Single’s Day: conheça os fatores de sucesso

 

Você provavelmente já conhece o Dia do Solteiro, ou Single’s Day, festival criado pelo Alibaba em 2009 e que se transformou no maior evento de consumo do mundo, mas talvez o que você não saiba são os motivos pelos quais ele se tornou esse fenômeno de sucesso.Em plena Semana do Brasil, muitos dos nossos clientes (varejistas e indústria) começaram seu planejamento para a Black Friday desse ano e foi exatamente essa a minha inspiração para escrever esse artigo, pois o Single’s Day pode e deve ser fonte de inspiração nesse processo.

VAMOS AOS NÚMEROS
Alcançando a marca de USD 30,8 bilhões em vendas em 2018, o evento que acontece em um único dia se tornou duas vezes maior que a combinação da Black Friday e da Cyber Monday nos Estados Unidos, que por sua vez alcançaram em 2018 a marca de USD 14,10 bilhões. Mais impressionante ainda é comparar esse desempenho com os números brasileiros. Em 24h de evento o Alibaba sozinho faturou duas vezes mais que todo o e-commerce brasileiro fatura em um ano, algo como USD 13 bilhões.

Chama a atenção também o volume de compras realizadas através de smartphones: inacreditáveis 91,2% de tudo o que foi vendido. Não é por acaso, o leapfrog tecnológico que acontece na China fez com que ela se tornasse uma sociedade Mobile Only (e não Mobile First como é no Ocidente), a única forma que a ampla maioria dos chineses tem para acessar a internet é o smartphone, não há notebooks, tablets ou desktops.

Como as empresas sabem muito bem do reinado absoluto dos celulares e da irrelevância dos demais meios, a experiência de compra passa a ser integralmente pensada e otimizada para o celular, tornando-a assim muito superior à experiencia em um desktop, gerando um círculo virtuoso – todos usam o celular, ele é a única forma de comunicação e entrega a melhor experiência – não há motivos para não comprar através dele.

FATORES DE SUCESSO

DATA: o Alibaba precisava de uma data que não impactasse a performance de outros picos de venda já estabelecidos, bem como gostaria que o evento acontecesse em um período em que o consumidor chinês tivesse seu poder de consumo restaurado. O Single’s Day acontece bem no intervalo dos dois principais picos de venda do varejo chinês, o período Pré-Golden Week (o feriado de uma semana do Dia Nacional da China onde todos os chineses podem voltar para suas cidades natal – e claro que levam muitos presentes) e o feriado do Ano Novo Chinês, que acontece na virada de janeiro para fevereiro.

COMEMORAÇÃO: muito mais que um dia de vendas e descontos, o Single’s Day é uma grande comemoração. Toda a China é tomada por um clima de excitação e de comemoração, muito além das promoções, o festival traz para o consumidor chinês uma série de eventos que ele espera o ano todo para ver e experimentar. É durante esse período que o Alibaba e as grandes marcas trazem para a China grandes shows com os maiores artistas internacionais, eventos esportivos com os principais atletas do mundo, inúmeros eventos de ativação das marcas.

Sabe aquela excitação de assistir ao vivo um show que você sempre sonhou? Pois bem, é no Single’s Day que isso acontece na China.

ENGAJAMENTO: Alibaba e as maiores marcas do mundo sabem como ninguém engajar os consumidores e mantê-los dessa forma durante todo o festival. Valendo-se das infinitas oportunidades que o mobile oferece, as marcas inventam e reinventam formas de ativar o consumidor. Como, por exemplo, boa parte dos descontos ou acesso a itens exclusivos só podem ser usufruídos pelos consumidores se eles se engajarem de alguma forma, seja chacoalhando o celular em um momento exato do evento ou através da dinâmica See Now/Buy Now onde o consumidor compra na hora as peças da coleção que estão sendo exibidas ao vivo na passarela, tudo isso enquanto conversa ao vivo com os designers das roupas, participam através de pesquisas online e interagem com os KOL (Key Opinion Leaders – como os influenciadores são chamados na China).

Exemplo de ativação: enquanto os shows acontecem ao vivo os consumidores devem jogar um game acompanhando a música e, caso consigam uma pontuação mínima, passam a ter acessos aos descontos.

PROMOÇÕES E ATIVAÇÕES
Claro que há descontos e promoções. De acordo com o VENNData Double 11, em categorias chave o desconto médio chegou a ser 30%.

Mas não são apenas descontos que são oferecidos, as marcas passaram a explorar a venda de itens exclusivos ou combos promocionais que só podem ser adquiridos nesse dia. Não preciso nem dizer que esses itens exclusivos e com tiragem limitada são vendidos com preço premium e que acabam em poucos minutos ou horas.

Air Jordan 4 da Nike, produzidos e vendidos exclusivamente para o Single’s Day.

As marcas usam também o dia como uma das suas principais plataformas de ativação da sua estratégia de marketing e comercial, como a Nike, que oferece seus descontos e acesso a itens exclusivos apenas para os membros do seu programa de fidelidade Nike+.

Aqui estão outros cinco exemplos interessantes de como as marcas estão usando o Dia do Solteiro para entregar suas estratégias: https://www.referralcandy.com/blog/global-brands-singles-day/

Superapps ainda vão dar o que falar!

“Superapps” são aplicativos que concentram em um só lugar vários tipos de serviços que as pessoas usam com frequência.

O modelo de negócio tem como maior valor a comodidade ao usuário, por centralizar diversas atividades em um só aplicativo. Mais da metade do tempo gasto das pessoas no mundo digital são nos aplicativos e, por isso, muitas empresas estão se aproveitando desse cenário promissor para engajar usuários com seus produtos e serviços.

O conceito tem como principal referência a chinesa We-Chat, que nasceu de um aplicativo de mensagens de texto e voz e hoje está presente em todos os momentos da vida do cidadão chinês. Por lá, o modelo é uma realidade, sendo possível chamar um táxi, pedir comida, contratar um serviço e até manter uma carteira digital. Para termos uma ideia do nível de engajamento adquirido, mais de 60% dos pagamentos na China são feitos por superapps como o We Chat.

No Brasil, grandes varejistas como o Magazine Luiza e o GPA já iniciaram movimentos para se prepararem para o que está por vir. Recentemente, essas empresas compraram ou se associaram à startups de tecnologia ou logística para reunir mais serviços em suas plataformas de relacionamento com clientes. Além delas, temos presenciado empresas como a Rappi – startup colombiana com status de unicórnio, ou seja, com avaliação acima de U$ 1 bilhão – investindo alto nesse tipo de estratégia e se utilizando desse conceito como base de crescimento em toda a América Latina. Inclusive com uma parceria promissora com o Carrefour no Brasil.

O apetite dos consumidores em receber produtos na porta de casa, principalmente nas grandes cidades, é um caminho sem volta e não é a toa que a operação da Rappi no país dobra de tamanho a cada três meses.

A premissa que sustenta o modelo é o empoderamento das pessoas que querem simplificar a vida e estão cada vez mais digitais. Conquistar a preferência do consumidor como melhor opção de solução de conveniência no celular é um diferencial competitivo extremamente relevante nos dias atuais. Quanto mais serviços disponibilizados para facilitar o dia a dia das pessoas, mais contatos o usuário vai ter com sua marca e, consequentemente, maior a chance de conquistar a sua fidelidade. Quanto vale estar na mente e no coração do cotidiano de tantas pessoas?

Obviamente é fácil falar e difícil entregar. Uma operação de sucesso envolve muitos fatores e as empresas que conseguem se destacar com crescimento exponencial têm em comum a eficiência operacional de seus serviços. Quem não entrega experiência, excelência e inovação constantes, dificilmente opera num modelo tão disruptivo como esse.

Existem muitos outros desafios nesse modelo de negócio, já que o custo logístico no Brasil é alto e o modelo de entrega de compras é caro em alguns segmentos. A dificuldade em engajar o usuário também é enorme. Mesmo desenvolvendo uma experiência interessante, muitos clientes instalam o aplicativo, mas não encontram relevância e deixam de usar ao longo do tempo, partindo para desinstalação. Outro fator que representa objeção aos negócios é lei de proteção de dados e segurança da informação, principalmente em transações de pagamentos financeiros.

Vivemos na era da transformação digital, mas o ponto de venda continua muito relevante em qualquer operação de varejo e é cedo para dizer se o mercado vai escolher isso ou aquilo. A única certeza é que o modelo multicanal veio para ficar e que mesmo com muitas iniciativas de novos APPs, só os melhores e maiores sobreviverão.

Para a indústria, varejo e serviços, a principal mensagem é que os ecossistemas de negócios estão mais completos e complexos e os superapps já são realidade do relacionamento e comportamento de consumo de muita gente.

Por Cristiano de Paula Leite – 25 de junho de 2019

Superapps ainda vão dar o que falar!

Mais da metade dos americanos usam o celular para pesquisar produtos

De acordo com a pesquisa Special Report: In-Store Mobility, realizada pela Boston Retail Partners (BRP), cerca de 63% dos consumidores utilizam o smartphone para pesquisar características, preços e disponibilidade de produtos quando estão em lojas. Destes, 85% adotaram esse procedimento pelo menos uma vez.

Entre os dois mil clientes norte-americanos pesquisados, 41% afirmaram que pretendem ampliar a frequência de compras com apoio dessa ferramenta nos próximos 24 meses. Por outro lado, apenas 49% dos varejistas enxergam a integração da experiência digital à loja física como uma das prioridades para assegurar o engajamento do cliente.

67% dos consumidores entrevistados indicaram que cupons de descontos e benefícios online são determinantes para a decisão de compra, mas 57% dos gestores oferecem essas promoções.

“À medida que os clientes se tornam mais confortáveis em explorar a tecnologia móvel e checar informações por conta própria, os varejistas precisam ser mais ágeis para acompanhar esse grau de conhecimento”, disse Marty Whitmore, vice-presidente sênior da BRP.

O poder dos dados ao impulsionar engajamento com marcas

20 de Junho de 2017

mobile

Falar sobre consumidores que estão mais empoderados do que nunca, com acesso à informação literalmente na ponta dos dedos, já não é nada novo. O advento dos smartphones, por exemplo, mudou completamente a forma como nos relacionamos e consumimos. O smartphone é móvel porque todos os usuários são móveis e podem obter informação em qualquer lugar e a qualquer momento. No entanto, essa tendência também é uma oportunidade para as marcas coletarem dados desses usuários e transformarem isso em melhores insights em suas campanhas digitais, engajando conversas com um público qualificado.

O estudo Mobile Insights realizado no Brasil pelo Flurry, o mobile analytics do Yahoo, revelou que os brasileiros gastam 17 milhões de horas diárias em aplicativos. Sendo que os aplicativos consomem 88% do tempo gasto em smartphones, contra apenas 12% nos navegadores. Com dados como esses, os anunciantes são capazes de cruzar o comportamento do usuário em cada uma dessas aplicações, desenhar perfis de consumidor mais detalhados, agrupar indivíduos por seus interesses e, em seguida, implementar campanhas publicitárias destinadas a um público qualificado e, portanto, mais propenso a ser impactado pela mensagem da marca.

Pense no seguinte: se você soubesse que um consumidor está constantemente procurando por reviews sobre filmes e assistindo trailers das próximas estreias? Esse usuário pode ser classificado como um amante de cinema e se uma empresa pertence a esse segmento e quer rodar um anúncio, ela pode personalizá-lo de acordo com essa audiência. Dessa forma, a mensagem da marca não seria só orientada por dados, seria mais inteligente e mais significativa para esse público, com a comunicação mais propensa a entregar melhores resultados.

O paradoxo favorável é que se o mobile é a plataforma que exige uma abordagem personalizada, é também uma das principais fontes de informação do usuário. A IMS Research projetou que até 2020 todos os dispositivos móveis conectados à internet produzirão diariamente 2,5 quintilhões de dados bytes de informações sobre os usuários. E a melhor maneira de coletar, medir e analisar esses dados e depois implementar campanhas personalizadas bem-sucedidas é por meio de aplicativos.

Minha experiência no Yahoo mostrou que os anunciantes e agências de publicidade têm um desejo: estar presente quando e onde um cliente começa sua conexão. A vantagem do smartphone, é que o momento certo, na verdade, pode ser a qualquer momento.

*Leonardo Khede é diretor de vendas do Yahoo Brasil

http://adnews.com.br/adarticles/o-poder-dos-dados-ao-impulsionar-engajamento-com-marcas.html

Carta de Mark Zukerberg para o Mundo

Mark Zukerberg emite carta global em que declara que a maior rede social do mundo vai se engajar em temas como Comunidade Solidária, Comunidade Segura, Comunidade Informada, Comunidade Engajada e Comunidade Inclusiva

16 de fevereiro de 2017 – 20h38

Resumo da carta:
O Facebook não é apenas uma empresa de tecnologia ou mídia, mas uma comunidade formada por pessoas. Nos últimos 13 anos, estivemos concentramos em conectar pessoas, principalmente familiares e amigos, e fizemos um bom progresso.

Hoje, em carta apresentada para a comunidade pelo Mark, o Facebook se compromete a construir uma infraestrutura social a longo prazo para criar uma comunidade global, para que possamos ter o máximo de impacto positivo no mundo.

Estamos muito comprometidos em melhorar nossas ferramentas para dar às pessoas o poder de compartilhar e usar a tecnologia para mitigar o mal e ampliar o bem.

As cinco áreas centrais para o Facebook são:

  • Comunidades solidárias
  • Comunidade segura
  • Comunidade informada
  • Comunidade civicamente engajada
  • Comunidade inclusiva

Destaques das cinco áreas (aspas do Mark)

  • Comunidades Solidárias (exemplo de produto: Grupos)
    • “As comunidades online são positivas e podemos fortalecer as comunidades existentes no mundo offline ao ajudar as pessoas a se reunírem tanto no ambiente online como offline. Da mesma forma que se conectar com amigos online fortalece as relações reais, desenvolver essa infraestrutura fortalecerá essas comunidades, assim como permitirá a formação de novas comunidades.”
    • “Recentemente, identificamos que mais de 100 milhões de pessoas no Facebook são membros de grupos que elas consideram ´muito significativos´.”
    • “Se nós formos capazes de melhorar nossas sugestões (de grupos) e ajudar a conectar 1 bilhão de pessoas a comunidades significativas, isso pode fortalecer nossa estrutura social.”
  • Comunidade Segura (exemplo de produtos: Safety Check e Community Help)
    • “Nossa comunidade está em uma posição única para ajudar a prevenir danos, dar suporte durante uma situação de crise ou permitir que as pessoas se reúnam na reconstrução. Isso acontece pela quantidade de comunicação na nossa rede, nossa habilidade de rapidamente alcançar as pessoas em todo o mundo durante uma emergência e da vasta bondade intrínseca na nossa comunidade.”
    • “Olhando para o futuro, uma das nossas grandes oportunidades para manter as pessoas seguras é construindo Inteligência Artificial para entender melhor e mais rapidamente o que está acontecendo na nossa comunidade.”
  • Comunidade Informada
    • “É nossa responsabilidade ampliar os bons efeitos e minimizar os ruins — para seguir ampliando a diversidade enquanto fortalecemos nosso entendimento comum, para que nossa comunidade possa criar o maior impacto positivo no mundo.”
    • “Estudos sugerem que as melhores soluções para melhorar o diálogo podem vir de conhecer uns aos outros como um indivíduo completo, e não somente como opiniões — algo que nossa comunidade está em posição única para fazer.”
    • “Uma imprensa forte também é essencial para construir uma comunidade informada.”
    • “Temos que fazer mais para apoiar a indústria de mídia, para garantir que essa vital função social seja sustentável — desde apoiar a produção de notícias locais até desenvolver formatos que funcionem melhor em dispositivos móveis e melhorar os tipos de modelos de negócios com os quais as organizações de mídia trabalham.”
  • Comunidade Civicamente Engajada (produtos: ferramentas para registrar que você foi às urnas, Eventos/Grupos para se organizar)
    • “O ponto inicial para engajamento cívico no processo político atual é apoiar o voto em todo o mundo.”
    • “Além do voto, a melhor oportunidade é ajudar as pessoas a se manterem engajadas em temas que interessem a elas todos os dias, não somente de anos em anos quando elas vão às urnas.”
  • Comunidade Inclusiva
    • Como uma comunidade global de pessoas, “nós precisamos de Padrões da Comunidade que reflitam nossos valores coletivos para o que deve ou não ser permitido.”
    • “As premissas são que os Padrões da Comunidade devem refletir as normas culturais da nossa comunidade, e cada pessoa deve ver o mínimo de conteúdo questionável possível.”
    • Esforços a longo prazo: “É importante notar que são necessários grandes avanços na Inteligência Artificial para o entendimento de textos, fotos e vídeos para poder julgar se os conteúdos contêm discurso de ódio e violência ou conteúdo sexual explícito, entre outros. No nosso ritmo atual de desenvolvimento, esperamos começar a lidar com alguns desses casos em 2017, mas outros não serão possíveis por muitos anos.”

Carta na íntegra, em inglês: https://www.facebook.com/notes/mark-zuckerberg/building-global-community/10103508221158471

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2017/02/16/carta-de-mark-zukerberg-para-o-mundo.html

Periscope intensifica conexão entre usuários e sua audiência

 

11 de Novembro de 2016 09h – Atualizado às 09:57

Periscope

O Periscope, aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo do Twitter, anunciou o lançamento de três novos recursos para que usuários do mundo todo possam conectar-se a suas audiências e comunidades na plataforma. Agora é possível saber quem são os seguidores mais engajados, criar grupos para uma transmissão privada e ampliar a interação nos vídeos ao vivo pela internet.

A partir de um algoritmo que avalia diferentes formas de engajamento e interação entre a audiência de uma transmissão e o perfil que está gerando o conteúdo, será possível saber quem são os chamados “superfans” de uma conta — usuários com maior nível de atividade durante transmissões de um mesmo perfil. Eles serão identificados por meio de ícones e exibidos em uma lista, de até 10 pessoas, no perfil do autor do vídeo. Para poder se tornar um superfan de um perfil, é necessário que o usuário siga o autor da transmissão. A novidade possibilita a criação de conexões mais significativas para a comunidade do Periscope, além de permitir que os superfans sejam reconhecidos.

Além disso, agora é possível transmitir e compartilhar vídeos com um grupo seleto de pessoas, sejam amigos ou públicos específicos. Este recurso ajudará a encontrar, descobrir e promover novas pessoas em comunidades na plataforma, já que qualquer pessoa pode adicionar novos usuários.

http://adnews.com.br/social-media/periscope-intensifica-conexao-entre-usuarios-e-sua-audiencia.html

Quanto vale de fato a audiência dos Social Media Influencers?

  • Quanto vale de fato a audiência dos Social Media Influencers?

Editado a partir de orginal do Advertising Age, de Nathan Skid e David Hall.

De acordo com Jason Stein, fundador do Laundry Service e um dos experts participantes do evento Digital Crash Course, do Advertising Age, muito mais do que se pensa.

“Os anunciantes pagam pelas pessoas, pagam pelo público, pagam pelos eye balls, pagam pela atenção, pagam pela confiança e pagam pela influência”, argumenta Stein. “A única maneira de continuar a engajar o público hoje e retê-lo é criando um grande conteúdo. E os influencers produzem seu próprio conteúdo”.

Num mundo de conteúdos descartáveis, lembra ele, a lealdade dos seguidores que eles têm aos montes reina suprema. E vale muito.

“Muitos desses influencers atingem hoje tantas pessoas ou mais do que os canais de mídia tradicionais”, ressalta Stein. “Estamos falando de milhões e milhões de seguidores. Eles têm todo esse alcance porque são realmente muito bons em produzir conteúdo original, conteúdo que as pessoas adoram porque nasce do olhar que eles mesmos criaram publicamente e trouxeram para a mesa.”

Mas há um porém. Ele alertou que os anunciantes que procurarem um influenciador têm que soltar um pouco as amarras de controle proprietário e centralizado da marca. Ele ensina que o influenciador de uma marca tem que atender e atingir os demográficos desejados no planejamento estratégico, mas que os gestores da marca têm que entender que são os influenciadores que sabem o que dizer e como dizer as coisas para essa audiência.

“Autenticidade é rainha na internet”, conclui Stein. “Se você contrata uma grande celebridade que não têm nada a ver com um determinado produto e de repente ela sai dizendo… “Hey, você aí, não vai comprar isto?”, aí de fato você estará fazendo algo que não vai funcioanr e que não faz o menor sentido.
30/09/2015 – http://www.proxxima.com.br/home/social/2015/09/30/Quanto-vale-de-fato-a-audi-ncia-dos-Social-Media-Influencers-.html