Do smartphone para o prato: Buzzfeed cria sua panela inteligente

28 de Julho de 2017 10h – Atualizado às 10:27

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A “Tasty”, marca voltada ao universo de comidinhas do Buzzfeed, anunciou sua entrada no ramo de dispositivos inteligentes com um aparelho chamado “Tasty One Top“. O apetrecho é uma plataforma de indução (cozinha sem utilização de fogo ou gás) habilitada por Bluetooth que permite aos consumidores mobilidade. O usuário pode colocá-la em qualquer lugar de sua cozinha e se conectar a um aplicativo iOS para ter acesso as receitas (há planos para uma versão Android). A ferramenta é uma parceria entre o BuzzFeed Product com a GE Appliances e está disponível para pré encomenda aqui.

Quando o dispositivo se sincroniza com o aplicativo Tasty os usuários podem escolher qual receita desejam criar. O Tasty One Top ajusta automaticamente as configurações de temperatura e energia para cada etapa da receita. Quando a receita exige instruções específicas, como lançar uma panqueca ou adicionar vegetais, o cooktop notificará o usuário com sugestões em áudio.

Parece estranho que uma empresa de mídia digital esteja tentando vender uma placa quente? Na verdade, o movimento faz parte do BuzzFeed Product Labs, que foi criado no ano passado após a aquisição do e-commerce Startup Scroll. O objetivo da equipe é experimentar diferentes iniciativas de comércio para descobrir o que funciona para o BuzzFeed.

As informações são do Techcrunch

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Tráfego mobile: os desafios do crescimento

21 de Julho de 2017

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O crescimento do tráfego de dados móveis tem sido contínuo e, sem dúvidas, continuará evoluindo em taxas representativas. Recentemente, o estudo Visual Network Index Mobile da Cisco mensurou essa percepção e identificou que até 2021 o crescimento desse tráfego será de sete vezes. E isso apenas considerando as redes de celulares, o que não inclui internet wi-fi. Impressionante, não? Mas, principalmente, desafiador para os negócios que usam a internet em seu dia a dia.

Independentemente do meio de acesso – dados, wi-fi, etc. – esse “boom” se dá pela forma de consumo de conteúdo online, que vem mudando e utilizando cada vez mais recursos de imagens e vídeos, principalmente. Além do crescimento do streaming de vídeo – incluindo as transmissões ao vivo -, há também o crescimento de usuários conectados, que evolui de forma muito rápida. Ou seja, mais gente conectada, fazendo e consumindo conteúdo em todos os formatos disponíveis.

Muitas das empresas têm entendido a necessidade de se adaptar a esse cenário e, inclusive, têm adotado novos formatos de conteúdo em suas estratégias. Mas ainda há pontos a serem aprimorados. Essa melhora é, na verdade, constante, pois é preciso lidar com o crescimento e os novos desafios que surgem dia a dia. Felizmente, já temos tecnologias robustas e aptas a suprir tudo isso.

Antes de defini-las, é importante considerar os riscos desse crescimento. Os primeiros são ligados à segurança da informação. Com o aumento do uso de dispositivos móveis, aliado à tendência da IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas), o número de hackers está aumentando muito e, hoje, o Brasil já é 3país mais prejudicado por ataques em dispositivos móveis, segundo estudo da Trend Micro. Quando o dispositivo móvel é comprometido, o atacante pode roubar informações importantes e utilizá-las para conseguir acesso ou comprometer outra aplicação e/ou serviço. Além disso, pode utilizar as informações como um gerador de DDoS (Distributed Denial of Service) a aplicações e/ou serviços.

Outro ponto importante é com relação à performance e disponibilidade no acesso das aplicações e/ou serviços. Se as empresas não construírem suas aplicações e/ou serviços pensando nesses aspectos, o impacto negativo – como o site passar algum tempo fora do ar – pode ser bastante prejudicial à imagem da marca, além de poder reduzir a conversão de vendas.

As soluções que visam segurança, performance e disponibilidade devem fazer parte de um processo de revisão e aperfeiçoamento contínuo das aplicações e serviços como, por exemplo: análise da experiência de navegação dos usuários, análise de vulnerabilidades, revisão/sugestão de regras de bloqueios, etc.

Daqui para frente, os acessos continuarão a crescer indiscriminadamente, principalmente quando a IoT (Internet of Things) se popularizar e os ataques cibernéticos ficarem cada vez mais sofisticados e de difícil detecção. E sem esse processo de revisão e aperfeiçoamento contínuos, as empresas que definem seu planejamento estratégico com foco em aplicações e/ou serviços online ficarão vulneráveis.

Como comentei, estamos bem munidos de tecnologias, porém, nem todas as empresas buscam se informar a respeito disso e algumas não usam de maneira adequada as tecnologias que adotam. Acredito que, ainda mais importante do que a tecnologia em si, é ter um parceiro que saiba como ela pode ser melhor aproveitada, considerando as necessidades da empresa e visando sempre o aperfeiçoamento contínuo. Afinal, como disse anteriormente, o volume de acessos continuará crescendo, assim como os ataques ficarão mais sofisticados.

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Quer saber como a Gol utiliza a inovação em seus projetos?

21 de Junho de 2017  

Recentemente a Gol lançou uma ferramenta que permite fazer o check-in através da biometria de reconhecimento facial.  A empresa, afiada na aliança entre tecnologia, inovação e mobile, baseia suas ações na otimização do tempo dos seus clientes, utilizando Big Data para cruzar dados e assim gerar serviços com relevância, funcionalidade e que acrescentem algo bom na experiência do consumidor. O Adnews conversou com Lilian Santos Faria, gerente de marketing digital e e-commerce da Gol sobre onde a empresa tem seus pilares e qual seu foco para o futuro.

A inovação faz parte da cultura da empresa, que não tem um setor específico para demandas do tipo: “A gol tem inovação no DNA. A gente trabalha num modelo de colaboração entre áreas, onde independente da sua natureza, qualquer ideia que traga valor para o cliente será ouvida e desenvolvida pelo departamento que pode geri-la”, afirma Lilian, que completa: “Inovação tem que ter funcionalidade. Se não tiver relevância para o cliente, não há motivo para ir adiante. A gente atende a uma necessidade do cliente aliando a questão da relevância e funcionalidade”.

O conhecimento existente e disponível no mercado é utilizado na busca de parcerias, mas a criação fica dentro de casa mesmo. A gerente cita a produção da ferramenta “Trânsito até o aeroporto”, serviço todo desenvolvido internamente pela equipe de TI, que utiliza a geolocalização (proveniente da parceria com o Google) para enviar ao cliente, antes da viagem e enquanto estiver no caminho, orientações que vão indicar o tempo estimado para o deslocamento até o aeroporto, considerando o trânsito da região onde ele estiver. Informações como, se o cliente chegará a tempo do embarque ou ainda se pode antecipar ou adiar a viagem, de acordo com sua necessidade, são disponibilizadas. O serviço é gratuito e está disponível para smartphones com sistema iOS e para modelos Android.

Faria comentou sobre o uso consciente da tecnologia, base desde a operação até a comunicação da empresa, ainda que seja algo que “mude constantemente”, afinal “o número de aparelhos de telefone ultrapassa o de pessoas”, o que leva a Gol a focar prioritariamente na sua frente de mobile pelos próximos anos.

A empresa trabalha constantemente em projetos de evolução dos canais de atendimento, seja ele auto ou não – site, app, tablet, novas redes sociais, a experiência no momento do aeroporto, até o próprio atendimento humano, de modo que agreguem valor: “O desejo é que a experiência de viagem do cliente seja excelente e escolhida por ele”.

A experiência do cliente também é citada na utilização do Wi-Fi. A companhia aérea é a primeira a ter a funcionalidade nos vôos.  Atualmente são 39 aeronaves com o sistema, do mais moderno, via satélite. “Além do entretenimento clássico oferecido, o intuito é que o cliente possa escolher como ele quer passar o tempo no vôo e o wifi é fundamental para isso”, garante Lilian.

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KFC lança celular (isso mesmo: celular!) na China

17 de Julho de 2017

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O KFC é famoso pelo frango frito, baldes de comida, o seu Coronel Sanders e as ações literalmente fora de órbita. Depois de lançar um sanduíche ao espaço, a intrépida rede de restaurantes anuncia seu primeiro celular em parceria com a Huawei. O produto chega ao mercado chinês para comemorar os 30 da empresa no país.

A ativação pode parecer estapafúrdia à primeira vista, mas os pagamentos móveis na China são amplamente adotados e não é a primeira vez que uma marca faz esse tipo de ação. Em 2015 a Pepsi já havia lançado dois smartphones, o P1 e o P2.

O potente aparelho Enjoy 7 Plus da empresa de fast food chega em um acabamento vermelho brilhante com o icônico garoto propaganda e a data de chegada da companhia. Além do estilo exclusivo, o gadget vem com um aplicativo de música para compartilhar canções com outros consumidores nas lanchonetes da marca.

Confira abaixo o filme de apresentação da novidade que custará por volta de 162 dólares (554,44 reais):

“Modo retrato” é destaque em comercial apaixonado de iPhone 7 Plus

02 de Maio de 2017  

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A nova campanha da Apple, para divulgar o iPhone 7 Plus, é uma alusão aos apaixonados que só tem olhos para os respectivos seres amados. Com o mote “Foque no que você ama”, o vídeo mostra as possibilidades para quem quer fotografias de alta qualidade, com as vantagens da câmera dupla instalada na parte traseira do lançamento. O vídeo mostra isso na prática, destacando um casal que só enxerga um ao outro numa grande cidade.

O resultado é nítido: assim que se ativa o modo retrato do iPhone 7 Plus, tudo o que existe além das pessoas a serem fotografadas é eliminado do local —  uma referência direta ao fato de que todo o foco das fotografias fica justamente no objeto central a ser capturado.

O filme, gravado em Shangai reforça, no seu desenrolar, com ruas vazias e cenários que parece nunca terem sido vistos sem filas ou um mar de gente, o quanto essas fotos podem proporcionar algo que uma cidade destas proporções tenta negar: intimidade.

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O poder dos dados ao impulsionar engajamento com marcas

20 de Junho de 2017

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Falar sobre consumidores que estão mais empoderados do que nunca, com acesso à informação literalmente na ponta dos dedos, já não é nada novo. O advento dos smartphones, por exemplo, mudou completamente a forma como nos relacionamos e consumimos. O smartphone é móvel porque todos os usuários são móveis e podem obter informação em qualquer lugar e a qualquer momento. No entanto, essa tendência também é uma oportunidade para as marcas coletarem dados desses usuários e transformarem isso em melhores insights em suas campanhas digitais, engajando conversas com um público qualificado.

O estudo Mobile Insights realizado no Brasil pelo Flurry, o mobile analytics do Yahoo, revelou que os brasileiros gastam 17 milhões de horas diárias em aplicativos. Sendo que os aplicativos consomem 88% do tempo gasto em smartphones, contra apenas 12% nos navegadores. Com dados como esses, os anunciantes são capazes de cruzar o comportamento do usuário em cada uma dessas aplicações, desenhar perfis de consumidor mais detalhados, agrupar indivíduos por seus interesses e, em seguida, implementar campanhas publicitárias destinadas a um público qualificado e, portanto, mais propenso a ser impactado pela mensagem da marca.

Pense no seguinte: se você soubesse que um consumidor está constantemente procurando por reviews sobre filmes e assistindo trailers das próximas estreias? Esse usuário pode ser classificado como um amante de cinema e se uma empresa pertence a esse segmento e quer rodar um anúncio, ela pode personalizá-lo de acordo com essa audiência. Dessa forma, a mensagem da marca não seria só orientada por dados, seria mais inteligente e mais significativa para esse público, com a comunicação mais propensa a entregar melhores resultados.

O paradoxo favorável é que se o mobile é a plataforma que exige uma abordagem personalizada, é também uma das principais fontes de informação do usuário. A IMS Research projetou que até 2020 todos os dispositivos móveis conectados à internet produzirão diariamente 2,5 quintilhões de dados bytes de informações sobre os usuários. E a melhor maneira de coletar, medir e analisar esses dados e depois implementar campanhas personalizadas bem-sucedidas é por meio de aplicativos.

Minha experiência no Yahoo mostrou que os anunciantes e agências de publicidade têm um desejo: estar presente quando e onde um cliente começa sua conexão. A vantagem do smartphone, é que o momento certo, na verdade, pode ser a qualquer momento.

*Leonardo Khede é diretor de vendas do Yahoo Brasil

http://adnews.com.br/adarticles/o-poder-dos-dados-ao-impulsionar-engajamento-com-marcas.html

Sobre o coração elástico dos jovens e as oportunidades para as marcas

28 de Junho de 2017

A Viacom International Media Networks (VIMN) divulgou há alguns dias o seu mais novo estudo, realizado com jovens entre 16 e 24 anos, o que representa cerca de 16% da audiência total das marcas da empresa. Os dados foram examinados sob o olhar de uma nova realidade da juventude ao redor do mundo, analisando seus objetivos individuais e coletivos, além das estratégias que escolhem para sobreviver e prosperar em situações difíceis. Para desenvolver a pesquisa, foram entrevistados mais de sete mil jovens em 14 países diferentes, incluindo Brasil, Austrália, África do Sul, México e Estados Unidos, por meio de um questionário online.

O estudo revela características importantes presentes nos jovens de hoje, como confiança, inquietude, autenticidade e sensibilidade. “Cada vez mais precisamos entender o que a nossa audiência pensa e espera do mundo. Com a ‘Youth in Flux’, conseguimos captar a essência da juventude, seus anseios, objetivos e maneiras como veem e levam a vida”, diz Christian Kurz, Vice Presidente Sênior de Global Consumer Insights da Viacom. Confira abaixo alguns insights do estudo:

Amor e ódio pelas redes sociais

Apenas 21% dos jovens não sentem dificuldades em blindar-se das notícias ruins e, mais da metade deles (53%) dizem que têm uma relação de amor e ódio com as redes sociais. No Brasil, os números são ainda mais impressionantes: apenas 11% não têm problemas em ignorar notícias ruins, e 62% afirmam ter uma relação de amor e ódio com as redes sociais. O momento turbulento do país e as notícias de corrupção que ganham destaque todos os dias nos jornais contribuem com isso? É bem provável. Outro traço interessante da pesquisa é que os jovens são unicamente eles mesmos – e amam isso: a grande maioria dos pesquisados (96%) sente-se confortável sendo como são. Por aqui, o número aumenta um pouco, chegando a 97%.

Emocionais, inclusivos… Mas também realistas

Os jovens pesquisados (95%) preferem seguir seus corações, emoções, em vez da razão. No Brasil, 87% concordam com essa afirmação – colocando-os ligeiramente mais do lado da razão do que a média global. Além disso, esta juventude é otimista sobre um futuro mais inclusivo… Mas também realista: Quase todos os respondentes são guiados por esse conjunto de palavras ‘viva e deixe viver’. Por volta de dois terços dos participantes da pesquisa (63%) dizem buscar inspiração em pessoas capazes de se libertar de percepções ultrapassadas de gênero, raça, religião e demografia. No Brasil, esse pensamento atinge 69% dos entrevistados. Por outro lado, apenas 36% deles se sentem confiantes de que esta geração será menos julgadora, se comparada às outras.

Os jovens têm corações elásticos

A pesquisa ‘Youth In Flux’ também revelou três estratégias de vida que estes jovens praticam: “Autenticidade, sensibilidade e inquietude” (“Unapologetic, Sensitive, and Restless”). Eles buscam alternar essas estratégias de forma fluída, de acordo com o contexto em que estão inseridos. Segundo a interpretação dos dados da pesquisa, os jovens têm “corações elásticos”. Combinadas, essas três diferentes estratégias formam um sistema para lidar com as dificuldades diárias, com 90% deles dizendo que podem alternar perfeitamente entre uma estratégia e outra (93% BR).

Eles são “de verdade”

A despeito das críticas de parte do público sobre como os jovens buscam “maquiar” suas vidas através das redes sociais, na visão deles a autenticidade é uma busca. Para eles, essa estratégia de vida é baseada em se apoderar do que é verdadeiro/genuíno e não fingir ser alguém que não é (84%, 86% BR); eles também têm orgulho de quem são e não têm medo de se expressar (81%, 87% BR); além disso, apreciam pessoas que não têm medo de mostrar suas vulnerabilidades e seu “lado feio”, segundo 77% dos entrevistados (73% BR). Atenção para este último dado, que é absolutamente interessante para marcas, por uma questão muito evidente: um discurso fake pode ser mortal na estratégia de uma campanha.

A galera acredita no poder da empatia

Por mais tecnológicos que sejam, os jovens desejam construções de relações significativas e a intimidade com família e amigos. Além disso, querem voltar aos dias em que as pessoas tinham mais tempo para se importar uns com os outros (80%, 88% BR). Eles também acreditam que é importante contribuir com algo positivo para o mundo (84%, 93% BR) e respeitam as pessoas que se colocam no lugar das outras (84%, 93% BR).

Geração “a milhão”                            

Os inquietos são os focados em trabalhar pesado, tentar com todas as forças alcançar seus objetivos e serem os primeiros – e os melhores- sem perder tempo. Como resultado do estudo, 82% dos pesquisados não querem nunca perder tempo em um mundo que tem tanto a oferecer, com tantas possibilidades (90% BR); eles também são motivados por elogios, que tornam suas vidas melhores (82%, 87% BR) e, por fim, eles admiram pessoas que perseguem seus sonhos e estão dispostas a fazer qualquer coisa para alcançá-los (88%, 91% BR).

Para mais informações da pesquisa Youth In Flux e outros estudos da VIMN, visite: https://insights.viacom.com/.

Redação Adnews

http://adnews.com.br/adcontent/adyouth/sobre-o-coracao-elastico-dos-jovens-e-oportunidades-para-marcas.html