Superapps ainda vão dar o que falar!

“Superapps” são aplicativos que concentram em um só lugar vários tipos de serviços que as pessoas usam com frequência.

O modelo de negócio tem como maior valor a comodidade ao usuário, por centralizar diversas atividades em um só aplicativo. Mais da metade do tempo gasto das pessoas no mundo digital são nos aplicativos e, por isso, muitas empresas estão se aproveitando desse cenário promissor para engajar usuários com seus produtos e serviços.

O conceito tem como principal referência a chinesa We-Chat, que nasceu de um aplicativo de mensagens de texto e voz e hoje está presente em todos os momentos da vida do cidadão chinês. Por lá, o modelo é uma realidade, sendo possível chamar um táxi, pedir comida, contratar um serviço e até manter uma carteira digital. Para termos uma ideia do nível de engajamento adquirido, mais de 60% dos pagamentos na China são feitos por superapps como o We Chat.

No Brasil, grandes varejistas como o Magazine Luiza e o GPA já iniciaram movimentos para se prepararem para o que está por vir. Recentemente, essas empresas compraram ou se associaram à startups de tecnologia ou logística para reunir mais serviços em suas plataformas de relacionamento com clientes. Além delas, temos presenciado empresas como a Rappi – startup colombiana com status de unicórnio, ou seja, com avaliação acima de U$ 1 bilhão – investindo alto nesse tipo de estratégia e se utilizando desse conceito como base de crescimento em toda a América Latina. Inclusive com uma parceria promissora com o Carrefour no Brasil.

O apetite dos consumidores em receber produtos na porta de casa, principalmente nas grandes cidades, é um caminho sem volta e não é a toa que a operação da Rappi no país dobra de tamanho a cada três meses.

A premissa que sustenta o modelo é o empoderamento das pessoas que querem simplificar a vida e estão cada vez mais digitais. Conquistar a preferência do consumidor como melhor opção de solução de conveniência no celular é um diferencial competitivo extremamente relevante nos dias atuais. Quanto mais serviços disponibilizados para facilitar o dia a dia das pessoas, mais contatos o usuário vai ter com sua marca e, consequentemente, maior a chance de conquistar a sua fidelidade. Quanto vale estar na mente e no coração do cotidiano de tantas pessoas?

Obviamente é fácil falar e difícil entregar. Uma operação de sucesso envolve muitos fatores e as empresas que conseguem se destacar com crescimento exponencial têm em comum a eficiência operacional de seus serviços. Quem não entrega experiência, excelência e inovação constantes, dificilmente opera num modelo tão disruptivo como esse.

Existem muitos outros desafios nesse modelo de negócio, já que o custo logístico no Brasil é alto e o modelo de entrega de compras é caro em alguns segmentos. A dificuldade em engajar o usuário também é enorme. Mesmo desenvolvendo uma experiência interessante, muitos clientes instalam o aplicativo, mas não encontram relevância e deixam de usar ao longo do tempo, partindo para desinstalação. Outro fator que representa objeção aos negócios é lei de proteção de dados e segurança da informação, principalmente em transações de pagamentos financeiros.

Vivemos na era da transformação digital, mas o ponto de venda continua muito relevante em qualquer operação de varejo e é cedo para dizer se o mercado vai escolher isso ou aquilo. A única certeza é que o modelo multicanal veio para ficar e que mesmo com muitas iniciativas de novos APPs, só os melhores e maiores sobreviverão.

Para a indústria, varejo e serviços, a principal mensagem é que os ecossistemas de negócios estão mais completos e complexos e os superapps já são realidade do relacionamento e comportamento de consumo de muita gente.

Por Cristiano de Paula Leite – 25 de junho de 2019

Superapps ainda vão dar o que falar!

Uber lite, versão de 5 MB para conexões lentas, estreia na Índia

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Criado em São Francisco, o Uber pegou carona na conexão super-rápida e no amor dos californianos pelo mobile para fazer sua fama e se tornar um case moderno de sucesso. Popularizado ao redor do mundo, a plataforma tem dificuldades em conviver de maneira harmônica com países que têm estruturas sociais completamente diferentes dos Estados Unidos.

Famosa pela sua população de 1,3 bilhão de pessoas, a Índia é um país que encanta pela sua riqueza e pluralidade de seus habitantes. Tido como o mercado mais importante da Ásia, o Uber lançou nesta terça-feira (12) a versão Lite de sua plataforma.

Mais leve, a novidade pensada para celulares Android mais simples e conexões mais lentas, chega ao mercado com 5 MB e a promessa de se adequar melhor à vida do indiano. Diferentemente de sua versão mais robusta, com, 181,4 MB, o “primo mais leve” da marca apresenta mapas opcionais, mas funcionalidades de segurança como compartilhar viagens com amigos presentes.

Confira abaixo o vídeo de apresentação do dispositivo:

Com o intuito de expandir a edição para outros países emergentes, o CEO da startup Dara Khosrowshahi disse ao canal local de televisão ETNow em 22 de fevereiro que “ Se você olhar para o mercado, é um dos nossos mercados mais saudáveis ​​em termos de taxas de crescimento … Quando penso em Uber e onde estaremos daqui a cinco ou dez anos, nosso sucesso na Índia desempenhará um papel vital no crescimento dessa empresa e o lugar que estaremos no futuro da mobilidade global”

Ainda não há a data prevista para o Uber Lite ir para outras regiões. Ao que parece, será necessário acompanhar o sucesso da corrida pelos clientes com menor poder aquisitivo na Índia para saber quando a comodidade desembarcará em terras brasileiras

http://adnews.com.br/tecnologia/uber-lite-versao-de-5-mb-para-conexoes-lentas-estreia-na-india.html

O poder da “tela pequena”, o poder do Smartphone

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O smartphone se tornou um elemento quase orgânico que, com criatividade, podemos utilizá-lo para estratégias de comunicação e inteligência de marketing.

Dados do IBGE, na Pesquisa Nacional por amostra de domicílios contínua, mostram que o celular e o televisor, por meio dos aparelhos smart, se tornaram os principais meios de acesso à internet. Em 2017, em relação a 2016, cresceu em 800 mil o número de domicílios com celular, alcançando 92,7% do total de lares. Esses números mostram a importância de manter a comunicação com o consumidor pela tela que está à mão no dia a dia de grande parte das pessoas.

Antes de falarmos sobre estratégias para engajar melhor usuários desta pequena tela, faço uma pergunta simples e que você já deve ter ouvido várias vezes: Quanto tempo por dia você fica conectado) à Internet através do celular? Certamente responderia: desde a hora que acordo até a hora de dormir.  Prova disso está no estudo The Global Mobile Report, realizado pela comScore, que indica que o mobile representa 73% do tempo online do brasileiro. E a tendência é aumentar pois, ainda de acordo com o estudo, a audiência exclusivamente mobile no Brasil cresceu 7% em 2017 em relação ao ano anterior.

Se sua marca quiser criar um canal efetivo de comunicação com o seu público, através desta grande pequena tela, ela precisará estar inserida também nesta nova realidade.  É importante pensar em ações que explorem este comportamento e aspectos, que garantirão que sua mensagem não só será vista, mas lembrada e que levará a algum tipo de ação, lançando mão de alguns recursos fundamentais: o uso de uma linguagem adequada e que seja coerente com todos os aspectos que envolvam o consumo desta mídia. Deve-se considerar a disponibilidade das redes de alta velocidade (WiFi, 4G, 5G), o formato e a duração – quando for vídeo – e também pensar em soluções criativas implícitas em qualquer ação de marketing de sucesso.

Se a sua companhia ainda está em fase inicial no mundo da mobilidade, o principal pensamento que deve ter é como encontrar seu público-alvo e engajar pessoas para dentro do seu universo por meio do celular.  Para isso, não é necessário criar ações isoladas e, sim, integradas a outras plataformas e outras telas. Ações de mobile marketing têm trazido muita oportunidade de campanhas criativas com geração de resultados positivos quando integradas às outras mídias.

A L&G, por exemplo, inovou em sua campanha com uma estratégia 100% digital para o lançamento da OLED TV, utilizando um plano de comunicação que trouxe seu público mais próximo da marca.  Uma das estratégias desta campanha no mobile foi aproveitar a geolocalização para enviar um mapa ao consumidor avisando que ele estaria perto de um dos revendedores da marca. Para a L&G, essa aposta foi muito bem planejada, já que 70% das considerações de compra são realizadas pelo celular.

Os caminhos para conseguir alcançar esses resultados aconteceram devido a algumas boas práticas e aprendizados combinados com campanhas de vídeos online. Alguns exemplos que podem ser analisados:

  • É importante criar uma estratégia de vídeo especialmente para o universo online.
  • Os flights (padrões de exposição) são diferenciados de acordo com o conteúdo e o público.
  • A timeline do consumidor não é vertical, ela é perene e multidimensional.
  • Importante manter uma DMP (Data Management Platform) na etapa do planejamento e execução.
  • Seleção de veículos de mídia por objetivos, que irão contribuir com uma parte do KPI de uma campanha e essa distinção, deve ser feita no plano de mídia.
  • Usar recursos de rede social para amplificar a cobertura.

Espectadores no mobile estão mais propensos a compartilhar e desenvolver uma conexão maior com as marcas. Quem conseguir responder às necessidades de forma estratégica ao mobile, conseguirá atingir – ou até mesmo superar – os resultados esperados.

*Riza Soares é formada em Publicidade com MBA em negócios e em economia social pela Fundação Dom Cabral e FIA. Desde 2013 está à frente da operação da smartclip no Brasil, empresa global de mídia online, focada na distribuição de publicidade em vídeo através de múltiplas plataformas e devices.

http://adnews.com.br/tecnologia/o-poder-da-tela-pequena-o-poder-do-smartphone.html

Sam’s Club lança app com funcionalidade inédita no varejo brasileiro

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O Sam’s Club, clube de compras do Walmart, anuncia o lançamento de um aplicativo com funcionalidades que prometem agilizar o processo de compras. Pelo menos de quem é sócio da rede. O app pode ser baixado em Android e iOS.

A ferramenta já está disponível oficialmente na loja de Tamboré (SP), onde também foi realizado o teste piloto. Ao todo foram mais de 6,2 mil downloads efetuados. A marca também constatou que quem utilizou o aplicativo para realizar suas compras registrou um aumento de duplo dígito no ticket médio em relação ao modelo tradicional de atendimento.

A novidade está ativa para clientes das unidades de todo o estado de São Paulo e, a partir do segundo semestre, irá para as lojas Sam’s Club de todo Brasil.

“Estamos disponibilizando aos nossos sócios um pacote de serviços digitais gratuitos que vão transformar o modo como se relacionam e interagem conosco que aliam praticidade, agilidade e facilidade em todas as etapas de compra”, explica Rodrigo Novelli, diretor de Marketing e Membership do Sam’s Club Brasil.

O aplicativo reúne quatro funcionalidades, sendo uma delas, a denominada Click&Go, inédita no Brasil. Com essa tecnologia, os sócios do clube escaneiam pelo smartphone os códigos de barras dos produtos adicionados ao carrinho. Na sequência, clicam em “Finalizar” para que seja exibido na tela do celular o código de barras com a identificação do usuário e o valor total da compra, o qual deve ser apresentado no caixa reservado para atendimento ao usuário do aplicativo para a realização do pagamento. Para que o recurso funcione, o Wi-Fi e o GPS do dispositivo precisam estar ativos. E o cadastramento no aplicativo e o preenchimento do número de membership também são necessários.

O aplicativo do Sam’s Club Brasil também informa com serviço de geolocalização a unidade mais próxima de onde o cliente se encontra, permite a consulta de preço de produtos na loja por leitura de código de barras e possibilita o acesso ao canal para se tornar sócio do clube de compras. Futuramente, o app ganhará duas novas funcionalidades: campanhas personalizadas de push, para comunicação de ofertas exclusivas e da preferência de cada usuário, e lista de compras sugerida baseada na recorrência e nos hábitos de consumo dos associados.

http://adnews.com.br/tecnologia/sams-club-lanca-app-com-funcionalidade-inedita-no-varejo-brasileiro.html

Mas, e A.I.?

Por Caio Camargo - 23 de Maio de 2018

Uau! Confesso que é difícil esconder o espanto cada vez que eu vejo uma nova notícia sobre alguma novidade que envolva Inteligência Artificial, a famosa IA, que aproveitei a sigla em inglês (A.I. – Artificial Intelligence), para criar a provocação deste texto.

Apresentado algumas semanas atrás em um evento como um dos grandes lançamentos da Google, a assistente pessoal agora de fato irá interagir com as pessoas e o mundo real. Precisa de uma mesa no restaurante, ou de uma hora no cabelereiro? A própria assistente (dito assim, pois, na maioria das vezes, o avatar de voz é feminino) liga para o local e negocia com a atendente sobre as opções até que seja acertado um horário ou outras questões de acordo com o solicitado por você.

Não vejo nada de errado nisso, muito pelo contrário. Veremos cada vez mais a inteligência artificial em nossas vidas. Talvez de uma maneira que a gente nem perceba. Pouca gente que entra na Internet em busca de algo tem ideia da quantidade e complexidade de algoritmos para não somente compilar, mas filtrar e apresentar resultados cada vez mais adaptados ao perfil do usuário. Tudo para entregar a resposta mais precisa no menor tempo possível. Parece que foi apenas um clique, algo simples, e é essa a sensação que está sendo buscada. É o que chamamos de “simplicidade sofisticada”.

A revolução digital nos trouxe uma outra dimensão sobre o volume de informações que temos a disposição ou pode ser gerado sobre o que o mundo hoje faz, compra, usa, busca, deseja e outra infinidade de novas probabilidades para se compreender ou entender cada vez mais sobre praticamente qualquer coisa. São os tempos da big data.

Porém, informação sem que se faça um extrato adequado, sem que se provoque as perguntas corretas, são como já diz o velho jargão, apenas um “bando de dados”. Extrair essa informação é um dos grandes desafios das empresas atualmente. E não é um problema apenas do Brasil. Faltam “mundialmente” bons analistas desse tipo de informações. Gente que consiga se debruçar no universo do analytics, cruzando indicadores antes improváveis e até mesmo impossíveis de serem corretamente mensurados, em busca de melhores respostas.

De maneira a tentar encurtar a distância entre a informação coletada e o insight que pode ser gerado, uma das mais importantes questões está justamente no avanço e da democratização da Inteligência Artificial. Uma das críticas que tenho feito atualmente é que a Inteligência Artificial ainda permanece nas mãos de algumas poucas empresas do mercado, liderados por companhias de grande porte, como, por exemplo, IBM, Google, Apple, Amazon e Microsoft.

Diferente de praticamente todos os outros tipos de soluções que já foram criadas, onde você pode facilmente encontrar uma fagulha de inovação ou uma semente de renovação dentro dos diversos ecossistemas de startups, quando falamos de inteligência artificial ainda estamos nos passos onde tudo o que precisa ser de alguma maneira “conectado” à alguma inteligência artificial já existente, ainda necessite do recurso gerado pelos grandes players do mercado.

Watson (IBM) e Sophia (o robô), ao invés de ganharem irmãos ou novos amigos, estão ganhando filhos. Está aberta a oportunidade para quem quiser fazer diferente.

*Imagem reprodução

http://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/05/23/mas-e-a-i/?utm_campaign=mc_news_2305&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

BYTON: O PRIMEIRO CARRO 5G DO MUNDO

POR INNOVATION INSIDER | 01 MARÇO 2018

 Ele tem tudo que um Tesla tem, mas tem algo que nenhum Tesla tem: conectividade 5G.

Aqui no MWC ele chama a atenção porque é o único que pode oferecer esse protocolo de conectividade, o que significa que o BYTON rompe a barreira da velocidade de conexão enclausurada até agora no 4G ( que para nós já estava bom, e na verdade ainda quebra um baita galho), para entrar no campo gravitacional da exponencialidade.

Se você entrar no stie do fabricante chinês do BYTON, vai ver que eles posicionam seu modelo como um smart device. Só que grandinho, né? Mas em verdade, é isso mesmo.

O BYTON, como serão todos os carros conectados com o 5G, são aparelhos móveis que, em vez de apenas fazer chamadas telefônicas, navegar na internet, mandar e receber mensagens, disponibilizar conteúdos e manipular outros apps, como fazem os nossos smartphones, ele é tudo isso e mais um carro elétrico autônomo. Percebeu?

Um dia, no futuro, quando você estiver com seus netinhos, poderá dizer …. “eu vi o primeiro carro 5G do mundo …”.

Seu netinho ou netinha, certamente, vão rir de você. Porque todos os carros serão 5G. Ou algo ainda mais complexo.

Seja como for, o BYTON merece uma navegada no site da empresa para você entender onde está o estado da arte da indústria automotiva, como o 5G anaboliza isso e entender também que os carros serão pontos de contato altamente importantes para as marcas e o marketing.

Se está tudo conectado e o carro anda sozinho, o que os passageiros (não vai ter motorista, certo?) vão ficar fazendo? Consumindo as mensagens da sua marca, óbvio.

http://innovationinsider.com.br/byton-o-primeiro-carro-5g-do-mundo/

3 boas razões para transformar os chatbots em aliados no atendimento

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A era em que as empresas comandavam as relações de consumo chegou definitivamente ao fim. No lugar, surgiu o consumidor 5.0, que não aceita menos do que um atendimento de excelência e um produto de qualidade. Ele é ultraconectado, bem informado e pode tanto promover uma marca gratuitamente quanto contribuir para que a companhia feche as portas. Diante desse cenário, as empresas se viram em um impasse: como encantar, satisfazer e fidelizar o cliente 5.0?

A chave está em entender qual problema ele quer resolver, quais são os gostos e preferências, o que busca, como pensa e o que considera importante no relacionamento com as marcas. Difícil? Se você tiver a tecnologia como aliada, tudo se torna mais simples. Dentro desse contexto, há uma ferramenta muito útil – e melhor, válida para companhias de todos os tamanhos e ramos de atuação – que pode reunir esse conhecimento sobre o consumidor com agilidade e assertividade: o chatbot.

A tecnologia cognitiva dos chatbots permite identificar o contexto da conversa de forma rápida, para propor as melhores soluções ao cliente em linguagem natural, muito próxima da humana. Além disso, eles são capazes de aprender continuamente, com o apoio do profissional de tecnologia, conforme as interações vão acontecendo.

Outro benefício dos chatbots é que eles podem ser utilizados em diferentes necessidades, desde pesquisa de satisfação,  atualizações cadastrais, até campanhas de marketing e pós-venda, atuando como a interface entre a empresa e o cliente. Eles não se limitam a necessidades conhecidas e podem ser incluídos em qualquer projeto, oferecendo uma ampla gama de possibilidades, por ser uma das mais inovadoras formas de abordar clientes e prospects.

A automação e agilidade nos processos é outro diferencial dos chatbots. Eles permitem a interação com milhões de pessoas ao mesmo tempo, sem filas, aprimorando a relação empresa-cliente. Dados de mercado revelam que o ganho em economia fica próximo dos 95%, aliando a estratégia dos seres humanos com a operacionalidade dos chatbots.

Para ficar ainda mais claro, traço três principais motivos para adotar os chatbots e, assim, elevar a relação de clientes e marcas a um patamar muito mais inteligente, simplificado e eficiente:

  1. O futuro é conversacional

Pesquisas recentes mostram que os chatbots devem assumir as interações entre empresas e consumidores em breve. Isso porque os consumidores, principalmente os 5.0, não querem esperar para ter seus problemas resolvidos ou para serem atendidos. Muitos deles já descobriram nas mensagens instantâneas a forma mais rápida e assertiva de encontrar as respostas. Além disso, preferem estabelecer uma conversa inteligente e informal com as companhias.

  1. User experience na prática

O Gartner revelou que, em poucos anos, 89% das empresas estarão competindo pela experiência do consumidor. Nessa batalha, que nem sempre se trata de um “acordo de cavalheiros”, vencerá quem oferecer o que o cliente busca, e não necessariamente o produto ou serviço com mais recursos, interfaces, funcionalidades. É preciso começar já a conhecer o seu público-alvo! E não há maneira mais rápida, eficiente e próxima do que os chatbots.

  1. Mimos? Sempre!

O consumidor 5.0 adora ser surpreendido. Precisa ter a percepção clara de que não é apenas um em um milhão de clientes. Para isso, a personalização é fundamental e está explícita nos chatbots. Com o chatbot você pode perguntar, por exemplo: “O que te deixaria ainda mais feliz com a nossa marca?” “Desconto?” “Promoções?” “Mais unidades?”. As possibilidades são infinitas.

Portanto, se você está buscando uma forma segura, personalizada, inteligente, simples e que, ao mesmo tempo, ofereça escala com investimentos atrativos para se relacionar com o novo perfil de consumidor, os chatbots são, sem sombra de dúvidas, grandes aliados.

Rafael Barin é gerente comercial para pequenos e médios negócios na Zenvia

http://adnews.com.br/adarticles/3-boas-razoes-para-transformar-os-chatbots-em-aliados-no-atendimento-ao-cliente.html