Publicitários brasileiros criam device que torna inteligentes carrinhos de supermercados

O Bolt Cart tem um sistema nas rodas que gera 100% de energia limpa usada para carregar os smartphones dos clientes. O dispositivo também contém um módulo de GPS que rastreia o comportamento do consumidor dentro da loja,

Pyr Marcondes – 21 de maio de 2018

 

Em um mundo cada vez mais conectado, as pessoas usam seus smartphones durante as compras, não apenas para verificar sua lista de produtos, mas também para conversar, comparar preços e até entreter os filhos. Mas, às vezes, as compras podem levar tempo e a bateria do telefone pode desaparecer em questão de minutos.

Os Criativos André Felix e Eduardo Marques, que atualmente vivem em Los Angeles, criaram um produto independente em parceria como uma Start-Up na California, a One off Effects llc..

O insight, segundo os brasileiros, surgiu quando um deles foi até o supermercado e, ao receber a lista de compras via whatsapp, o celular já não tinha bateria suficiente e alguns intens da lista foram esquecidos.

“O Bolt Cart transforma qualquer carrinho de supermercado em um carrinho inteligente. Um sistema nas rodas gera 100% de energia limpa usada para carregar os smartphones dos clientes. O dispositivo também contém um módulo de GPS que rastreia o comportamento do consumidor dentro da loja, fornecendo dados úteis para o supermercado e protege o carrinho de ser roubado.” Comenta André Felix

“O Bolt Cart muda a experiência de compra do cliente. O sistema é implementado através de um kit de fácil instalação e pode ser instalado em praticamente qualquer carrinho de compras. Quanto mais o carrinho se move, mais energia é gerada e tem uma bateria que acumula energia para a próxima pessoa.” Comenta Eduardo Marques

Os testes já foram validados pela One off Effects llc. e agora a empresa está trabalhando na patente do produto e no protótipo final.

Créditos:

André Felix – Creator of Bolt Cart

Eduardo Marques – Co-Creator of Bolt Cart

Benjamin McKe – Engineer, Co-Creator of Bolt Cart – OneOffEffects

Bruno Regalo – Art Director and Product Designer

Rubens Angelo – Movee – Motion graphic and 3D

Commercial Music Production Company: Jamute

Music producer: James Pinto and Bruno Villamaior

Account manager: Paula Galacini

Production coordinator: Julianna Zuppo and  Anderson Soares

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2018/05/21/publicitarios-brasileiros-criam-device-para-carrinho-de-supermercado-que-fornece-energia-eletrica-limpa-para-carregamento-de-celular.html

Adobe apresenta comando de voz para edição de imagens

 

13 de Janeiro de 2017  

Adobe Summit

A CES 2017 apresentou tantas coisas interessantes, que mesmo dias após o término da maior feira de tecnologia do mundo, ainda há espaço para falar sobre projetos originais e inovadores. Destaque para o crescimento dos devices e produtos que agora passam a ser comandados por voz.

Se você é designer já pode ter pensado algum dia: e quando essa tecnologia chegar ao universo da edição de imagens? Saiba que foi exatamente o que a Adobe mostrou no evento, em Las Vegas. Por hora, é apenas um projeto para facilitar a vida de quem usa os aplicativos da empresa. O vídeo abaixo traz uma ideia do que esse recurso pode fazer.

A expectativa, por enquanto, é que a tecnologia ajude os profissionais apenas nas tarefas mais básicas, poupando um pouco de tempo e esforço manual dos designers. Já os trabalhos mais complexos vão continuar dependendo do feeling manual do editor e outras opções da ferramenta de edição.

Ainda assim, a ideia parece superinteressante e abre mais um leque de possibilidade para os recursos de comando de voz no futuro. Confira o filme demonstrativo:

O que a propaganda espera para o mobile em 2016

Tente se lembrar de momentos do seu dia em que seu smartphone não esteja presente. Provavelmente eles existem, mas é igualmente provável que sejam raros. E a tendência, para a alegria dos entusiastas da tecnologia, é que se tornem cada vez mais escassos.

A presença de dispositivos móveis é cada vez mais forte em nosso cotidiano, fazendo como esses aparelhos sejam praticamente uma extensão de nossos corpos. Para confirmar a veracidade dessa afirmação, basta fazer um simples exercício: observe ao seu redor, as pessoas nas ruas, no transporte coletivo e até nos particulares (apesar de todo o sabido perigo que o uso de celulares ao volante pode significar). Cabeças curvadas, olhos atentos e dedos ágeis voltados para um pequeno (ou nem tanto) objeto que hoje corresponde, por exemplo, a maior fatia das buscas na maior plataforma de pesquisas do mundo, o Google, ultrapassando o desktop e atingindo a marca de 1,4 bilhões de usuários no final do ano passado.

Para se ter uma ideia do crescimento da importância do mobile no mercado brasileiro nos últimos abis, vale atentar para os números de um estudo realizado pelo eMarketer no segundo semestre de 2015. Segundo o levantamento, houve um crescimento estimado em 120% dos investimentos em publicidade para dispositivos móveis no Brasil no ano passado, com uma cifra que ultrapassou a casa dos US$ 500 milhões. Para este ano, a previsão da plataforma é que o investimento global em publicidade mobile seja de US$ 100 bilhões, o que representa mais de 50% do total que é investido em campanhas digitais.

Olhando para este cenário, em que os dispositivos móveis deixam de ser a “segunda tela” para ocupar lugar de destaque na vida do consumidor, é fácil deduzir que 2016 tem tudo para ser “o ano do mobile”. Não é necessário ser nenhum expert no assunto para entender sua dimensão, mas como não há nada melhor que ouvir quem lida com o fenômeno na prática, perguntamos a três executivos de agências o que o mercado publicitário pode esperar para o mobile este ano. Confira o que eles disseram sobre o assunto:

Tiago Lucci, Diretor Criativo da SapientNitro Brazil

“É tentador para as marcas ocupar um espaço de atenção na tela dos consumidores, mas se tornou muito mais difícil alcançar a permissão deles para isso. Os smartphones têm uma característica emocional completamente diferente dos outros devices: eles são íntimos de seus proprietários. Ocupam seus bolsos, suas bolsas. Dormem na mesma cama. Vão junto para o banheiro. Sabem onde você vai e onde está agora. Você o segura com as duas mãos e o traz para perto do rosto. Muitas vezes, até esconde a tela dos olhares alheios.

É por isso que receber uma publicidade no celular se torna muito mais invasivo do que em qualquer outra tela ou papel. Ele faz parte da sua privacidade. E ninguém gosta de ter a privacidade violada. O celular, mais do que qualquer outra mídia, convida a publicidade a fazer algo que ela não está acostumada a fazer: ser interessante para as pessoas. Da mesma forma que você não gosta de pessoas chatas na sua lista do WhatsApp, também não vai querer marcas chatas ocupando a tela do seu smartphone.

Existem muitas formas de ser interessante para o consumidor, mas vou ressaltar apenas dois caminhos pelos quais as marcas podem oferecer mais relevância para as pessoas em 2016: por atividade e por localização. Pensar em formas criativas de interagir com as pessoas durante uma atividade que elas praticam no celular e entregar algum conteúdo relevante considerando o momento e o local onde a pessoa se encontra.”

Fabio Simões,  Diretor Executivo de Criaçāo da FCB Brasil

“A penetração dos smartphones na classe C e a transformação do celular como principal porta de entrada para o mundo digital vai ter um impacto grande em como você comunica sua marca. Isto acontece não só por ser a plataforma de mídia que mais cresce, mas pelo momento de crise que pede uma comunicação que tenha uma ligação mais direta com a compra. Entre as inúmeras inovações que vão surgir, estas para mim são as que vão influenciar o nosso dia a dia: vídeo vertical, redes sociais viram redes de conteúdo, Instagram Ads e 360 & VR.

Mexa-se para não ficar irrelevante. O celular é o único item que nos acompanha da manhã a noite, do trabalho as férias, do banheiro ao chuveiro, vestidos ou pelados.”

Kaue Lara Cury, Diretor de Integração da AlmapBBDO

“Desde alguns anos escutamos falar que é a vez do mobile, que agora sim a publicidade mobile iria voar e tudo mais. O que mais me afligia nesse discurso é que o usuário de mobile ainda não estava conectado e maduro o suficiente para que esse boom acontecesse, e o reflexo desse despreparo foi sentido nas expectativas não alcançadas para o meio.

Ainda existem muitos pontos a serem evoluídos e trabalhados. O número de usuários é alto, mas o hábito bem diferente comparado com o Desktop, principalmente quando falamos de conversão. Muita gente pesquisa pelo celular, pouca gente efetiva a compra. Como sempre defendemos aqui na Almap, entender a função de cada meio e incluí-lo da melhor maneira na jornada de cada um dos nossos targets é a chave para tornar o meio relevante, não apenas uma promessa. Outro ponto é conseguir analisar a audiência do meio. Tem Mobile Site, Tablet Site, APP para iOS, para Android, para Windows. Enfim, ainda teremos um tempo navegando sem muito saber o norte real dos números que alcançarmos, mas os parceiros de pesquisa já estão se mexendo para melhorar isso também.”

Por Mariana Ramos – 

http://www.adnews.com.br/publicidade/o-que-a-propaganda-espera-para-o-mobile-em-2016

Novo comercial do Itaú apresenta soluções digitais para empresas

Com o objetivo de promover soluções digitais para clientes empresas, o Itaú lança nesta semana uma nova campanha criada pela DM9DDB.

Sob o mote “corte os cliques da sua empresa”, a campanha terá veiculação nacional que inclui comercial para TV aberta e fechada, mídia online e anúncios para revistas, jornais e rádio.

O filme “Digitando” já está disponível no canal do banco no Youtube. Confira abaixo:

Segundo Fernando Amaral, diretor de Marketing Varejo do Itaú Unibanco, as soluções digitais do banco estão cada vez mais integradas aos negócios dos clientes “Buscamos a eficiência em todos os nossos processos para oferecer produtos e serviços que tragam agilidade e comodidade também para a rotina dos clientes pessoa jurídica”, ressalta Fernando. “A utilização de recursos tecnológicos está alinhada a estratégia digital do banco para se aproximar dos clientes e atendê-los da maneira mais conveniente possível”, completa o executivo.

Ficha Té​cnica

Agência: DM9DDB
Cliente: ITAÚ UNIBANCO S/A
Produto: ITAÚ EMPRESAS
Título: Digitando
Criação: Marco Versolato, Leo Macias e Zico Farina
RTVC: Fabiano Beraldo, Juliana Brasileiro Henriques e Ana Lucia Marques
Atendimento: Marcelo Passos, Suzana Poli, Marcelo Trivilato e Mariana Carvalho
Mídia: Adrian Ferguson, Patricia Blanco, Beatriz Louzão e Camila Mercadante
Planejamento: Laura Chiavone, Lilian Galarraga e Thais Sumida
Digital Interactive: Igor Puga, Eduardo Martin e Leonardo Santos
Produtora Imagem: Delicatessen Filmes
Diretor: Gustavo Leme
Produtores Executivos: Renata Dumont
Direção de Fotografia: Rhebling Jr
Montagem e pós produção: Equipe Delicatessen Filmes
Finalização: Pix Post e Delicatessen Filmes
Produtora Som: Jamute
Locutor: Mauro de Almeida
Produção Gráfica: Clariana Costa e Nereu Marinho
Fotógrafo: Ricardo Barcellos
Ilustração: BIG Estúdios
Artbuyer: Clariana Regiani da Costa e Alessandra Salles
Tratamento de Imagens e less: 247id
Aprovação Cliente: Fernando Chacon, Fernando Amaral, Adelaide Simões, Adriana Cocco e Lucilene Suzin

Redação Adnews – 09 de setembro de 2015 · Atualizado às 11h44

http://www.adnews.com.br/publicidade/novo-comercial-do-itau-apresenta-solucoes-digitais-para-empresas

Me chama que eu vou, telespectador

Como o consumo complementar de televisão abre oportunidades para conhecer melhor o telespectador e ser mais efetivo em ações de marketing

1,15 Kg, esse era o peso do primeiro celular criado. Um dos modelos lançados mais recentemente não chega a 10% disso e conta com um arsenal de recursos muito maior que seu antepassado. E, um dos principais fatores desta evolução é a necessidade de mobilidade e de se manter conectado.

Se no princípio essa conectividade estava mais relacionada ao ambiente de trabalho, agora esse fenômeno já pode ser observado em várias outras atividades, entre elas, as relacionadas ao entretenimento. Por isso, se torna cada vez mais necessário um entendimento 360 graus de quem fica o tempo todo conectado.

O consumo complementar de TV, ou seja, aquele que ocorre em outros equipamentos, telas ou formatos além da transmissão tradicional, já alcança 18% dos brasileiros de acordo com os dados mais recentes do Target Group Index. Porém, a questão aqui não é uma comparação de proporções com a quase unanime forma tradicional de TV. A medição 360°, do IBOPE Media, se propõe a compreender o comportamento de consumo de conteúdo televisivo sob uma perspectiva cada vez mais ampla.


Formatos de consumir conteúdo televisivo


Um fanático por filmes pode se aventurar em uma biblioteca de vídeos sob demanda durante todo seu final de semana. Em outra casa, um telespectador grava o capítulo final de sua novela favorita, enquanto um torcedor, que está no transporte público, assiste os minutos iniciais de um jogo decisivo na TV de seu celular. A estruturação dessa linha de raciocínio exemplifica a gama de possibilidades que os telespectadores têm acesso ao consumirem conteúdo televisivo, conforme observamos no gráfico anterior.

Ao analisar detalhadamente as informações de consumo de televisão no celular por meio da transmissão digital terrestre (TDT Mobile), nota-se resultados que reforçam o exemplo do torcedor de futebol descrito anteriormente.

Fica clara uma inversão na ordem de importância de alguns gêneros de programação que se fundamentam sobre o conceito de “Best Possible Screen” e também sobre a Perenidade do Conteúdo. Não é a toa que os gêneros Futebol, Esportes e Jornalismo sobem de posição no ranking de TDT Mobile. Para esses conteúdos de baixa perenidade, ou seja, que tendem a ser mais consumidos no momento da transmissão, o device disponível passa a ser o melhor e, nesse caso, ele se apresenta por meio da transmissão digital terrestre no celular.

Esse conceito fica reforçado quando observamos as curvas de consumo ao longo do dia. Nota-se que o horário nobre no aparelho mobile ocorre entre 12 e 14 horas, o que pode ser explicado, por exemplo, pelo fato de a pessoa estar fora de casa em horário de almoço ou mesmo em trânsito antes ou depois da escola. A questão de deslocamento também pode ser um dos motivos pelos quais o segundo pico de consumo ocorre antes do horário nobre da medição Live, de modo que o telespectador faz uso do celular até chegar em casa e depois migra para o televisor convencional.

Quando se analisa o perfil desse telespectador complementar, nota-se que a faixa de 35 a 49 anos concentra 68,6% dessa audiência, percentual bastante distinto dos 22,5% de quem consome de maneira tradicional. De acordo com dados do Target Group Index, é justamente a faixa de 35 a 49 anos que concentra mais pessoas que trabalham, com 35,4%.

Um melhor entendimento desse telespectador mobile não se faz necessário somente para quem produz conteúdo ou para quem compra espaço de mídia para anúncios. Mas para todo o ecossistema midiático, tendo em vista que uma ação cruzada pode contribuir para comunicar com maior eficácia uma marca ou produto.

Também de acordo com dados do Target Group Index, o percentual de pessoas que participou de alguma promoção pelo celular é maior entre aqueles que consumiram TV pelo aparelho do que na média população. Eles também se mostram mais interessados nesse tipo de aproximação por parte das empresas, como é possível observar na tabela a seguir.

Ao longo dos próximos anos, emissoras, agências e anunciantes terão que explorar uma riqueza cada vez maior de informações disponíveis no ecossistema de televisão. Com isso, será possível integrar ações, otimizar investimentos e desenvolver métricas que melhor representem o comportamento 360° desse telespectador. Este cenário desafiador abre oportunidades para se continuar testando e aprendendo novas formas de adicionar valor aos negócios

Artigos & Papers 17/08/2015

http://www.ibopemedia.com/me-chama-que-eu-vou-telespectador/