Falta de tempo para retirar compras atrapalha click & collect no Reino Unido

O click & collect pode ser uma ótima opção para o consumidor. Mas imprevistos acontecem. O cliente pode fazer a compra para buscar no dia seguinte e ficar até mais tarde no trabalho, ter problemas com o trânsito e não chegar a tempo para encontrar a loja aberta, etc.

Para os moradores do Reino Unido, essa dificuldade é real. De acordo com uma nova pesquisa da Barclaycard, a chance de um consumidor ter problemas e acabar com as compras devolvidas ao estoque é de uma em sete. E a principal razão citada pelos consumidores é o “incômodo” do click & collect.

Outros motivos citados para não pegar compras realizadas nesta modalidade incluem longos tempos de espera (25%), pontos de coleta mal equipados (25%), dificuldade para encontrar a área de coleta (17%) e ter que pagar pelo click & collect (15% )

Cerca de 71% dos adultos do Reino Unido pesquisados ​​pela empresa agora usam o click & collect quando fazem compras online, mas o serviço está se mostrando notavelmente ineficiente tanto para os compradores quanto para os varejistas.

A modalidade de retirada em loja é considerada há muito tempo uma solução para o problema da última milha, ou seja, a entrega de mercadorias da loja ou depósito para o cliente final, o que geralmente prova ser o elemento mais difícil e caro de atendimento.

Mas a pesquisa do Barclaycard pinta um quadro diferente. De acordo com o relatório, cerca de £ 228 milhões (US$ 276 milhões) de mercadorias encomendadas não são cobradas a cada ano, caindo sobre os varejistas a responsabilidade de devolver o produto ao armazém ou redirecionar para outro canal de atendimento.

Apesar dessa estatística impressionante, as operações do formato bem administradas ainda beneficiam os varejistas, de acordo com a empresa financeira. 97% dos varejistas pesquisados ​​disseram que se beneficiaram de receita adicional como resultado da oferta de click & collect.

A pesquisa ecoa padrões similares relatados pela pesquisa da indústria e pelos mercados. O relatório observa a disseminação de novas opções de última milha no Reino Unido e em toda a Europa, incluindo lojas de encomendas e redes de lockers, entrega no local de trabalho, armários domésticos e entregas in-boot.

Uma forma de os varejistas aumentarem a atratividade do click & collect em particular, é oferecer aos compradores a chance de experimentar os produtos antes de saírem da loja, segundo Kirsty Morris, diretora da Barclaycard Solutions.

“Aprimorar a experiência de clicar e retirar é uma maneira potencialmente lucrativa para os varejistas preencherem a lacuna entre as compras online e nas lojas”, disse Morris.

 

Sete em cada dez consumidores usam smartphone para compras online

A popularização dos dispositivos móveis no país tem transformado a forma com que o brasileiro faz suas compras pela internet. É o que aponta um estudo feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Os dados mostram que 86% dos consumidores conectados realizaram ao menos uma aquisição em lojas online nos últimos 12 meses e os smartphones foram o meio mais utilizado por praticamente sete em cada dez (67%) entrevistados. Em segundo lugar, aparecem os notebooks (39%), seguidos dos desktops ou PCs (39%).

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a participação dos dispositivos móveis nas compras pela internet deve crescer ainda mais, principalmente pela praticidade e agilidade que oferecem. “Com a evolução da tecnologia, comprar pelo celular ficará cada vez mais fácil. O próprio varejo tem pela frente um enorme potencial de desenvolver produtos personalizados e experiências customizadas para esse consumidor”, observou.

Os produtos mais adquiridos pela internet são vestuário, calçados e acessórios (43%), eletrodomésticos (36%), smartphones e celulares (34%), entrega de comida por delivery (30%), artigos para casa (29%) e cosméticos ou perfumes (29%). Considerando os tipos de loja online preferidos para compras estão as cadeias de varejo nacionais (90%), os sites de compra e venda de produtos novos ou usados (50%), os varejistas internacionais (30%) e os portais de ofertas e descontos (23%).

Uma tendência que chama atenção na pesquisa são as compras realizadas nas redes sociais. Um terço (33%) adquiriu algum produto ou serviço por meio do Facebook, Instagram, Youtube ou WhatsApp no último ano, sendo que desses, 63% mencionaram ter comprado de varejistas nacionais na maioria das vezes. Outros 57% costumam escolher os portais de compra e venda de produtos novos ou usados. Já 38% são impactados por varejistas internacionais e 27% pelos sites de ofertas e descontos.

O levantamento aponta ainda que, nos últimos 12 meses, cada comprador online fez, em média, sete aquisições na internet. O gasto médio para levar os produtos para casa foi de R$ 307,76, valor que passa para R$ 359,43 entre os homens. Entre as formas de pagamento, 67% utilizam principalmente o cartão de crédito, seguido do boleto bancário (48%). Destaque para o uso do cartão de crédito virtual, gerado exclusivamente para compras online, que chegou a 15%. Além disso, 63% receberam oferta de desconto para pagamento das compras à vista, principalmente no boleto bancário (38%).

Ainda que os consumidores conectados já se sintam mais seguros em gastar online, seis em cada dez entrevistados reconhecem que o medo de fraudes os levam a comprar menos do que gostariam na internet (61%). Praticamente todos garantem tomar algum cuidado em suas aquisições virtuais (97%) e as principais precauções são: realizar compras apenas em canais conhecidos ou indicados (49%), evitar cadastrar dados do cartão de crédito para compras futuras (34%) e selecionar meios de pagamento em que confiam para pagar (33%). Por outro lado, 39% disseram que se sentem mais seguros quando encontram um baixo índice de reclamações nas redes sociais ou em sites e 35% se o site apresenta um sistema de pagamento certificado.

“Nas aquisições feitas pela internet é preciso tomar cuidado com criminosos que agem por meio de sites falsos, muitos até roubam dados sigilosos dos consumidores sem que eles saibam. O comércio eletrônico no Brasil já amadureceu, mas vale ficar atento a ofertas muito agressivas”, alerta o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

Os resultados da pesquisa apontam que o comércio eletrônico conquistou de vez a confiança dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 82% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 11% que se dizem arrependidos. Além disso, a maioria costuma voltar à mesma loja online. Nove em cada dez (91%) entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site, aplicativo ou perfil de lojas em redes sociais, principalmente pela confiança na loja ou marca (42%), pelo fato de não terem tido problema na experiência anterior (37%) e em virtude dos melhores preços (33%).

Os fatores que mais pesam na escolha de um site de compras são frete grátis (48%), preço mais baixo (47%) e promoções (41%). Questionados sobre quais aspectos os fariam comprar mais pela internet, 62% destacaram o frete grátis. Para 34%, o maior diferencial é poder trocar ou devolver na loja física o produto adquirido na loja online. Outras vantagens destacadas são menor tempo de entrega (33%) e possibilidade de retirar os produtos na loja física (31%).

Em um país com grandes dimensões geográficas, a logística de entrega acaba sendo um desafio. Ainda mais diante de um consumidor online cada vez mais exigente. O estudo revela que nove em cada dez (91%) entrevistados preferem receber os produtos comprados em casa ou no local combinado e somente 7% retiram o item pessoalmente na loja. Além, disso, 25% costumam pagar um maior valor de frete para receber em um tempo mais rápido as compras — percentual que cresce para 27% nas classes C, D e E.

Acostumado a buscar as informações que precisa para tomar suas decisões de compra, o consumidor conectado leva em consideração a opinião e a experiência de outros clientes. Quando pesquisam produtos e serviços, 53% dos entrevistados dizem avaliar antes os depoimentos de pessoas que já compraram, enquanto 52% mencionam olhar a ficha técnica e especificações do produto. Outros 43% observam os detalhes das fotos do produto e 30% os selos de segurança e garantia.

“As redes sociais mudaram radicalmente a forma como as lojas e os consumidores interagem, estabelecendo critérios mais rígidos de qualidade a partir da opinião dos próprios usuários. A falta de transparência pode arruinar a reputação de uma marca ou mesmo de uma empresa em questão de dias”, ressaltou o presidente do SPC Brasil.

Embora os brasileiros que compram pela internet estejam satisfeitos com as aquisições feitas, nem sempre a experiência é positiva: um em cada cinco (22%) consumidores garante ter enfrentado problemas na última compra online. As principais queixas envolvem entrega fora do prazo (10%), não recebimento do produto (5%), produto diferente do anunciado (4%) e recebimento de item danificado (4%). A grande maioria, contudo, afirma não ter tido algum tipo de problemas (76%).

Quando algo sai errado, 47% relatam conseguir resolver o problema, sendo que 18% tiveram o produto trocado, 13% foram reembolsados ou indenizados e 11% ficaram com crédito na loja. No entanto, praticamente a mesma proporção afirma que não houve solução das queixas (46%). Nesse caso, 14% desistiram de correr atrás do prejuízo, outros 14% entraram em contato diretamente com a loja e aguardam retorno e 8% abriram registro de reclamação nos órgãos de defesa do consumidor.

Compras online e mobile ultrapassarão R$ 270 bilhões em 2020

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A aquisição de produtos e serviços à apenas alguns cliques deve movimentar mais de R$ 270 bilhões no Brasil, segundo estimativas da Ipsos que prevê crescimento de 18% nas compras online no próximo ano e de 17% em 2020. Já as compras via smartphone devem aumentar 35% em 2019 e 34% no ano seguinte, montante de R$ 103 bilhões.

Entre as empresas que apostam no movimento está a varejista Magazine Luiza que no quarto trimestre do ano passado, a participação do comércio eletrônico no total das vendas subiu para 32,3 % ante 26,4 % um ano antes.

O cenário é promissor. Nos primeiros quatros meses, o país superou a marca de um smartphone por habitante, são 220 milhões. Num total de 92% da população que prefere navegar pelas redes sociais e fazer compras online pela telinha.

Cenário

Do valor total gasto online (últimos 12 meses):

62% foram em sites brasileiros por meio de app ou website

16% em market places via app ou website

13% em sites estrangeiros por meio de app ou website

9% via redes sociais

Participação dos gastos online por tipo de dispositivo (últimos 12 meses):

65% se deram via desktop, notebook e laptop

14% via smartphone

5% via tablet

Motivos para projeções de aumento dos gastos online (próximos 12 meses)

Conveniência na hora de comprar online (63%)

Mudança no rendimento disponível (46%)

Aumento no número de plataformas de comércio online (32%)

Mudanças na economia (25%)

Top 5 das categorias de produtos adquiridos online (últimos 12 meses)

65% calçados e acessórios

55% equipamentos eletrônicos, computadores/tablets/smartphones

51% eletrodomésticos, utensílios domésticos e móveis

50% produtos de beleza e cosméticos

44% ingressos para cinema, teatro, shows e eventos esportivos

O levantamento foi realizado pela PayPal em parceria com a Ipsos,, é a quarta edição de sua pesquisa “Perfil do Consumidor Online”. No total, foram ouvidas mais de 34 mil internautas em 31 países.

http://adnews.com.br/internet/compras-online-e-mobile-ultrapassarao-r-270-bilhoes-em-2020.html

Realidade aumentada é destaque entre as novidades do Facebook

 

18 de Abril de 2017

facebook

Começou hoje (18) o F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores, que acontece na Califórnia e se dedica a explorar o que existe de mais quente em termos de inovação e tecnologia para a plataforma. O CEO da rede social, Mark Zuckerberg, abriu a conferência com uma apresentação sobre como a câmera é a primeira plataforma de massa para realidade aumentada. E é justamente por isso que o Facebook anunciou a sua principal novidade no evento: a Camera Effects Platform.

O novo recurso dará aos desenvolvedores a oportunidade de construir ferramentas de realidade aumentada para a câmera, via aplicativo, e conectando as pessoas de maneiras diferentes.

Confira abaixo os anúncios mais importantes realizados pela empresa hoje:

Camera Effects Platform

Dentro de uma ideia de inovação aberta, o objetivo é que o conjunto de ferramentas criativas dê a comunidade de artistas e desenvolvedores o poder de criar efeitos para a nova câmera do Facebook, desde molduras simples de fotos até efeitos mais interativos e máscaras, usando o que há de mais novo em tecnologias de realidade aumentada.

A Camera Effects Platform inclui dois produtos: o Frames Studio e o AR Studio. O primeiro é um editor online, agora disponível globalmente, que permite criar molduras para as fotos de perfil ou para a nova câmera do Facebook. Já o segundo, agora aberto para aplicações beta, pode ser usado para criar máscaras, efeitos de script, molduras animadas e outras tecnologias de realidade aumentada que reajam ao movimento, ao ambiente ou às interações durante transmissões ao vivo.

Mais detalhes sobre a Camera Effects Platform podem ser encontrados aqui.

Facebook Analytics mais inteligente

Quem também traz novidades é o Facebook Analytics, produto gratuito para acessar dados demográficos e medir o comportamento de clientes em todos os canais. A ferramenta ganhou novos recursos projetados para a compreender e otimizar a jornada completa do cliente por meio dos canais usados para interagir com ele, como um aplicativo e um site. Para conseguir os KPIs, o sistema passa a usar um aprendizado avançado de máquinas e inteligência artificial para acompanhar insights como alterações em compras de uma nova versão do seu aplicativo ou variações no engajamento entre pessoas de diferentes cidades.

Facebook Spaces

Outra surpresa é o Facebook Spaces, um novo aplicativo de realidade virtual, que permite que você esteja com seus amigos em um ambiente virtual interativo, como se todos estivessem na mesma sala. O recurso foi lançado em beta hoje, apenas para o Oculus Rift. Com ele, é possível visualizar conteúdos disponíveis no Facebook em realidade virtual, incluindo vídeos em 360 graus e fotos que podem transportá-lo para novos lugares. O usuário ainda pode desenhar no ar com um marcador virtual, que permite criar qualquer coisa, desde um chapéu decorativo até um tabuleiro de jogo da velha.

Abaixo, outras novidades interessantes anunciadas hoje:

  • Uma nova área “Discover”, que permite encontrar bots de uma maneira intuitiva, diretamente da tela inicial do Messenger.
  • Extensões de bate-papo, permitindo que várias pessoas conversem com o mesmo negócio ao mesmo tempo. É possível agora adicionar um bot diretamente em um grupo, compartilhando a conversa e a experiência.
  • O assistente de inteligência artificial do Messenger, M, agora permite encomendar pedidos pelo site delivery.com. Por exemplo, se você estiver conversando com amigos sobre o que escolher para jantar, M irá sugerir fazer um pedido. Toda a experiência pode ser feita no Messenger, desde o pedido até o pagamento.
  • Novas funcionalidades para jogos no Messenger, incluindo bots de jogos.
  • Respostas inteligentes que ajudam páginas a responder às perguntas mais frequentes recebidas por pequenas empresas, como horário de funcionamento e detalhes de contato.

http://adnews.com.br/social-media/realidade-aumentada-e-destaque-entre-novidades-do-facebook.html

Abril lança seu e-commerce com foco no mobile

 

21 de Outubro de 2016 09h – Atualizado às 09:57
Abril

O Grupo Abril apresenta ao mercado o GoToShop, a sua loja multiplataforma de produtos com curadoria das marcas da casa. Com o lançamento, os consumidores das marcas Info, VIP e Super, já podem comprar produtos de telefonia, cine e foto, TVs, games, computadores e muito mais na loja de Tecnologia, um dos diversos segmentos que irão compor a plataforma. O app é um passo importante na estratégia de atuação como marketplace e nasce com a missão de disponibilizar, ao público, a facilidade de comprar itens curados e vistos nas páginas impressas e digitais de suas revistas e sites.

Além do acesso a milhares de produtos, os consumidores podem contar com a opinião de especialistas da editora, que irão avaliar os escolhidos dentro de cada categoria. “Os segmentos escolhidos representam mais de 80% do potencial de consumo do mercado de compras online”, comenta Rodrigo Chinaglia, diretor de e-business da empresa.

A plataforma irá incorporar a loja de Decoração, com curadoria da marca Casa Claudia, lançada em julho, e também está previsto o lançamento de mais duas lojas: uma no segmento de Moda e outra exclusiva da Capricho.“O conceito de loja multiplataforma nasce da visão de oferecermos o acesso à compra de produtos em vitrines espalhadas nos diversos títulos e sites da Abril, acessados diariamente por milhões de consumidores”, afirma o diretor de Marketing do Grupo Abril, Tiago Afonso.

Outra novidade é o uso do recurso mobile view para direcionar os leitores até a página de compra do produto, apontando o celular para a página da revista com o aplicativo Blippar.

http://adnews.com.br/midia/abril-lanca-seu-e-commerce-com-foco-no-mobile.html

Brasileiros passam em média 4 horas por dia conectados a internet pelo celular, aponta pesquisa

 

15 de Setembro de 2016 – 

mobile

O mobile é tão usado para “conversar” quanto para fazer ligações (90%). Isso indica como o texto tem substituído a voz nas comunicações eletrônicas para mais pessoas e por mais vezes por dia. Também cresceu todo e qualquer tipo de atividade feita pelo celular: acessar e-mails (85%); navegar na internet (87%); buscar notícias, empregos e viagens (71%) e fazer chamadas (89%). Os dados fazem parte do MMA Mobile Report Brasil 2016, organizado pela MMA Latam e realizado pela Millward Brown Brasil e a NetQuest, com patrocínios das empresas Adobe, Adsmovil, In Loco Media e Logan. O estudo foi realizado com 1.200 homens e mulheres de 14 a 55 anos que possuem um aparelho celular ou tablete com acesso à internet.

Os maiores momentos de contato com o celular se dão ao acordar, na hora do almoço e ao deitar. Os Millenials são a geração que têm uma relação muito mais constante com os celulares, presentes em todos os momentos de ócio deles. Enquanto o brasileiro passa, em média, 3 horas e 14 minutos navegando no celular todos os dias, os Millenials ficam 4 horas por dia conectados à internet por meio de um dispositivo móvel.

Publicidade

Os usuários de internet estão mais propensos a clicar em publicidade online. Em 2015, apenas 41% afirmava não clicar em nenhuma propaganda, em 2016 este número reduziu para 32%. A exposição à publicidade no mobile praticamente duplicou desde 2015. O Youtube ultrapassou o Facebook e se tornou a rede onde os usuários mais reconhecem a visibilidade da publicidade. A atenção dedicada às mensagens publicitárias também aumentou consideravelmente. Em 2015, 30% dos Millenials nunca davam atenção à publicidades na internet versus 22% no estudo de 2016. A parcela desta geração que sempre dá atenção à publicidade na internet saltou de 9% para 13%, o mesmo ocorreu com o grupo que às vezes prestava atenção, que subiu de 62% para 65%.

As diferentes gerações são unânimes ao apontar “casa” como o melhor local para ver propaganda. O segundo melhor local para a geração Millenials é em um estabelecimento público, enquanto a geração X prefere quando está viajando. A média dos usuários que não clicam em publicidade online em hipótese alguma caiu de 41% para 32%. Os millenials se destacam como os mais resistentes (37%). As fotos de produtos aparecem como o formato de publicidade melhor aceito entre todas as gerações e o interesse na marca é a principal motivação para ver as propagandas.

Compras

Aproximadamente 4 em 10 usuários já efetuam compras via aplicativos. Compras de roupas, taxis e ingressos são as transações mobile mais realizadas pelos users. Os millenials são os que mais investigam comentários e recomendações de marcas e produtos antes de efetivar uma compra. As três principais categorias de interesse de cada geração são: Millenials: 1º celulares e informática/ 2º moda e acessórios/ 3º perfumes e cosméticos; Y: 1º celulares e informática/ 2º eletrodomésticos/  3º moda e acessórios; X: 1º celulares e informática/ 2º eletrodomésticos/  3º TV, Som, DVD, Fotos; Bommers: 1º eletrodomésticos/ 2º celulares e informática/ 3º TV, Som, DVD, Fotos

Plano de Dados

Aproximadamente seis entre 10 brasileiros avalia o plano de dados como ruim (48%) ou péssimo (13%), enquanto apenas 25% consideram “nem bom, nem ruim” e apenas 11% consideram bom e outros 3% excelente. Os números indicam uma inversão na avaliação deste serviço das operadoras em relação a 2015, quando ruim e péssimo somavam 16% das opiniões e mais da metade se dividiam entre bom (47%) e excelente (7%), além de outros 30% neutros. Apesar de o brasileiro estar mais crítico em relação ao serviço das operadoras, também aumentou o número de pessoas que possuem um plano de dados: de 60% para 67%.

Aplicativos

Outro dado que chama a atenção na pesquisa é que o uso de aplicativos é cada vez mais comum entre as pessoas. Atualmente, os brasileiros usam em média oito aplicativos por semana contra seis em 2015. 83% responderam que fazem download de novos apps e 34% possuem até dez apps em seus aparelhos. redes sociais são tão comuns e frequentes entre os usuários quanto o uso do celular para falar ou trocar mensagens. Facebook, Instagram e Snapchat são as redes sociais que mais diferenciam os mais jovens (millenials) dos mais velhos (boomers). Aplicativos mais pragmáticos, como de bancos e o Waze são mais comuns entre Gen X e Boomers

http://adnews.com.br/internet/brasileiros-passam-em-media-4-horas-por-dia-conectados-internet-pelo-celular-aponta-pesquisa.html

7 números que mostram como o mobile está transformando as viagens

24 de Agosto de 2016 11h – Atualizado às 11:59

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Atualmente, os dispositivos móveis e o Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados mesmo em movimento. A principal mudança é a forma como esses aparelhos complementam a experiência física da viagem.

Diante dessa realidade, as marcas têm esse desafio como alvo, tendo como aliado os dados móveis para proporcionar aos viajantes as informações que eles precisam, no momento em que precisam. Porém muitas empresas continuam replicando a experiência dos computadores nos dispositivos móveis.

Com isso em mente, a Adobe listou sete estatísticas que demonstram como os dispositivos móveis estão mudando a forma como os turistas de hoje planejam e compram suas viagens. Confira abaixo:

1. Em dezembro de 2015, pela primeira vez, os consumidores começaram a usar mais os dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que em computadores. Nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens.

2. Do total de pesquisas feitas via dispositivos móveis, 41% foram de um telefone celular e 11% a partir de um tablet. Os smartphones ultrapassaram os tablets pela primeira vez em abril de 2015.

3. Apesar de representar 52% da navegação, smartphones e tablets são apenas 21% das vendas de viagens.

4. A conversão no computador é duas vezes maior do que dos tablets e três vezes maior do que smartphones.

5. Apenas 44% dos entrevistados disseram que estão satisfeitos com os aplicativos móveis (48% para a web móvel).

6. A simplificação de tarefas é citada como o fator mais importante na experiência de viagem em dispositivos móveis (65%) e, entre os mais jovens, ter uma experiência mais personalizada foi a resposta escolhida (30% dos Millennials; 34% da Geração X).

7. Os entrevistados também estão abertos a novas tecnologias relacionadas a viagens, com 77% se dizendo satisfeitos com a entrada no quarto do hotel sem usar chaves. 

http://adnews.com.br/tecnologia/7-numeros-que-mostram-como-o-mobile-esta-transformando-viagens.html