Samsung remonta propaganda dos anos 1980 em novo filme

Com o mote “Provoque mudanças. Crie um mundo novo”, a Samsung lança a nova campanha do Galaxy Note 5. Inspirado no clássico “Aquarela”, lançado pela Faber-Castell nos anos 1980, o filme substitui o papel pelo smartphone e o lápis ganha uma nova versão, a S Pen.

“Essa releitura tem como objetivo reforçar como a tecnologia pode aprimorar a rotina das pessoas. Está no DNA da Samsung oferecer sempre o que existe de mais novo para os consumidores, por isso ressaltamos a liberdade que o Galaxy Note 5 permite em qualquer tipo de tarefa, com apenas um toque na tela”, afirma Alessandra Barcala, Diretora de Marketing da área de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Criada pela CUBOCC, a campanha pretende traçar um paralelo entre gerações. “A nostalgia abre caminho às infinitas possibilidades e ao som da canção Aquarela, de Toquinho, é possível enxergar não só que o mundo mudou, mas que as necessidades do público também evoluíram”, finaliza a diretora de Marketing da Samsung Brasil.

Confira o filme:

Redação Adnews – 08 de dezembro de 2015 · Atualizado às 10h19

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Coca-Cola transforma revista em amplificador de som

A boa e velha criatividade é a peça chave para a publicidade. E o melhor: pode ser aplicada em qualquer mídia. Um exemplo disso é a campanha da Coca-Cola FM assinada pela JWT.

Para celebrar um ano da rádio, os assinantes da Capricho receberam mais do que simplesmente uma revista na edição passada. A peça, na verdade, ganhou uma nova função. Anexada à capa, a arte permitia que o leitor a transformasse em um amplificador de som.

No vídeo é possível ver como a revista vira um encaixe para iPhone, Android e Windows Phone. Depois é só selecionar a música e deixar que o som seja ampliado pela peça enrolada.

14/10/2015

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Quanto vale de fato a audiência dos Social Media Influencers?

  • Quanto vale de fato a audiência dos Social Media Influencers?

Editado a partir de orginal do Advertising Age, de Nathan Skid e David Hall.

De acordo com Jason Stein, fundador do Laundry Service e um dos experts participantes do evento Digital Crash Course, do Advertising Age, muito mais do que se pensa.

“Os anunciantes pagam pelas pessoas, pagam pelo público, pagam pelos eye balls, pagam pela atenção, pagam pela confiança e pagam pela influência”, argumenta Stein. “A única maneira de continuar a engajar o público hoje e retê-lo é criando um grande conteúdo. E os influencers produzem seu próprio conteúdo”.

Num mundo de conteúdos descartáveis, lembra ele, a lealdade dos seguidores que eles têm aos montes reina suprema. E vale muito.

“Muitos desses influencers atingem hoje tantas pessoas ou mais do que os canais de mídia tradicionais”, ressalta Stein. “Estamos falando de milhões e milhões de seguidores. Eles têm todo esse alcance porque são realmente muito bons em produzir conteúdo original, conteúdo que as pessoas adoram porque nasce do olhar que eles mesmos criaram publicamente e trouxeram para a mesa.”

Mas há um porém. Ele alertou que os anunciantes que procurarem um influenciador têm que soltar um pouco as amarras de controle proprietário e centralizado da marca. Ele ensina que o influenciador de uma marca tem que atender e atingir os demográficos desejados no planejamento estratégico, mas que os gestores da marca têm que entender que são os influenciadores que sabem o que dizer e como dizer as coisas para essa audiência.

“Autenticidade é rainha na internet”, conclui Stein. “Se você contrata uma grande celebridade que não têm nada a ver com um determinado produto e de repente ela sai dizendo… “Hey, você aí, não vai comprar isto?”, aí de fato você estará fazendo algo que não vai funcioanr e que não faz o menor sentido.
30/09/2015 – http://www.proxxima.com.br/home/social/2015/09/30/Quanto-vale-de-fato-a-audi-ncia-dos-Social-Media-Influencers-.html

Música conecta pessoas em filme da Oi

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Patrocinadora oficial do Rock in Rio, a Oi lançou uma campanha publicitária para reforçar a importância do uso de dados em sua estratégia de mobilidade, com foco na música como uma dos grandes hábitos do consumidor para consumo de dados. Além disso, a música é também uma excelente forma de conectar pessoas.

Com o conceito “Oi. Porque seu mundo não para”, a campanha terá um filme na TV e na Web, mostrando uma série de pessoas  que vão se conectando pela música “Mais ninguém”, sucesso da Banda do Mar.

O filme também está sendo exibido no telão da Cidade do Rock e em TV a cabo.

Produzido pela NBS, o  filme A Música não para, de 30 segundos, foi gravado em Laranjeiras, na Zona Sul, e no Centro do Rio. O filme começa com um jovem escolhendo uma música num aplicativo de streaming do celular, saindo de casa.  “Mais ninguém” começa a tocar e ele segue cantarolando pela calçada. Ele se encontra com outro personagem, que também começa a cantarolar e passa por uma mulher na porta de uma loja. A mulher busca a letra da música no Google do celular e, depois de encontrar, posta em uma rede social. Desta forma, uma série de situações vão fazendo pessoas diferentes se conectarem através da canção.

“Como  parte da estratégia de acompanhar o comportamento do consumidor que vive conectado, fomos buscar na música a representação disso”, afirma Eric Albanese, Diretor de Comunicação e Marca da Oi.

Redação Adnews – 21 de setembro de 2015 · Atualizado às 15h58

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KFC transforma mesa em um incrível player de música

22 de julho de 2015 · Atualizado às 10h58

Campanha do KFC (Reprodução/ Vimeo)

A música, em muitos casos, pode ser uma poderosa ponte para chegar até o coração das pessoas. O KFC que o diga. A nova ação da marca, desenvolvida pela Ogilvy da África do Sul, explora de uma maneira muito interessante a relação das pessoas com canções e ritmos.

Na campanha chamada “Sound Bites”, o fast food colocou em uma de suas lanchonetes uma mesa interativa, com uma tecnologia que emite os sons de uma maneira bem particular. Para escutar as músicas, basta baixar o aplicativo, escolher a faixa, apoiar os cotovelos nos lugares indicados e colocar a mão nos ouvidos.

O trabalho nasceu de uma pesquisa que identificou o amor dos consumidores da rede pela música. A outra ponta interessante do projeto é que as canções são de artistas locais, que ainda buscam um espaço de maior relevância na cena regional.

Confira o filme:

Redação Adnews

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Coca-Cola convoca: escolha a felicidade

“Choose happiness:what are you waiting for?”, nova campanha de Coca Cola (reprodução/Youtube)

O que você está esperando para escolher pela felicidade? Essa é a pergunta que Coca-Cola  faz ao público em sua nova campanha.
O filme, que traz uma série de escolhas com as quais nos deparamos ao longo da vida, é embalado por uma trilha que conversa perfeitamente com o tema proposto pela campanha.
Imagens reais como um jogo de basquete e o Muro de Berlim também foram usadas no vídeo para ilustrar situações em que as escolhas são importantes. Emoções diversas são expostas no clique, desde uma briga entre um casal até a celebração festiva de um casamento.
A música, feita especialmente para campanha pelo produtor musical e rapper HT, versa sobre a importância de fazer escolhas em nome da felicidade, sejam elas quais forem. A escolha pelo cantor também não foi aleatória: HT faz parte da Universal Zulu Nation, uma organização internacional de hip hop que tem como objetivo ajudar a educar jovens de todo o mundo através da música.
Produzida pela Ogilvy Amsterdã, a campanha passou a ser veiculada na última sexta-feira (1) na televisão europeia e será exibida durante quatro semanas. Uma versão para os cinemas com duração sessenta segundos também será veiculada durante todo o mês de maio nas salas de países na Europa. Na página de Coca-Cola no Youtube, no entanto, é possível conferir o clipe completo.
Confira abaixo as duas versões do vídeo:
Redação Adnews – 06 de maio de 2015 · Atualizado às 15h03

As novas ondas do rádio

Na última terça-feira (9/12), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) lançou a campanha “Smart é ter rádio de graça no celular”. O objetivo é estimular o consumo do rádio nos aparelhos móveis, sugerindo à população que opte por celulares com chip de rádio FM. Com o rádio no celular, defende a associação, não é necessário usar o pacote de internet para ter acesso à informação e entretenimento.

A campanha envolve spots de rádio, peças publicitárias para internet, mídia impressa e redes sociais. “O foco é valorizar a recepção da programação do rádio pelo ar, gratuitamente. Para o público, que em sua maioria consome planos pré-pagos de internet e de celular, ter rádio sem pagar nada é um ativo muito relevante”, afirma o presidente da Abert, Daniel Slaviero.

Outro objetivo é sensibilizar a indústria a fabricar celulares com chip FM de rádio. Um levantamento da associação mostra que, de 206 aparelhos celulares à venda no mercado, 88% já vêm com esse dispositivo integrado. Nos celulares até R$ 300, esse índice chega a 99%. No entanto, o percentual cai para 62% nos aparelhos acima de R$ 1 mil.

De acordo com Slaviero, o principal motivo é a pressão das empresas de telefonia pelo aumento do consumo de dados. Os celulares mais sofisticados consomem mais banda larga e o rádio gratuito pode prejudicar a rentabilidade das empresas. “A nossa meta é chegar a 100% dos aparelhos comercializados legalmente no Brasil com o FM embutido.”

Em 2004, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE), a presença dos aparelhos de rádio nos domicílios era de 88,1%. Em 2009, esse número permaneceu o mesmo e, em 2013, baixou para 75,8%. Por outro lado, de acordo com dados da Abert, em 2004, a presença do rádio FM no celular era de apenas 3,3%; em 2009 passou para 35,5%; e em 2014 alcançou o patamar de 88%. “Isso chama a atenção porque, no mesmo período, a taxa de audiência não caiu significativamente e as receitas do setor têm se mantido em níveis superiores à inflação, o que nos leva a perceber que a população está consumindo mais rádio pelos aparelhos móveis”, destaca Slaviero.

Segundo pesquisas divulgadas pelo InterMeios, a receita do rádio cresceu 44,95% nos últimos cinco anos – 10,45% só em 2013. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), cresceu 31,87% no mesmo período. E em uma nova pesquisa do Ibope Media, lançada em novembro, foi identificado que: 90% dos brasileiros são ouvintes de rádio; para 70% desse público o meio é uma alternativa de entretenimento; a população dedica, em média, três horas e 51 minutos por dia para ouvir rádio.

“A realidade é que o rádio é personalista, o ouvinte não troca de rádio todo o tempo. Você pode ouvir seu programa fazendo várias outras coisas, ao contrário da televisão e da internet. E o rádio tem uma característica que ninguém tem: o serviço local. Se você quiser saber algo da sua cidade só vai encontrar informações no rádio. Esta conjunção de características é que tem feito o rádio se manter”, acredita Luis Roberto Antonik, diretor-geral da Abert.

Para ele, qualquer coisa que distraia o ouvinte é concorrente do rádio: televisão, internet, mídias sociais, aplicativos de bate-papo. Daí a luta para despertar o radiodifusor: se ele não fizer mídia espontânea sobre o celular com rádio, diz Antonik, estará comprometendo o seu negócio no médio prazo.

Além disso, a audiência passa a sair do receptor comum e migrar para o carro – são 45 milhões de veículos equipados com rádio – e para a web. Antonik conta que a Abert está investindo nisso, criando um integrador tipo TuneIn e desenvolvendo aplicativos para iOS e Android gratuitamente, para que as rádios menores também possam usufruir. “Temos que insistir que o nosso negócio maior ainda é o rádio captado do ar”, defende.

Conteúdo é tudo – Existe atualmente um movimento em busca de conteúdo diferenciado para o rádio. Já que todo mundo tem acesso à música, quem faz rádio tem buscado produzir o que a música não supre. É o que diz o DJ, produtor musical e podcaster Maestro Billy. Um dos maiores conhecedores sobre podcasts no Brasil, ele acredita que o que as rádios atualmente buscam, e o que se torna seu grande diferencial, é: informação diferente, gente interessante, bom conteúdo.

“Além disso, as rádios vem se modernizando, criando novas ferramentas de interação com seus ouvintes, e também usando a tecnologia – que teoricamente as engoliria – em seu benefício. Veja o exemplo da Rádio Sul América Trânsito, que atualmente usa as informações do aplicativo Waze para dar boletins de trânsito melhores. É isso que podcast vem fazendo há tempos: gente diferente, com conteúdo diferente, dinâmico, atual, interativo e interessante.”

Uma pesquisa sobre consumo e comportamento de quem ouve podcast, lançada neste ano com cerca de 16 mil ouvintes, a Podpesquisa identificou que a utilidade do conteúdo é a terceira característica mais importante para quem ouve podcast (75,7%), atrás de entretenimento (90,4%) e qualidade do áudio (78,4%). Música ficou em sétimo lugar (17,6%).

Para Patrick Torquato, da rádio Frei Caneca FM, emissora pública do Recife (PE), a grande questão de fato não é sobre internet versus rádio, nem sobre a plataforma, mas sim sobre o conteúdo. “O rádio se perdeu com a chegada da internet, mas quem está aparecendo é quem tem um podcast bacana, quem faz um conteúdo legal”, afirmou durante uma reunião aberta de rádios na Semana Internacional de Música de São Paulo, na última sexta-feira (5/12).

“Vendo pela perspectiva do conteúdo é mais fácil pensar o que será a rádio daqui a 20 anos. Eu entendo que, nesse sentido, vou usar a internet como aliada, não como concorrente”, defendeu.

Unidos venceremos – Muitos programas de rádio já são disponibilizados via podcast, por exemplo, o que, para Billy, torna essa ferramenta realmente um agregador antes de ser um adversário.

Torquato acredita que um dos grandes benefícios de aliar as duas coisas é se fazer presente na vida do ouvinte onde quer que ele esteja. “Se rádio não pega na estrada, eu posso fazer um podcast pra pessoa ir ouvindo até chegar no seu destino”, exemplificou.

Mas ainda existem muitas rádios que continuaram apegadas ao modelo de mercado antigo, sem usar a internet, diagnosticou Ricardo Rodrigues, vice-presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil, que também estava na SIM São Paulo. Segundo ele, com um modelo de comunicação “de cima pra baixo”, essas rádios perderam espaço para um meio que criou grande identificação com o público ao permitir que ele fizesse a programação da forma como achasse melhor.

“Quando a rádio se coloca mais ao lado do ouvinte, vira a chavinha da proximidade quanto ao formato”, defendeu Rodrigues, que foi durante sete anos diretor da rádio UFSCar, de São Carlos (SP). “Na UFSCar, ouvimos tudo o que estava acontecendo na internet e levamos para a FM. A internet é tão grande que tudo vira pontinho de areia, então na emissora a gente faz uma filtragem e uma pesquisa. Nosso sinal vai na web e na FM e a gente trabalha esses ouvintes igualmente”, conta, avaliando que tanto público quanto artistas valorizam essa relação.

De qualquer modo, rádio sempre foi interativo. O “pedido do ouvinte”, o “recado”, além da rapidez da informação, o tornam muito próximo do que a internet proporciona, lembra o Maestro Billy. Por isso ele acredita que o rádio nunca vai morrer. “Pode mudar, se atualizar, se modernizar. O que já está ocorrendo: em quesitos técnicos, as rádios já transmitem em formato digital; em quesitos artísticos, podemos notar algumas similaridades com a internet.”

Ao analisar a história do rádio, vemos que ele foi um grande revolucionário da comunicação de massa. Com ele, tudo ficou mais dinâmico. “O que não é isso além de um Twitter de antigamente?”, questiona Billy.

Ele acredita que, seja no formato – que pode se adaptar -, seja na transmissão – que chega ainda onde a eletricidade e o 3G não chegaram -, é isso que faz com que o rádio nunca vá morrer

•  dezembro 12, 2014 •

http://www.culturaemercado.com.br/destaque/as-novas-ondas-do-radio/