Lucy, o app de ligações que não precisa de internet

 

19 de Janeiro de 2017 15h – Atualizado às 15:40

Lucy

Leandro Laurentino, de 32 anos, é prestador de serviço no segmento de reformas e reparos gerais. Por isso, precisa se comunicar constantemente com os seus clientes por telefone, seja para alinhar as demandas do dia com a equipe, repassar orçamentos ou solicitar pedidos de material aos fornecedores.

Como ele usa o aplicativo Lucy, que permite realizar as mesmas ligações telefônicas sem usar a internet, por um preço mais acessível não sofrerá um grande impacto econômico com a nova resolução da Agencia Nacional de Telecomunicações (ANATEL), que permite às operadoras a reajustarem as mais de 77 milhões de linhas telefônicas móveis.

Caio Fiuza, CEO da Lucy Teliggo, criador do aplicativo, explica que não há diferença nas chamadas, o cliente pode ligar para quem tenha ou não feito o download.  “ O sistema de cobrança funciona de duas formas, uma sendo através do aplicativo, em que o usuário pode optar pela compra de minutos avulsos, exatamente como pré-pago, ou pode escolher um dos planos de assinatura disponíveis”, explica.

Atualmente, os planos das operadoras ou provedoras de serviços de ligação, como Skype, delimitam os minutos internacionais por região pré-definida entre Américas, Europa, Ásia África e Oceania, com diferentes valores para cada destino. Lucy oferece pacotes de minutos pré pagos ou pós pagos para mais de 100 países no mundo com ligações de fixo e móvel inclusas, sem data de expiração e à custos mais baixos.

Outra vantagem é que o usuário não recebe conta de telefone, uma vez que as compras são realizadas via cartão de crédito, o que invalida qualquer tipo de cobrança indevida. “Para as empresas, o procedimento é o mesmo. É ainda possível utilizar Lucy no meio empresarial e reduzir as taxas de acordo com as necessidades”, afirma.

Hoje, o aplicativo possui mais de 180 mil usuários na versão beta em Android e está disponível em inglês, português e espanhol, sendo possível realizar ligações para mais de 190 destinos. Toda a comunicação é criptografada, exatamente como já ocorre no sistema tradicional de redes de celular.

Oferecer esse serviço não é exatamente uma novidade, uma vez que já existem outros aplicativos que tentam viabilizar os custos de ligações. Entretanto, o diferencial é que os usuários contam com a estrutura  de uma operadora global, que funciona via rede de voz.

http://adnews.com.br/tecnologia/app-de-ligacoes-traz-economia-ao-nao-usar-internet.html

Oito tendências de tecnologia e negócios para 2017

 

06 de Janeiro de 2017 11h – Atualizado às 11:06

digital

Uma mudança importante vem acontecendo nos últimos anos e impactando o mundo todo: o veloz crescimento da tecnologia e a rápida adoção por empresas e pessoas. A Singularity University, aqui nos Estados Unidos, definiu que estamos passando de um mundo linear e local para outro exponencial e global. Essa nova realidade nos obriga a mudar a forma como vemos as coisas, como pensamos e como reagimos.

A tecnologia já transformou a maneira como as pessoas interagem, tanto em suas vidas pessoais como profissionais (as chances de você ler isso em um dispositivo móvel, seja ele smartphone ou tablet, são enormes). As empresas não só precisam estar prontas para atrair e reter talentos que se sintam confortáveis com essas novidades, como também devem aprender que os seus negócios podem se beneficiar delas.

Mas você já deve ter ouvido falar de tudo isso, certo? A intenção desse artigo é mostrar oito tendências de tecnologia e negócios que já têm exemplos práticos no mercado e que impactarão todo o mercado nos próximos 12 meses. Vamos a elas?

1- Crescimento exponencial da tecnologia – Vamos vivenciar, de forma muito rápida, tecnologias de ponta se tornando cada vez mais acessíveis a custos mais baixos. Dessa forma, será possível desenvolver produtos e serviços melhores, gastando menos. Alguns exemplos de tecnologias que passarão por esse crescimento são: Inteligência Artificial, impressão 3D, robôs e drones, carros autônomos, realidades virtual e aumentada, bitcoin e blockchain, biotecnologia e outras.

2 – Acesso global à internet – A internet é a principal responsável pela transformação que descrevi acima e o seu crescimento não para. Ela levou 20 anos para chegar ao primeiro bilhão de usuários, apenas cinco anos mais para chegar ao segundo bilhão e mais quatro anos para o terceiro bilhão. Até 2020, ou seja, daqui três anos, a estimativa é que mais três bilhões de usuários sejam conectados à rede. São pessoas que nunca acessaram a web, nunca fizeram uma compra online e que trarão consigo novas ideias e demandas. Boa parte delas chegarão à WWW em 2017 e, com elas, novas oportunidades de negócios. A OneWeb, por exemplo, empresa americana focada em prover internet de alta velocidade de forma acessível para todo o mundo, prometeu acelerar o lançamento de “uma constelação de satélites” para 2017 e 2018 com o objetivo de atender essa demanda reprimida através destes equipamentos.

3 – Conectividade – Nos anos 1960, computadores eram recursos raros e muito caros para uma única pessoa possuir. Foi assim que o conceito de compartilhamento surgiu, para que um grupo de pessoas pudesse acessar um mesmo sistema em turnos. Hoje em dia, o fácil acesso à computação é representado por dispositivos conectados à internet e entre si. Assim, diversas empresas conseguirão criar ofertas de interação entre pessoas e coisas jamais pensadas antes – como hubs de automação doméstica com reconhecimento de voz que toca música, faz listas de afazeres e informa o clima, o trânsito e outros dados em tempo real.

4 – Inteligência Artificial – O acesso quase infinito ao poder da computação tem sido o principal catalisador para a grande evolução da Inteligência Artificial. Esta combinação de técnicas e algoritmos, sendo a mais proeminente o Machine Learning e uma de suas vertentes – o Deep Learning -, visa treinar máquinas para que tenham as mesmas capacidades que humanos, como raciocínio, planejamento, processamento de linguagem natural, percepção e inteligência geral. Neste sentido, o ambiente de trabalho em diversas indústrias verá a IA acontecer de fato em 2017, mas não para substituir trabalhos feitos pelas pessoas. Neste primeiro estágio, a máquina terá a função de aumentar as nossas capacidades cognitivas, principalmente pela tecnologia conseguir processar um volume de dados extremamente superior ao do ser humano.

5 – Disrupção da Indústria – Aqui, vou usar a música de exemplo. Há não muito tempo, para ouvir sua música preferida a qualquer hora você tinha que comprar um CD, com um álbum inteiro – que tinha por volta de 80 minutos, porque era o que cabia naquela mídia – e também ter onde reproduzi-lo. Para compartilhar essa música com alguém, você precisava emprestar a ela o seu CD. Todos os aspectos dessa descrição mudaram. Hoje você tem serviços de música por demanda e só ouve um álbum inteiro se quiser. E essas mudanças drásticas não são exclusivas da indústria fonográfica. Avanços enormes da tecnologia e das aplicações de negócio provocaram a disrupção da experiência das pessoas. E aqui não estou falando apenas da experiência do usuário final. Indústrias como um todo deixarão de existir e, cada vez mais, veremos uma mudança na forma como pensamos e interagimos com produtos e serviços em praticamente todos os segmentos. O que me leva ao próximo ponto.

6 – Evolução dos modelos de negócios – O acesso fácil à tecnologia está permitindo que novos modelos de negócio sejam testados de forma simples e barata. Grandes inovações acontecem em anos e não mais em décadas – e caminhamos rápido para meses ou semanas. Negócios de bilhões de dólares já foram criados em poucos meses. Quando esses novos modelos surgem, a tecnologia se torna parte fundamental da estratégia e as empresas precisam repensar as competências mais importantes e se reinventar. As organizações precisam – todas elas – identificar o valor de seus negócios, como precificá-los e então começar a promover mudanças na forma como vendem e cobram por seus produtos. Esse movimento não é fácil e não ocorre da noite para o dia. Mas em 2017 veremos cada vez mais empresas buscando uma cultura digital.

7 – Experiência Digital – As pessoas já têm experiências digitais em seu dia-a-dia, ao compartilharem seus dados com aplicativos como Uber ou Waze, para ter como benefício um serviço de transporte melhor. No trabalho, aplicativos de mensagens e vídeo, além de plataformas que permitem gestão de documentos, workflows, entre outros, possibilitam uma interação interdepartamental muito maior – independentemente de onde cada time esteja alocado. Dessa maneira, o processo de criar e compartilhar conhecimento está cada vez mais rápido. Com toda a informação gerada pela economia do compartilhamento, as empresas devem – e os consumidores esperam isso delas – identificar comportamentos e utilizar isso para achar valor em novos lugares. Os chatbots serão muito adotados no próximo ano, exatamente por serem uma resposta a essa demanda. As pessoas querem sanar suas dúvidas, procurar informações ou fazer suas reclamações da mesma forma que têm sua demanda por aquele produto ou serviço atendida: digitalmente.

8 – Mudanças na proposta de valor – Os dados são a força motriz por trás da próxima grande onda na busca por proposta de valor. É nesta combinação de dados com qualidade e inteligência que as empresas estão concentrando seus esforços tecnológicos, para aumentar o poder de suas redes, tornar a conectividade ilimitada e usar o poder de computação para coletar, agregar, correlacionar e interpretar dados e, com isso, levar melhorias incríveis para a vida das pessoas.

O principal desafio à frente é adaptar o mindset e o processo de decisão para esse novo mundo em transformação, já que a inovação e a disrupção podem vir de qualquer lugar, a qualquer hora. Além de focar em suas competências-chave, as empresas precisam aprender como usar a tecnologia como um adicional ao conhecimento que já tem em casa.

*Vicente Goetten é diretor executivo do TOTVS Labs

http://adnews.com.br/adarticles/oito-tendencias-de-tecnologia-e-negocios-para-2017.html

Samsung usa tecnologia para superar medos

 

30 de Dezembro de 2016 09h – Atualizado às 09:38

samsung

Com o objetivo de usar a tecnologia para auxiliar pessoas a vencerem seus medos, a Samsung estreou no Brasil a campanha global Launching People que busca estimular os consumidores da marca a ultrapassarem os limites rompendo barreiras e vencendo as adversidades.

A empresa aposta na ação #BeFearless, que usa a tecnologia de realidade virtual do Gear VR para ajudar as pessoas a encararem e vencerem suas tormentas pessoais. O foco está em duas fobias bastante comuns para a população: medo de altura e de falar em público.

Para isso, a Samsung desenvolveu aplicativos – disponíveis na Google Play Store – voltados especificamente para cada fobia e que possam ser utilizados para auxiliar, de fato, as pessoas a vencerem seus medos. Para fazer uso dos aplicativos, é necessário conectar o smartphone Samsung Galaxy compatível ao Gear VR.

Quem não tiver os aparelhos, poderá ter os aplicativos nas lojas oficiais da Samsung. Para saber mais sobre o passo a passo basta se cadastrar gratuitamente no site.

A nova campanha global Launching People, que contará com três fases, ficará no ar até março de 2017.  “Nós acreditamos que cada produto que desenvolvemos é um catalisador do potencial humano e todas as pessoas, sem exceções, podem impactar positivamente o mundo hoje com a tecnologia certa nas mãos”, afirma Andrea Mello, Diretora de Marketing Corporativo e Consumer Electronics da Samsung Brasil.

Editoria: tecnologia

http://adnews.com.br/tecnologia/samsung-usa-tecnologia-para-superar-medos.html

Já pensou em ligar seu carro com o comando “Ok Google”?

 

04 de Janeiro de 2017 14h – Atualizado às 14:17

Hyundai

Amanhã (5), começa em Las Vegas (USA) a CES 2017, maior feira de tecnologia do mundo. Como já virou tradição, as maiores indústrias do ramo no planeta apresentam as suas principais novidades, muitas delas de caráter inovador. Uma das promessas da construtora de carros Hyundai para o evento é uma nova e exclusiva integração de seus veículos com o Google Home.

Parece algo impensável, mas a nova parceria deve fazer com que os usuários consigam dar partida em seu carro apenas dizendo a famosa frase “OK Google”. Além disso, segundo o comunicado da marca de veículos, os modelos habilitados com os serviços Blue Link serão capazes de ativar diversos serviços de maneira remota, como procurar destinos e traçar rotas, travar vidros e portas e até mesmo controlar a temperatura do ar condicionado através do Google Assistant.

Segundo a Hyundai, os serviços Blue Link podem ser facilmente acessados a partir dos botões no espelho retrovisor dos carros, no painel central, na web ou através dos aplicativos de smartphones dos proprietários. “Nossos clientes já estão encontrando integrações domésticas inteligentes como a que estamos mostrando com o Google Home. Queremos ser muito mais úteis e convenientes”, afirmou Manish Mehrotra, diretor de planejamento de negócios digitais e operações conectadas da Hyundai Motor América.

http://adnews.com.br/tecnologia/ja-pensou-em-ligar-seu-carro-com-o-comando-ok-google.html