Falta de tempo para retirar compras atrapalha click & collect no Reino Unido

O click & collect pode ser uma ótima opção para o consumidor. Mas imprevistos acontecem. O cliente pode fazer a compra para buscar no dia seguinte e ficar até mais tarde no trabalho, ter problemas com o trânsito e não chegar a tempo para encontrar a loja aberta, etc.

Para os moradores do Reino Unido, essa dificuldade é real. De acordo com uma nova pesquisa da Barclaycard, a chance de um consumidor ter problemas e acabar com as compras devolvidas ao estoque é de uma em sete. E a principal razão citada pelos consumidores é o “incômodo” do click & collect.

Outros motivos citados para não pegar compras realizadas nesta modalidade incluem longos tempos de espera (25%), pontos de coleta mal equipados (25%), dificuldade para encontrar a área de coleta (17%) e ter que pagar pelo click & collect (15% )

Cerca de 71% dos adultos do Reino Unido pesquisados ​​pela empresa agora usam o click & collect quando fazem compras online, mas o serviço está se mostrando notavelmente ineficiente tanto para os compradores quanto para os varejistas.

A modalidade de retirada em loja é considerada há muito tempo uma solução para o problema da última milha, ou seja, a entrega de mercadorias da loja ou depósito para o cliente final, o que geralmente prova ser o elemento mais difícil e caro de atendimento.

Mas a pesquisa do Barclaycard pinta um quadro diferente. De acordo com o relatório, cerca de £ 228 milhões (US$ 276 milhões) de mercadorias encomendadas não são cobradas a cada ano, caindo sobre os varejistas a responsabilidade de devolver o produto ao armazém ou redirecionar para outro canal de atendimento.

Apesar dessa estatística impressionante, as operações do formato bem administradas ainda beneficiam os varejistas, de acordo com a empresa financeira. 97% dos varejistas pesquisados ​​disseram que se beneficiaram de receita adicional como resultado da oferta de click & collect.

A pesquisa ecoa padrões similares relatados pela pesquisa da indústria e pelos mercados. O relatório observa a disseminação de novas opções de última milha no Reino Unido e em toda a Europa, incluindo lojas de encomendas e redes de lockers, entrega no local de trabalho, armários domésticos e entregas in-boot.

Uma forma de os varejistas aumentarem a atratividade do click & collect em particular, é oferecer aos compradores a chance de experimentar os produtos antes de saírem da loja, segundo Kirsty Morris, diretora da Barclaycard Solutions.

“Aprimorar a experiência de clicar e retirar é uma maneira potencialmente lucrativa para os varejistas preencherem a lacuna entre as compras online e nas lojas”, disse Morris.

 

Starbucks lança loja conceito com pedido e pagamento mobile

As lojas da Starbucks seguem um mesmo padrão, em sua maioria – com exceção das unidades conceito Starbucks Roastery. Existem lojas com serviço completo, algumas com drive-thru, quiosques e alguns modelos expressos sem assentos, geralmente encontrados em áreas urbanas com grande fluxo. Mas, de forma geral, as variações são poucas.

Agora, porém, com os novos tempos, e para se adaptar a eles, a rede está tentando algo um pouco diferente com sua primeira loja Starbucks Now, que abriu recentemente em Pequim. O novo formato combina “o ambiente de café assinado da Starbucks com os pedidos e pagamentos feitos por via mobile”, de acordo com um comunicado da empresa. Essencialmente, esta versão do café foi projetada em torno das necessidades de três conjuntos distintos de consumidores: os clientes tradicionais da rede; pessoas que pedem e pagam por meio de seu aplicativo; e trabalhadores de serviços de entrega que recebem pedidos.

“A loja Starbucks Now é um testemunho de nosso compromisso inabalável de oferecer experiências inovadoras aos clientes por meio de novos formatos de varejo”, disse o diretor de operações da Starbucks China, Leo Tsoi, em comunicado. “Esta nova abordagem de formato e design de varejo nos fornece uma plataforma para oferecer aos clientes uma experiência de varejo rápida e conveniente para atender seu estilo de vida em movimento”.

Este formato inovador está sendo lançado em um momento em que a Starbucks enfrenta um sério desafio na China, com o crescimento rápido do Luckin Coffee. Essa cadeia iniciante criou seu modelo em torno de pedidos digitais por meio de um aplicativo bem conceituado, serviço rápido e entrega – suas lojas não têm assentos. Ela tinha mais de 2.400 lojas na China quando abriu seu capital em maio e tem grandes planos para expandir a partir daí. A Starbucks Now claramente (pelo menos em parte) é uma tentativa de combater o crescimento desse novo rival, tornando mais fácil para cada tipo de cliente da Starbucks obter seus pedidos rapidamente.

As atuais lojas da Starbucks foram, em grande parte, projetadas antes que o pedido e o pagamento móveis e a entrega se tornassem parte da oferta da cadeia de cafeterias. Em alguns casos, isso levou a configurações desajeitadas, com grandes multidões reunidas na área de coleta de pedidos esperando por suas bebidas e alimentos.

O Starbucks Now foi projetado para acomodar de forma mais suave todo tipo de pedido suportado pela loja. Ele também tem um menu de bebidas com curadoria “sob medida para o cliente em movimento, junto com uma variedade de itens alimentares populares”. A loja tem uma quantidade limitada de assentos e é construída principalmente para clientes ou entregadores que receberão seus pedidos e sairão.

A loja tem uma área dedicada para que os entregadores recebam seus pedidos. Isso inclui um “sistema seguro na parede com uma porta de coleta associada a cada pedido”, de acordo com o comunicado de imprensa.

Essa primeira unidade da Starbucks Now servirá como um hub de entrega para sua região, o que aliviará as lojas vizinhas dessa responsabilidade. Tem ainda uma área de preparação separada para pedidos móveis, o que deve permitir a produção sem desacelerar os clientes da loja. Em teoria isso significa que não apenas os clientes na loja obterão um serviço eficiente, mas aqueles que entrarem nas lojas próximas também deverão receber seus pedidos mais rapidamente, já que os baristas dessas outras unidades não irão preparar os pedidos de entrega.

A empresa diz que planeja trazer o formato Starbucks Now para “áreas de tráfego intenso, incluindo centros de negócios e transporte, bem como para novas cidades na China”. A empresa ainda não revelou nenhum plano para estrear nos Estados Unidos.

O pedido e o pagamento via celular se tornaram parte cada vez mais importante do modelo da Starbucks, assim como a entrega por meio de serviços de terceiros. O novo formato que está sendo testado é um reconhecimento disso, mas também atende às necessidades de seus principais clientes, que estão apenas procurando obter seu café rapidamente e seguir seu caminho.

Este modelo reconhece que faz sentido criar espaços dedicados para diferentes clientelas. Essa é uma ideia que a cadeia integrou sutilmente nas lojas mais novas dos EUA, que geralmente oferecem mais espaço para os clientes aguardarem pedidos móveis e, às vezes, incluem áreas de coleta separadas para pedidos online e em loja.

Embora a Starbucks Now possa existir apenas na China no momento, a rede a utilizará para testar conceitos que, sem dúvida, encontrarão seu caminho de volta ao mercado doméstico. Evoluir para atender às necessidades de mudança das pessoas é apenas um atendimento ao cliente inteligente.

3 boas razões para transformar os chatbots em aliados no atendimento

chatbot

A era em que as empresas comandavam as relações de consumo chegou definitivamente ao fim. No lugar, surgiu o consumidor 5.0, que não aceita menos do que um atendimento de excelência e um produto de qualidade. Ele é ultraconectado, bem informado e pode tanto promover uma marca gratuitamente quanto contribuir para que a companhia feche as portas. Diante desse cenário, as empresas se viram em um impasse: como encantar, satisfazer e fidelizar o cliente 5.0?

A chave está em entender qual problema ele quer resolver, quais são os gostos e preferências, o que busca, como pensa e o que considera importante no relacionamento com as marcas. Difícil? Se você tiver a tecnologia como aliada, tudo se torna mais simples. Dentro desse contexto, há uma ferramenta muito útil – e melhor, válida para companhias de todos os tamanhos e ramos de atuação – que pode reunir esse conhecimento sobre o consumidor com agilidade e assertividade: o chatbot.

A tecnologia cognitiva dos chatbots permite identificar o contexto da conversa de forma rápida, para propor as melhores soluções ao cliente em linguagem natural, muito próxima da humana. Além disso, eles são capazes de aprender continuamente, com o apoio do profissional de tecnologia, conforme as interações vão acontecendo.

Outro benefício dos chatbots é que eles podem ser utilizados em diferentes necessidades, desde pesquisa de satisfação,  atualizações cadastrais, até campanhas de marketing e pós-venda, atuando como a interface entre a empresa e o cliente. Eles não se limitam a necessidades conhecidas e podem ser incluídos em qualquer projeto, oferecendo uma ampla gama de possibilidades, por ser uma das mais inovadoras formas de abordar clientes e prospects.

A automação e agilidade nos processos é outro diferencial dos chatbots. Eles permitem a interação com milhões de pessoas ao mesmo tempo, sem filas, aprimorando a relação empresa-cliente. Dados de mercado revelam que o ganho em economia fica próximo dos 95%, aliando a estratégia dos seres humanos com a operacionalidade dos chatbots.

Para ficar ainda mais claro, traço três principais motivos para adotar os chatbots e, assim, elevar a relação de clientes e marcas a um patamar muito mais inteligente, simplificado e eficiente:

  1. O futuro é conversacional

Pesquisas recentes mostram que os chatbots devem assumir as interações entre empresas e consumidores em breve. Isso porque os consumidores, principalmente os 5.0, não querem esperar para ter seus problemas resolvidos ou para serem atendidos. Muitos deles já descobriram nas mensagens instantâneas a forma mais rápida e assertiva de encontrar as respostas. Além disso, preferem estabelecer uma conversa inteligente e informal com as companhias.

  1. User experience na prática

O Gartner revelou que, em poucos anos, 89% das empresas estarão competindo pela experiência do consumidor. Nessa batalha, que nem sempre se trata de um “acordo de cavalheiros”, vencerá quem oferecer o que o cliente busca, e não necessariamente o produto ou serviço com mais recursos, interfaces, funcionalidades. É preciso começar já a conhecer o seu público-alvo! E não há maneira mais rápida, eficiente e próxima do que os chatbots.

  1. Mimos? Sempre!

O consumidor 5.0 adora ser surpreendido. Precisa ter a percepção clara de que não é apenas um em um milhão de clientes. Para isso, a personalização é fundamental e está explícita nos chatbots. Com o chatbot você pode perguntar, por exemplo: “O que te deixaria ainda mais feliz com a nossa marca?” “Desconto?” “Promoções?” “Mais unidades?”. As possibilidades são infinitas.

Portanto, se você está buscando uma forma segura, personalizada, inteligente, simples e que, ao mesmo tempo, ofereça escala com investimentos atrativos para se relacionar com o novo perfil de consumidor, os chatbots são, sem sombra de dúvidas, grandes aliados.

Rafael Barin é gerente comercial para pequenos e médios negócios na Zenvia

http://adnews.com.br/adarticles/3-boas-razoes-para-transformar-os-chatbots-em-aliados-no-atendimento-ao-cliente.html

4 insights de tecnologia para ficar de olho nos próximos anos

 

28 de Abril de 2017 

Em 2017, o CES fez 50 anos e reuniu um público de mais de 165.000 visitantes, 3800 expositores e muita inovação. Observando os novos produtos e as tecnologias apresentados nos quatro dias de evento, O Google destacou quatro fortes tendências nas quais as marcas devem ficar de olho em 2017 e para os próximos anos.

  1. O futuro da interação entre homens e máquinas é a voz

As interfaces de voz amadureceram e estão se tornando uma excelente fonte sobre hábitos e preferências dos usuários. Essas informações são indispensáveis para criar interações mais inteligentes e personalizadas. Além disso, a possibilidade de conhecer em mais detalhes o que os usuários querem e precisam dá às marcas a chance de oferecer produtos mais eficientes e em sintonia com as necessidades de seu público.

O motivo para acreditarmos que a interação por voz é uma tendência que veio para ficar é simples: ela é extremamente eficiente, reduz atritos de compra e pesquisa e, principalmente, ajuda a democratizar o acesso à informação. Por exemplo, em média as pessoas conseguem escrever 40 palavras por minuto, mas são capazes de dizer 150 no mesmo intervalo de tempo. Além disso, podemos acessar os aparelhos sem sequer tocar neles, o que facilita muito a vida, cada vez mais multitarefa, que levamos. Outra vantagem que as interfaces de voz têm sobre outros métodos de interação é que elas são inteligentes e capazes de oferecer experiências personalizadas para cada um de seus usuários por meio da análise de elementos como quem está falando, onde a pessoa está, seu tom de voz e as palavras que usou, entre outras.

Os números confirmam esse movimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, 20% de todas as buscas feitas no mobile já são por voz. Aqui no Brasil, o número de buscas contendo a expressão “OK, Google” cresceu mais de 85% em 2016.

  1. A internet das coisas encontra a inteligência artificial

Está cada vez mais difícil estabelecer uma fronteira concreta entre as indústrias de tecnologia, telecomunicações e manufatura. O limite entre elas vem se tornando progressivamente menos óbvio conforme os mais variados segmentos oferecem produtos físicos que trazem conectividade e soluções digitais, ou seja, a internet das coisas está cada vez mais presente nas nossas vidas.

Talvez você esteja pensando: “Ah, mas a internet das coisas já está aí faz um tempo…”, você está certo, mas diferença é que as “coisas” estão ficando cada vez mais inteligentes e independentes.

Por exemplo, não faz muito tempo, tudo que uma geladeira podia fazer era conservar os alimentos e gelar bebidas. Aí, surgiram os refrigeradores conectados à internet, que ofereciam receitas, lista de compras, acesso ao e-mail, previsão do tempo etc., por meio de um display na porta do aparelho. Bem, na CES 2017, fomos apresentados a um refrigerador com assistente pessoal que identifica os hábitos dos usuários para otimizar os ciclos de refrigeração durante o dia, avisa quando os produtos vão perder a validade e até mesmo compra on-line o que estiver faltando para você.

E a geladeira foi só um exemplo. De escovas que analisam a saúde do cabelo, passando por pijamas que ajudam a recuperação de atletas, chegando aos últimos lançamentos da indústria automobilística, a internet das coisas evoluiu e já não se limita à mera conectividade. Lado a lado com a inteligência artificial, ela aprende com os hábitos do usuário e oferece serviços e soluções personalizadas. Inclusive, muitos varejistas já estão concentrando seus esforços nas áreas de inteligência artificial e machine learning. Por exemplo, a página inicial do Ebay agora é para cada usuário e traz conteúdos selecionados com base nos aprendizados da inteligência artificial do site.

  1. Real e virtual: entramos na era da realidade mista

Nos próximos anos, o real e o virtual vão se misturar a ponto de virarem uma coisa só – a realidade virtual chegou com tudo mudando a forma como as pessoas experimentam o mundo. Hoje, o VR já reúne 90 milhões de usuários ativos e a estimativa é que esse número dobre até o final de 2018.

Na CES 2017, pudemos observar muitos exemplos do que vem por aí em relação ao uso da realidade virtual por diversos setores, como uma roupa de cama infantil que vira historinha quando filmada com o tablet, VR sendo usado no treinamento de atletas para a prevenção de lesões e jogos da NBA com lugares na primeira fila sempre garantidos, esteja o torcedor onde estiver.

O Google marcou presença nesse setor com o lançamento do Asus Zenfone AR, que traz a tecnologia Tango, que permite que o smartphone não só mapeie interiores – por exemplo, descobrir onde andares, paredes, tetos e móveis estão –, mas também reconheça a localização do dispositivo dentro desse espaço e a sua orientação. Em outras palavras, com a Tecnologia Tango, smartphones e tabletes enxergam em 3D, e isso permite que você não apenas projete objetos sobre uma imagem mas realmente substitua elementos por outros. Imagine que você vai redecorar a sua casa, usando o Cardboard, você poderia apagar o seu sofá velho da cena e testar um catálogo inteiro, como se realmente estivesse colocando os produtos na sua sala.

  1. Transportes inteligentes e sem motoristas

Quando o assunto é transporte urbano, os carros autônomos são a grande aposta da indústria automobilística para os próximos anos. As montadoras deixaram claro o quanto um futuro sem motoristas está próximo de se tornar realidade – já há até quem diga que o nome CES agora se refere a Car Electronics Show por conta da relevância que essa indústria vem conquistando na feira.

O recente AutoTrader Car Impact Study mostra que, atualmente, 46% dos millennials esperam que seus carros façam as mesmas coisas que seussmartphones.

O reflexo dessa aspiração já pode ser percebido no mercado no qual conectividade não é mais privilégio dos itens de luxo e vemos modelos de entrada equipados com GPS integrado, sensor de estacionamento e bluetooth de fábrica. Segundo o Gartner, são esperados 250 milhões de automóveis conectados à internet até 20.

No futuro, a proposta de valor dos carros será pautada cada vez mais em conectividade e serviços. O carro terá a mesma função que o avião e motoristas serão apenas passageiros. Além disso, com a evolução da conectividade veículo-para-veículo, as pessoas poderão planejar seu deslocamento em tempo real e de forma integrada e holística, incluindo todos os meios de transporte.

As tendências apresentadas, bem como a maior parte das inovações exibidas na CES 2017, têm um importante ponto em comum: todas geram um volume absurdo de dados que podem ser facilmente integrados via plataformas e algoritmos. Estamos diante de um amanhã em que as máquinas irão conhecer seus usuários tão bem que poderão prever suas necessidade e vontades e antecipar-se a elas. Como sua marca está se preparando para esse futuro?

Fontes:
1. Sundar Pichai – CEO Google no I/O
2. Dados Internos do Google
3. KZero Consulting
4. Digi-Capital
5. Dados internos do YouTube
6. KZero Consulting

Redação Adnews

http://adnews.com.br/adcontent/especial-google/4-insights-de-tecnologia-para-ficar-de-olho-nos-proximos-anos.html

Oito tendências de tecnologia e negócios para 2017

 

06 de Janeiro de 2017 11h – Atualizado às 11:06

digital

Uma mudança importante vem acontecendo nos últimos anos e impactando o mundo todo: o veloz crescimento da tecnologia e a rápida adoção por empresas e pessoas. A Singularity University, aqui nos Estados Unidos, definiu que estamos passando de um mundo linear e local para outro exponencial e global. Essa nova realidade nos obriga a mudar a forma como vemos as coisas, como pensamos e como reagimos.

A tecnologia já transformou a maneira como as pessoas interagem, tanto em suas vidas pessoais como profissionais (as chances de você ler isso em um dispositivo móvel, seja ele smartphone ou tablet, são enormes). As empresas não só precisam estar prontas para atrair e reter talentos que se sintam confortáveis com essas novidades, como também devem aprender que os seus negócios podem se beneficiar delas.

Mas você já deve ter ouvido falar de tudo isso, certo? A intenção desse artigo é mostrar oito tendências de tecnologia e negócios que já têm exemplos práticos no mercado e que impactarão todo o mercado nos próximos 12 meses. Vamos a elas?

1- Crescimento exponencial da tecnologia – Vamos vivenciar, de forma muito rápida, tecnologias de ponta se tornando cada vez mais acessíveis a custos mais baixos. Dessa forma, será possível desenvolver produtos e serviços melhores, gastando menos. Alguns exemplos de tecnologias que passarão por esse crescimento são: Inteligência Artificial, impressão 3D, robôs e drones, carros autônomos, realidades virtual e aumentada, bitcoin e blockchain, biotecnologia e outras.

2 – Acesso global à internet – A internet é a principal responsável pela transformação que descrevi acima e o seu crescimento não para. Ela levou 20 anos para chegar ao primeiro bilhão de usuários, apenas cinco anos mais para chegar ao segundo bilhão e mais quatro anos para o terceiro bilhão. Até 2020, ou seja, daqui três anos, a estimativa é que mais três bilhões de usuários sejam conectados à rede. São pessoas que nunca acessaram a web, nunca fizeram uma compra online e que trarão consigo novas ideias e demandas. Boa parte delas chegarão à WWW em 2017 e, com elas, novas oportunidades de negócios. A OneWeb, por exemplo, empresa americana focada em prover internet de alta velocidade de forma acessível para todo o mundo, prometeu acelerar o lançamento de “uma constelação de satélites” para 2017 e 2018 com o objetivo de atender essa demanda reprimida através destes equipamentos.

3 – Conectividade – Nos anos 1960, computadores eram recursos raros e muito caros para uma única pessoa possuir. Foi assim que o conceito de compartilhamento surgiu, para que um grupo de pessoas pudesse acessar um mesmo sistema em turnos. Hoje em dia, o fácil acesso à computação é representado por dispositivos conectados à internet e entre si. Assim, diversas empresas conseguirão criar ofertas de interação entre pessoas e coisas jamais pensadas antes – como hubs de automação doméstica com reconhecimento de voz que toca música, faz listas de afazeres e informa o clima, o trânsito e outros dados em tempo real.

4 – Inteligência Artificial – O acesso quase infinito ao poder da computação tem sido o principal catalisador para a grande evolução da Inteligência Artificial. Esta combinação de técnicas e algoritmos, sendo a mais proeminente o Machine Learning e uma de suas vertentes – o Deep Learning -, visa treinar máquinas para que tenham as mesmas capacidades que humanos, como raciocínio, planejamento, processamento de linguagem natural, percepção e inteligência geral. Neste sentido, o ambiente de trabalho em diversas indústrias verá a IA acontecer de fato em 2017, mas não para substituir trabalhos feitos pelas pessoas. Neste primeiro estágio, a máquina terá a função de aumentar as nossas capacidades cognitivas, principalmente pela tecnologia conseguir processar um volume de dados extremamente superior ao do ser humano.

5 – Disrupção da Indústria – Aqui, vou usar a música de exemplo. Há não muito tempo, para ouvir sua música preferida a qualquer hora você tinha que comprar um CD, com um álbum inteiro – que tinha por volta de 80 minutos, porque era o que cabia naquela mídia – e também ter onde reproduzi-lo. Para compartilhar essa música com alguém, você precisava emprestar a ela o seu CD. Todos os aspectos dessa descrição mudaram. Hoje você tem serviços de música por demanda e só ouve um álbum inteiro se quiser. E essas mudanças drásticas não são exclusivas da indústria fonográfica. Avanços enormes da tecnologia e das aplicações de negócio provocaram a disrupção da experiência das pessoas. E aqui não estou falando apenas da experiência do usuário final. Indústrias como um todo deixarão de existir e, cada vez mais, veremos uma mudança na forma como pensamos e interagimos com produtos e serviços em praticamente todos os segmentos. O que me leva ao próximo ponto.

6 – Evolução dos modelos de negócios – O acesso fácil à tecnologia está permitindo que novos modelos de negócio sejam testados de forma simples e barata. Grandes inovações acontecem em anos e não mais em décadas – e caminhamos rápido para meses ou semanas. Negócios de bilhões de dólares já foram criados em poucos meses. Quando esses novos modelos surgem, a tecnologia se torna parte fundamental da estratégia e as empresas precisam repensar as competências mais importantes e se reinventar. As organizações precisam – todas elas – identificar o valor de seus negócios, como precificá-los e então começar a promover mudanças na forma como vendem e cobram por seus produtos. Esse movimento não é fácil e não ocorre da noite para o dia. Mas em 2017 veremos cada vez mais empresas buscando uma cultura digital.

7 – Experiência Digital – As pessoas já têm experiências digitais em seu dia-a-dia, ao compartilharem seus dados com aplicativos como Uber ou Waze, para ter como benefício um serviço de transporte melhor. No trabalho, aplicativos de mensagens e vídeo, além de plataformas que permitem gestão de documentos, workflows, entre outros, possibilitam uma interação interdepartamental muito maior – independentemente de onde cada time esteja alocado. Dessa maneira, o processo de criar e compartilhar conhecimento está cada vez mais rápido. Com toda a informação gerada pela economia do compartilhamento, as empresas devem – e os consumidores esperam isso delas – identificar comportamentos e utilizar isso para achar valor em novos lugares. Os chatbots serão muito adotados no próximo ano, exatamente por serem uma resposta a essa demanda. As pessoas querem sanar suas dúvidas, procurar informações ou fazer suas reclamações da mesma forma que têm sua demanda por aquele produto ou serviço atendida: digitalmente.

8 – Mudanças na proposta de valor – Os dados são a força motriz por trás da próxima grande onda na busca por proposta de valor. É nesta combinação de dados com qualidade e inteligência que as empresas estão concentrando seus esforços tecnológicos, para aumentar o poder de suas redes, tornar a conectividade ilimitada e usar o poder de computação para coletar, agregar, correlacionar e interpretar dados e, com isso, levar melhorias incríveis para a vida das pessoas.

O principal desafio à frente é adaptar o mindset e o processo de decisão para esse novo mundo em transformação, já que a inovação e a disrupção podem vir de qualquer lugar, a qualquer hora. Além de focar em suas competências-chave, as empresas precisam aprender como usar a tecnologia como um adicional ao conhecimento que já tem em casa.

*Vicente Goetten é diretor executivo do TOTVS Labs

http://adnews.com.br/adarticles/oito-tendencias-de-tecnologia-e-negocios-para-2017.html

Confira 10 tendências de social media para 2017

05 de Dezembro de 2016 16h – Atualizado às 16:59

social

Com o intuito de enriquecer a visão do mercado com informações sobre consumo, desempenho e planejamento de mídia, a Kantar IBOPE Media acaba de compartilhar um estudo global da Kantar Media, com as dez tendências das mídias sociais para o próximo ano. Confira abaixo alguns dos principais insights da análise.

  1. Snap e Facebook: muito além do social – Diversificação como chave para o sucesso

Conquistar uma grande base de usuários de redes sociais já não é mais suficiente para as companhias que surgiram com foco neste segmento.

  1. Surfando a onda da “Realidade Aumentada” – O auge do ambiente web

Bastante popularizada a partir do fenômeno Pokemon Go, a chamada Realidade Virtual já chama atenção de diversos players do mercado de tecnologia — como Google, Apple, Facebook, Snap, Twitter e Amazon — e de veículos de mídia como o The New York Times.

  1. A revolução da distribuição de conteúdo – A era das experiências

A distribuição de conteúdo costumava ser bem simples. Mídias e marcas publicavam nos seus sites/blogs e compartilhavam estes conteúdos nas redes sociais. Este processo evoluiu intensamente e a proliferação de canais de comunicação exigiu das marcas o desenvolvimento de conteúdos específicos e abordagens customizadas para cada um deles.

  1. Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos – Iluminando o “dark social”

O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho. Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.

  1. O crescimento das redes de pergunta e resposta – Celebridades e influenciadores ao seu dispor

Começou na China e agora está se espalhando por outros mercados ao redor do mundo, a adoção em massa de serviços de Q&A que permitem o envio de perguntas para celebridades e influenciadores.

  1. Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento? – A economia da confiança é mais que uma tendência

Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca. A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

  1. Redes sociais e TV: o casal do futuro – Ponto de partida para uma nova geração de telespectadores

As redes sociais sempre tiveram um vínculo com o conteúdo de TV/vídeo. Agora, o fenômeno “Social TV” marca a união da televisão com essas mídias, por meio das milhões de pessoas que compartilham as suas experiências com outros telespectadores nas redes sociais.

  1. Fale! – Os assistentes virtuais querem antecipar os seus desejos

Nas pesquisas feitas na internet, as perguntas realizadas com recursos de voz dobraram de 2014 para 2015. A ferramenta é mais uma evolução nos mecanismos de busca na web, que hoje já permitem a personalização de resultados por geolocalização e até uma compreensão melhor da intenção dos usuários. A ideia é que as ferramentas de pesquisa de fato tragam respostas às perguntas dos usuários, e não apenas resultados de uma busca.

  1. Social commerce: quem será a galinha dos ovos de ouro? – Pinterest reivindica o trono

Ainda que as redes sociais tenham lançado recursos e ferramentas para facilitar a compra de produtos e serviços a partir de seus canais, a conversão ainda é complexa e apresenta resultados aquém das expectativas. Uma exceção parece ser o Pinterest. Uma pesquisa da Kantar Millward Brown relatou que 96% dos visitantes da rede social de compartilhamento de fotos usam o site para planejar uma compra, e 87% realmente fizeram uma compra depois de ver algo que apreciaram. Por isso, a capacidade do Pinterest gerar vendas é um importante diferencial da plataforma.

  1. Office War! – Tormenta para Slack e outros players

O mercado de ferramentas digitais para comunicação dentro das empresas ainda é muito fragmentado. Este é um setor que enfrenta desafios como a falta de compatibilidade entre diferentes recursos e a resistência de algumas companhias em adotar ferramentas sociais por considerarem que elas desviariam a atenção dos funcionários. No entanto, a crescente presença de Millennials na força de trabalho tende a mudar esse quadro — muitos deles veem as mídias sociais como a melhor maneira para romper as barreiras de comunicação, especialmente em grandes empresas.

Clique aqui para ver o estudo completo

http://adnews.com.br/social-media/confira-10-tendencias-de-social-media-para-2017.html

Os esforços do Google para se transformar no seu assistente pessoal

 

Empresa potencializa APPs para facilitar a rotina do usuário, que em poucos comandos de voz pode ativar diversas funcionalidades, como agendar lembretes e enviar mensagem de texto

Por Roberta Moraes | 30/06/2016

Imagine em um único aparelho ser possível descobrir o trajeto para qualquer lugar, saber quais os restaurantes estão perto de você – e ainda ter filtros para definir por distância, tipo de comida, preço -, organizar suas fotos preferidas, mandar mensagens de texto sem precisar digitar e ainda ter uma ferramenta que possibilita a comunicação em diversos idiomas, permitindo que cada interlocutor “fale” línguas diferentes. Parece impossível, mas tudo isso já está disponível e quem ainda está esperando o futuro chegar para ver, está perdendo tempo.

Essas são algumas ferramentas disponibilizadas pelo Google – umas lançadas há mais tempo e atualizadas e outras mais recentes – que prometem transformar a vida das pessoas, permitindo a organização de informações importantes e facilitar suas rotinas. Com seus aplicativos, a companhia quer se transformar em um verdadeiro assistente pessoal por meio dos smartphones. A iniciativa se adequa a realidade do país, já que o Brasil está entrando na internet via mobile.

Para melhorar toda essa experiência, a companhia aposta na evolução da inteligência artificial, área investida pela empresa desde 2001. “O Google tem feito um enorme investimento em machine learning, que é a aprendizagem de máquina, que visa aperfeiçoar os algoritmos e seus desempenhos no desenvolvimento de tarefas. Com isso queremos tornar os nosso produtos cada vez mais úteis para os usuários”, explicou Flavia Sekles, Diretora de Comunicação do Google para a América Latina, durante encontro para jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Simplificando as experiências
A meta da empresa é melhorar a compreensão de seus algoritmos para que as pessoas tenham uma relação mais simples com as ferramentas. Além disso, as integrações das informações na web potencializam as experiências do internauta, que consegue ter acesso a mais dados de uma só vez, já que os temas relacionados são disponibilizados.

“Quanto mais buscas e mais informações estiverem disponíveis na web, mais esse produto vai melhorando”, acrescenta Flavia.

A experiência por voz também foi aprimorada. Sob o comando “Ok, Google”, é possível iniciar um diálogo com a máquina que resultará em inúmeras possibilidades. O sistema, inclusive, já foi integrado a outros aplicativos e apenas com a ordem é possível agendar lembretes, enviar mensagens via WhatsApp para um contato da agenda ou fazer qualquer pesquisa. “Desde que foi criado, há 17 anos, o Google trabalha para compreender melhor o que o usuário busca e faz associações para melhorar essa experiência”, pontua a executiva.

Essa associação permite que as buscas sejam contextualizadas e que o algoritmo entenda sobre o que está sendo pesquisado sem que palavras sejam repetidas. Ou seja, após buscar “Onde fica o Rio de Janeiro?”, por exemplo, é possível permanecer no assunto perguntando “Quantas pessoas moram lá”, que a ferramenta entenderá que se trata do Rio de Janeiro, sem que o nome da cidade precise ser repetida. Para que essa experiência seja realmente positiva, a companhia refinou seu sistema de comando por voz, reduzindo a taxa de erro de 23% para 8% nos últimos dois anos.

Comando por voz
O aumento da utilização do sistema por voz mostra como os usuários se relacionam com seus smartphones. Muito além de se comunicarem por meio deles, eles estão falando com eles. Por conta disso, a companhia também está aprimorando essa ferramenta, uma vez que ela abre uma gama de possibilidades. Uma delas é via Google Translate, APP que completa 10 anos em 2016 e que já é capaz de identificar 103 idiomas, muito mais do que os apenas dois da época de seu lançamento. Atualmente, a plataforma traduz mais de 140 bilhões de palavras por dia em todo o mundo.

O Google Translate, inclusive, é uma das apostas do Google para os Jogos Olímpicos. Como no Brasil apenas 5% da população fala algum outro idioma além do Português, a empresa quer ser um facilitador na comunicação com os turistas que estarão pela cidade. Para estimular o uso do APP, mais de um milhão de pessoas, entre taxistas, garçons, ambulantes, entre outros – receberam capacitação para utilizarem a ferramenta por meio do projeto “I Speak Translate”, iniciado em maio. De maneira simples, ela permite que cada pessoa fale em seu próprio idioma traduzindo por áudio a mensagem na língua do outro interlocutor, sem que seja necessário estabelecer as nacionalidades, ao ouvir a frase o APP reconhecerá o idioma automaticamente.

Essa possibilidade visa estimular o uso do Google Translate via mobile no Brasil. O Brasil é líder na utilização da ferramenta, mas ela é mais acessada nos computadores para tradução de palavras ou apenas para ouvir a pronúncia. Além de facilitar o diálogo entre as pessoas em qualquer lugar, permitindo a construção de novas amizades, o Google quer simplificar o atendimento em negócios de médio e pequeno porte que não contam com profissionais bilíngues, permitindo que todos se comuniquem com facilidade, fortalecendo a atuação do empreendedor. O APP também funciona em outros aplicativos de comunicação por texto, traduzindo conversas em que cada indivíduo escreve e lê no seu próprio idioma, mesmo que cada um esteja se comunicando por uma língua diferente.

Olimpíadas mobile
Como a conexão se dá cada vez mais por meio dos smartphones, o Google quer garantir a todos os participantes da Rio2016 a melhor experiência mobile por meio de seus aplicativos. Há cerca de dois anos, a companhia mirou para o Rio de Janeiro reforçando investimentos em algumas ferramentas, como Maps, que recebeu novas funcionalidades, o Street View, que recebeu imagens atualizadas dos principais pontos de interesse, uma vez que a cidade passou por grandes transformações. Como todos os aplicativos fazem conexão com o mesmo banco de dados, outras ferramentas também foram potencializadas.

Para mostrar como é possível ter uma experiência completa usando suas ferramentas, o Google está recebendo nesta semana, no Rio de Janeiro, mais de 50 jornalistas de diversas partes do mundo. O #RiowithGoogle é uma espécie de expedição real facilitada pelo mundo digital para mostrar como a junção entre esses dois mundos pode resultar em uma experiência intensa com muita informação, seja para conhecimento, como no caso de dados históricos, ou para tomada de decisão, como a escolha de um restaurante, por exemplo.

A atualização do Google Maps pode realmente contribuir para facilitar a estadia do visitante no Rio de Janeiro. O APP conta com novas funcionalidades que ajudarão o turista a se locomover pela cidade. Uma das aplicações mais recentes é a ferramenta Explore, encontrada no Menu do aplicativo. A selecioná-la é possível encontrar lugares para fazer refeições de acordo com a localização do usuário. O próprio sistema oferece alguns filtros como café da manhã, almoço, lanches, jantar e bebidas, e ainda opções como “lugares bons para crianças”, “para gastar pouco”, “onde os moradores locais vão”, entre outras possibilidades. Ao navegar pelas opções, o usuário consegue ver a localização pelo mapa, facilitando a sua decisão.

Experiência ampliada
Ao continuar a navegação, é possível encontrar os melhores caminhos para chegar, seja a pé, de bicicleta ou qualquer outro tipo de transporte. Esse tipo de informação não é uma novidade para os usuários do Google Maps, mas foi melhorado com a inclusão de dados que facilitam ainda mais a escolha do indivíduo. Na opção transporte público é possível saber em quanto tempo o ônibus passará no ponto escolhido: mil linhas estão disponíveis e 14 mil pontos catalogados. A cobertura em real time ainda deverá ser aumentada. Além disso, é disponibilizado o valor aproximado de uma corrida, seja ela pelo 99Taxis ou Uber.

Essa inclusão só foi possível via parcerias feitas com as empresas e com a prefeitura do Rio de Janeiro, responsável por enviar as informações dos GPS dos ônibus para que o tempo seja calculado. Por conta dessas especificidades, o serviço ainda não está liberado para todas as localidades, mas o Google está buscando ampliar a oferta, seja geograficamente ou com a parceria entre outras prestadoras de serviço. O APP também é bike friendly e disponibiliza rotas simplificadas e mostra o quão íngreme é o trajeto.

Os dados disponibilizados pelo Google Maps são oriundos de diversos canais. As informações de trânsito são incluídas por órgãos públicos, captadas pelo Google Maps e ainda pelos sinais emitidos pelos celulares que permite o algoritmo entender se há ou não engarrafamento. Além disso, as avaliações feitas pelos usuários também são consideradas e contribuem com dados e opiniões sobre os estabelecimentos comerciais. Ainda como parte da experiência olímpica, o Google permitirá que seus usuários conheçam os 37 áreas de competição com fotos atualizadas – o serviço será disponibilizado assim que todas as unidades estiverem completamente prontas. São 25 locais indoor e 12 outdoor.

Organizando as informações compartilhadas pelos seus próprios usuários e oferecendo de maneira simplificada e intuitiva por meio de seus aplicativos, o Google está mostrando que as sonhadas facilidades do futuro já podem ser experimentadas. Basta um smartphone na mão e um pouco de conexão.

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