuir também no âmbito social e econômico. Vale lembrar que atualmente já temos adultos que nasceram com a web e basicamente fazem todo o consumo de informação por meio dela. Não atender este público é virar as costas para o futuro. Aliás, é minar o nosso futuro também.

A internet já não é mais um modismo há muitos anos e já passamos da hora de utilizá-la como uma aliada para os negócios. Quem em tempos de crise quem não iria amar economizar sem precisar ir muito longe?

Recentemente vi uma pesquisa da Digital AdSpending que mostrava que em pleno 2015, ano de forte crise econômica no Brasil, o mercado de publicidade online nacional foi capaz de movimentar R$ 9,3 bilhões. Trata-se de um crescimento de 12% em relação a 2014. Imagine o quanto poderíamos avançar se as empresas (micro, pequenas, médias ou grandes) estivessem de fato presentes na internet? Quantos clientes poderíamos explorar só por conhecer bem a região!

Arrisco dizer que o “grosso” da expansão da internet no Brasil já começou a atingir o seu limite. O trabalho agora é alcançar os detalhes, as localidades não exploradas, as cidades sem infraestrutura ou não compreendidas pelas grandes marcas. É o momento de voltar os olhos para dentro e continuar a expandir.

*Celso Fortes é um empreendedor digital e diretor executivo da agência Novos Elementos

http://adnews.com.br/adarticles/ter-sua-empresa-online-tambem-e-promover-inclusao-digital.html

O smartphone no universo do varejo

27 de Maio de 2016 09h –

ecommerce

Para quem ainda não entendeu, estamos no vortex de uma revolução nos hábitos de consumo. Um verdadeiro furação que promete, de forma cada vez mais acintosa, varrer velhas formas de se fazer negócio, inclusive nos ambientes de marketing digital. Muito sinais já apareceram, como o caso do Uber e do Airbnb, não à toa primeiro e terceiro no ranking mundial de Valuation (ato de estimar quanto a empresa vale) do Clube de Startups de acima de U$ 1 bilhão, segunda a Forbes e o Wall Street Journal.

O Uber veio para ficar, mudando completamente as relações de transporte. O Airbnb coloca em xeque talvez a crença mais antiga e profunda da humanidade, a de posse. Você provavelmente já ouviu falar na Airbnb. O serviço de compartilhamento de quartos ou apartamentos para viajantes é um dos exemplos mais marcantes de um termo que cresce cada vez mais mundialmente: a economia do compartilhamento ou “Sharing Economy”.

A economia brasileira está encolhendo pelo segundo ano consecutivo, mas o setor de comércio eletrônico mostra tendência oposta. Com crescimento de 3% no volume de pedidos, em 2015, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões, valor que representa um aumento nominal de 15,3%, se comparado ao registrado em 2014, colocando o Brasil entre os dez maiores mercados de comércio digital do mundo. Para 2016, as previsões são de crescimento de 8%. De acordo com a E-bit/Buscapé, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o faturamento do setor no Brasil atingiu R$ 9,75 bilhões só no primeiro trimestre deste ano. Com isso, os lojistas registraram um crescimento nominal de 1% sobre o primeiro trimestre do ano passado, somando os 24,4 milhões de pedidos realizados pela Internet no período.

O levantamento indica queda de 6% no volume de compras, na comparação com os três primeiros meses de 2015. O valor do tíquete médio aumentou 7%, ficando em R$ 399 ante os R$ 373 anteriores. Os números comprovam que o início do ano foi positivo para o setor, apesar da instabilidade econômica.

Não é nenhum segredo que os varejistas tradicionais têm estado sob pressão por causa do canal online. As vantagens de preços mais baixos, a seleção mais ampla e conveniência oferecidas pelo e-commerce foram atraindo os consumidores a comprar on-line durante a última década. Mas, nos últimos três anos, houve um deslocamento tecnológico iniciado com o smartphone que acelerou fundo na transformação. Em essência, esses dispositivos têm permitido aos consumidores encurtarem suas visitas às lojas físicas e, com isso, seus gastos offline. Muito se fala aqui e acolá, mas ainda grande parte das empresas nacionais ancorou seus negócios nos balcões velhos e empoeirados dos modelos de negócios de seus pais.

Vamos aos fatos:

  • 2/3 dos Millennials (pessoas com idade entre 15 a 34 anos) são usuários de mobile;
  • (15-24) lideram a média total de minutos;
  • (25-34) passam 69% do seu tempo das plataformas digitais no mobile;
  • Média de minutos no smartphone é quase 200x maior do que em tablet;
  • Na BlackFriday brasileiro de 2015, 18% das compras foram feitas de um dispositivo móvel.

Fonte: comScore.

Apesar de muitos varejistas ainda não terem investido em sites responsivos ou aplicativos para reforçar o faturamento nos canais digitais, alguns setores já despertaram para o avanço do mobile e vêm conquistando uma nova legião de consumidores na Web.

As lojas virtuais de moda estão entre as que mais recebem acessos de smartphones e tablets. No mercado americano, as vendas de roupas e acessórios nestes gadgets já respondem por cerca de 40%. Globalmente, as vendas mobile da categoria fashion crescem mais de 18% ao ano.

Um estudo feito em 2015 pela Criteo sobre mobile commerce apontou que os aplicativos já são responsáveis, pelo menos, por 50% de todas as vendas mobile. Mais ainda: os aplicativos dobraram as conversões de visitas em vendas comparados com o desktop e alcançaram tickets médios mais altos por transação do que os mobile browsers e desktops.

Os aplicativos são os preferidos pelos e-consumidores de moda, viagens e outros setores e continuarão a ganhar cada vez mais popularidade. Você, lojista de moda e profissional de marketing, se ainda não entendeu que o smartphone é o ponto de convergência das plataformas digitais e portanto também de seus esforços de marca, apresse-se. Até o final do ano, a expectativa é de que os smartphones continuem ampliando a base de novos clientes no varejo online. E cá pra nós, se tem um setor que precisa de venda e tem uma excelente oportunidade através das plataformas digitais, é o varejo de moda.

http://adnews.com.br/adarticles/o-smartphone-no-universo-do-varejo.html

Prédio vira Galaxy gigante em campanha da Samsung

24 de Maio de 2016 10h – 

painel

Algumas campanhas out of home são impossíveis de ignorar, umas por ocupar um grande espaço, outras por serem extremamente criativas, mas principalmente aquelas que conseguem aliar as duas coisas. Um outdoor da Samsung em Moscou encaixa perfeitamente na terceira categoria.

Na contramão da Apple, que opta por minimalismo mesmo em grandes proporções, a marca resolveu anunciar a chegada do Galaxy S7 Edge na Europa com estardalhaço. Para isso, um prédio na capital russa ganhou um painel gigante, com 80 metros de altura e 40 de largura, que replica o smartphone. Com truques que replicavam até as curvaturas laterais que o aparelho tem, o outdoor transformou o edifício em um Galaxy gigante.

Além de possuir o formato do celular, a tela gigantesca reproduzia um vídeo com uma apresentação do Galaxy.  Segundo a Samsung, o painel é tão imenso que pode ser visto a até 2,2 km de distância.