Ruffles lança AmiGO, um jogo para juntar a rapaziada

Ruffles

Imagine que você está preso numa festa chata sem nenhum amigo para conversar. Ou, então, que foi obrigado a viajar para algum lugar onde não tem proximidade com nenhuma pessoa. Ninguém quer ficar longe da rapaziada, não é?

Em seu discurso, a Ruffles acredita que a amizade é uma das coisas mais importantes para seu público. Pensando nisso, lançou o AmiGO (disponível aqui), um game desenvolvido pela AlmapBBDO para juntar a turma e salvar quem está preso nessas situações.

“É a primeira vez que a marca lança um posicionamento por meio de um game. Esse é um olhar diferente de divertir e unir aquele grupo de melhores amigos, que divide tudo com quem se pode ser sincero, autêntico, espontâneo e dar as melhores risadas”, diz Lillian Dakessian, gerente de marketing da marca.

Confira abaixo o filme que explica como funcionará o aplicativo que utiliza o novo formato Canvas Stories do Instagram:

A empresa também aposta em uma nova identidade visual, desenvolvida pela Almap, cheia de cores e referências à cultura pop. O snack tem novas embalagens, que agora são foscas e mais coloridas, com um design clean e forte.

FICHA TÉCNICA:

Anunciante: Pepsico
Título: AmiGO
Produto: Ruffles
Diretor Geral de Criação: Luiz Sanches
Diretor Executivo de Criação:  Bruno Prosperi
Diretor de Criação: Keka Morelle, Marcelo Nogueira, Benjamin Yung Junior
Criação: Francis França, Gustavo Tasselli, Henrique Del Lama, Fernando Duarte
Assistente de Direção de Arte: Carlos Yanke
Diretor de Tecnologia: Eduardo Bruschi Cardoso
Gerente de Projetos: Mayra Otsuka
Produtora do Game: Sioux

Community Manager: Guilherme Simi
Diretora de Conteúdo: Chris Mello
Estratégia Digital: Bruno Narchi
Produtora Filme: Vetor Filmes
Diretor: Luiza Campos
Produtor Executivo: Alberto Lopes, Paula Moraes, Francisco Puech
Direção de Fotografia: Lito Mendes Da Rocha
Atendimento: Giovana Grigolin, Isabela Gava
Produção: Equipe Vetor Filmes
Montador: Alberto Cardoso
Pós-Produção: Equipe Vetor Zero
Finalização: Equipe Vetor Zero
Produtora de áudio: SATELITE AUDIO
Direção Musical: Kito Siqueira e Roberto Coelho
Produtor: Equipe Satelite
Atendimento: Fernanda Costa e Renata Costa
RTV: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas, Adriana Kordon
Atendimento: Alexandre Grynberg, Ana Clara Grana, Tatiana Vidonscky, Gabriela Busnelo, Beatriz Sztamfater
Planejamento: Cintia Gonçalves, João Gabriel Fernandes, Maria Claudia Conde, Mariana Corradi, Carolina Sangoão
Mídia: Luis Padilha, Cassiano Oliva, Fabio Cruz, Natália Furtado, Renata Caovilla, Mônica Andreotti
Business Intelligence: Caio Cesar Costa e Silva
Aprovação: Daniela Cachich, Lillian Dakessian, Malu de Sá, Isis Bialoskorski

http://adnews.com.br/social-media/ruffles-lanca-amigo-um-jogo-para-juntar-rapaziada.html

KFC inventa caixa que faz celular virar videogame

31 de Julho de 2017

KFC

Desde criança é comum ouvir “que não é pra brincar com comida”, mas uma ação do KFC da Índia em parceria com Mountain Drew promete alterar essa máxima. Depois de lançar um celular da própria marca na China, a empresa famosa pelos seus baldes de frango frito mostra que realmente vê o mercado asiático de outro modo e lança uma caixa que transforma mobiles em videogames.

Batizada de Gamer´s Box 2.0, a invenção serve para conversar o lanche enquanto o usuário se diverte com seu jogo. Além de a ideia ser pensada para que se desenvolver, literalmente, “fora da caixinha”, a campanha também é inovadora e utiliza um vídeo no Instagram para a divulgação do gadget.

Confiram abaixo o anúncio de apresentação de uma das 10 unidades do dispositivo bluetooth que será sorteado no pela rede de restaurantes.

https://www.instagram.com/p/BW-AEVkF3Y6/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A2578.4987994011017%7D 

A próxima geração de anúncios para dispositivos móveis

 

24 de Outubro de 2016 09h – Atualizado às 09:49

mobile

Com o crescimento constante do uso de smartphones, algumas marcas buscam ser ágeis, mirando nas campanhas móveis na esperança de conquistar ainda mais consumidores. As marcas que terão sucesso neste espaço – embora os bloqueadores de anúncios tenham aumentado simultaneamente – são aquelas que colocam os usuários individuais no coração e na vanguarda da sua estratégia. A experiência do usuário e o storytelling precisam se adaptar às tendências móveis o mais rápido do que nunca, e isso significa que as marcas devem focar, em primeiro lugar, em um planejamento somente para mobile, e descartar a reciclagem de campanhas existentes de tela maior para adaptar a um smartphone ou tablet.

Os dados móveis permitem aos anunciantes atender as necessidades imediatas de um cliente. É a única mídia que pode conciliar os consumidores entre o on-line e o off-line.

Aqui estão algumas dicas para ajudar os anunciantes e marcas a caminharem lado a lado destes usuários móveis “always-on”.

Aproveite de todo o potencial dos dispositivos móveis: As pessoas não querem consumir o seu conteúdo de forma passiva. As mensagens das marcas devem aproveitar de todas as funcionalidades nativas dos dispositivos móveis. Os usuários querem compromissos ativos, seja por meio de gamificação ou vídeos opt-in. Um anúncio eficaz deve fazer com que os usuários queiram interagir com a peça, como deslizar, inclinar ou jogar. Engajamento significa transformar anúncios em entretenimento, conteúdo e serviço. Os varejistas, por exemplo, podem impactar usuários móveis, permitindo-lhes deslizar e visualizar um produto em 360° e praticamente experimentar um item de vestuário. Anúncios móveis na área automobilística, podem aproveitar da geolocalização e propor um testdrive com o último lançamento disponível no mercado, direcionando o cliente pelo celular a chegar na loja física mais próxima e conhecer o veículo.

Reinventar a arte de contar histórias: Em vez de impactar um usuário com o mesmo anúncio repetidamente, use mensagens sequenciais para continuar a conversa, dependendo de onde o cliente está em sua jornada de compra. Tire proveito da tecnologia DCO (otimização criativa dinâmica), e aprenda com os comportamentos dos usuários para adaptar uma campanha com base em engajamentos.

Existem ferramentas que utilizam o comportamento preditivo e probabilístico para inserir, continuamente, dados contextuais para dispositivos móveis. Por exemplo, a primeira vez que um usuário é exposto a um anúncio, ele pode ter tudo a ver com as características do produto. A segunda vez que o usuário o vê, pode ser anunciado ao lado de avisos meteorológicos em tempo real, notícias locais, famosas marcas no País, e assim por diante.

Personalização em escala: Os anunciantes que terão sucesso nesta era móvel são aqueles que sempre colocam o usuário em primeiro lugar. Os anúncios irrelevantes podem cansar a experiência deste público. Os dispositivos móveis hoje são os aparelhos mais íntimos de um consumidor – e é obrigatório e inteiramente possível para as marcas se comunicarem com os consumidores em uma escala de um para um. Nós temos mais metadados do que nunca, permitindo-nos criar anúncios relevantes que incorporam ambientes contextuais. Promover uma experiência com anúncios irritantes é imperdoável e corre-se o grande risco de a marca facilitar que os consumidores móveis busquem por bloqueadores de anúncios.

A personalização pode ser tão simples como fazer uma versão iOS e Android de criativos móveis. E não se esqueça dos detalhes – as marcas podem facilmente adaptar as campanhas móveis com base na linguagem e localização do usuário.

Buscar a transparência durante toda a jornada do usuário: Para promover uma campanha eficaz, os anunciantes devem ter conhecimento de todas as métricas relevantes para gerar interações criativas in-ad ao longo de toda a ação pós-anúncio. Compreender a jornada completa do usuário para além das métricas básicas de impressões e cliques, permite compreender claramente o consumidor e a eficácia de suas mensagens criativas. O formato HTML5 rapidamente se tornou o mais novo padrão de anúncios criativos, e a linguagem “mobile-friendly” permite que os desenvolvedores façam exposições interativas que anteriormente exigiam do pesado Flash.

Essa linguagem de programação também acompanha impressões, verifica se um anúncio foi totalmente carregado e se os usuários interagiram e chegaram à landing page. O rastreamento da landing page (por meio de tags de script Java ou SDK) é feito em toda a web e Apps, em seguida, permite o entendimento contínuo de toda a jornada do usuário. Este jogo muda à medida que os anunciantes queiram saber se os usuários realmente chegaram à página de destino totalmente carregada, o tempo gasto e às ações realizadas. Ser capaz de controlar o grau de engajamento significa que os anunciantes podem otimizar criativos que trabalham melhor e eliminar gradualmente aqueles que não funcionam! 

http://adnews.com.br/adarticles/proxima-geracao-de-anuncios-para-dispositivos-moveis.html

6 reflexões sobre o sucesso de Pokémon GO

15 de Julho de 2016 12h – Atualizado às 12:44

pokemongo

Os últimos dias foram marcados por um fenômeno global que ultrapassou os limites do mundo da tecnologia e dos games para tomar a internet, o marketing e a vida das pessoas: Pokémon GO.

O sucesso lançado há uma semana balançou o mundo digital e se tornou o foco de discussões sobre realidade aumentada, geolocalização, publicidade online e até riscos reais como pessoas sendo atropeladas nas ruas por andarem distraídas demais brincando de capturar os personagens.

O viral já conseguiu inclusive ultrapassar ninguém menos que o Facebook com relação ao tempo em que os usuários passam no aplicativo, de acordo com um levantamento da empresa Sensor Tower divulgado nesta semana.

Diante de tamanho sucesso, o site espanhol Marketing Directo propôs algumas reflexões sobre os motivos pelos quais o relançamento de um clássico dos anos 1990 conseguiu “quebrar a internet” e impactar em diversas áreas. Confira abaixo:

1. Pokémon GO é um game que não prende seus jogadores em casa, forçando-os a ir às ruas

Difente de outros jogos, que confinam seus jogadores em suas casas diante de telas, Pokémon GO obriga as pessoas a ocuparem as ruas. Não apenas para capturar animais como também para protagonizar batalhas, correr atrás de recompensas e incubar ovos. O sedentarismo de muitos que viviam confinados em suas casas graças aos jogos de videogame pode estar com os dias contados graças a Pokémon GO.

2. A nostalgia é uma arma “marketeira” de atração massiva

Pokémon GO traz consigo uma marca icônica que marcou a vida de muitos jovens que cresceram nos anos 90. A nostalgia, neste caso, é uma arma poderosíssima nas mãos dos criadores do jogo, já que os adultos de hoje, todos devidamente equipados com celulares de última geração, podem matar as saudades da infância. Pokémon foi um fenômeno cultural na década passada e revivê-lo vem se mostrando uma boa estratégia de marketing.

3. Bem feita, a realidade aumentada pode ser fonte de muita diversão

Durante anos a realidade aumentada, que implica na inserção de elementos virtuais em locais físicos, tem sido chamada de “a irmã pobre” da realidade virtual. Graças a Pokémon GO, a tecnologia está deixando de lado tal fama e se mostrando muito mais rica do que se poderia supor.

4. A geolocalização finalmente se mostra potente para além do Google Maps

Os serviços de geolocalização estão presentes no mundo digital há algum tempo. Ainda assim, a tecnologia ainda não vinha ganhando aplicações significativas para além dos serviços de mapas e transportes. No caso de Pokémon GO, o que vemos é a utilização do recurso como elemento principal do produto de forma efetiva.

5. Pokémon GO obriga as operadoras de telefonia móvel a não descansarem

A qualidade nas conexões móveis é assunto constantemente discutido, e que geralmente tira os usuários do sério, sobretudo nos países em desenvolvimento. Para funcionar adequadamente, Pokémon GO exige estar conectado a uma rede de boa qualidade. Diante do sucesso do game, as operadoras se vêem obrigadas a tratar de reparar suas deficiências e entregar um serviço melhor a seus clientes, caso não queiram perder dinheiro.

6. O mundo está conectado e não quer se desconectar

Apesar de Pokémon GO estar disponível apesar em poucos países até agora, usuários ao redor do mundo estão correndo atrás de tudo quanto é recurso para poder ter acesso ao jogo. A globalização da conversa sobre o game é uma prova de que, em uma era tão conectada, não há sentido algum em manter barreiras geográficas.

http://adnews.com.br/tecnologia/6-reflexoes-sobre-o-sucesso-de-pokemon-go.html

73% dos brasileiros jogam no smartphone, mostra estudo do Facebook

12 de Julho de 2016 10h –

mob

Estudo comissionado pelo Facebook, e realizado pela TNS, identifica como o aumento da adoção de dispositivos móveis muda definitivamente a forma como as pessoas jogam no Brasil e como o hábito dita novas tendências e oportunidades para a indústria de games. A pesquisa, realizada no Brasil e em mais 11 mercados, mostra quais são os hábitos, as preferências locais e também os principais comportamentos das pessoas que usam a plataforma.

A tecnologia mobile está desenhando o futuro do segmento de games, que conta com receitas que devem chegar a quase US$ 100 bilhões, em 2016, no mundo, e a mais de US$ 1 bilhão, no Brasil. Neste ano, a expectativa é que seja a primeira vez que o faturamento vindo de jogos mobile seja maior do que o montante registrado no segmento de títulos para PCs, atingindo US$36,9 bilhões no ano, na frente de consoles, computadores e tablets.

Descobrindo novos jogos

Em todos os mercados analisados, os jogadores que investem dinheiro em games encontram e baixam títulos levando em consideração principalmente a opinião de seus pares e colegas. Hoje, as mídias sociais (68%), serviços de foto e vídeo (57%), aplicativos de conversa (54%) e comentários sobre um jogo (34%) são os principais influenciadores de download no mercado.

No Brasil, essa tendência é ainda mais forte. As plataformas sociais são a principais fontes de influência – 78% as consideram na hora de descobrir jogos, seguido por serviços de fotos/vídeos (60%) e aplicativos de conversa (54%). Já 31% dos entrevistados conhecem novos games apenas por ouvir falar sobre eles.

Isso reforça a força global e local do engajamento social para a divulgação de games – 1 em cada 4 pessoas diz confiar em suas redes sociais para descobrir novidades no segmento mobile e a taxa de conversão para download é de 28%. De fato, as plataformas sociais são, hoje, o principal espaço de descoberta e de conversa sobre games para as pessoas que amam jogos eletrônicos.

Brasileiros jogam em qualquer lugar e a qualquer momento

No Brasil, 73% dos entrevistados escolhem o smartphone para jogar. Os computadores ficam em segundo lugar (71%), seguido de tablets (36%) e de consoles tradicionais (30%). Além disso, os brasileiros relatam que jogam em todos os lugares e a qualquer momento. Quase metade afirmou que joga enquanto está a caminho de algum lugar (45%); 33% dizem que jogam enquanto esperam algo e, acreditem, 24% dos entrevistados confessaram jogar no trabalho.

A pesquisa também descobriu que homens e mulheres buscam experiências de jogos parecidas, especialmente no mobile. Enquanto os jogos favoritos das mulheres brasileiras no celular são os de estratégia, escolhido por 65% das entrevistadas, seguidos pelos de ação (55%) e os sociais (47%), os homens preferem os jogos de ação (65%), seguidos por estratégia (51%) e esportes (51%).

Uma das principais motivações para os jogadores é a competição amigável entre sua rede de conhecidos. Globalmente, as pessoas optam por se manter no jogo por se sentirem parte de uma comunidade e a probabilidade que eles parem de jogar aumenta se os outros pararem de jogar. No Brasil, o que mantém as pessoas em jogos são as conexões sociais, com alguns até decidindo pagar para subir de nível mais rapidamente para competir ainda mais com seus amigos.

http://adnews.com.br/social-media/73-dos-brasileiros-jogam-no-smartphone-mostra-estudo-do-facebook.html

Redes sociais são apps mais usados no País

Redes sociais são apps mais usados no País

As redes sociais e os comunicadores por mensagens são os aplicativos mais populares do país, de acordo com a pesquisa Mobile Report, da Nielson IBOPE. Entre os dez apps mais usados, quatro pertencem a essa categoria e dois são de e-mail.

Por outro lado, o uso dos aplicativos de bancos está crescendo e um deles já aparece no top 10, enquanto quatro estão no top 20.

Os hábitos relacionados a tablets também foram investigados. Enquanto os adultos são os que mais usam os aparelhos nos domicílios brasileiros (54%), as crianças estão em segundo ligar na lista, com 28%. O tablet é usado, principalmente, para jogos, mas também se destaca o uso para redes sociais, vídeos e e-mail.

A pesquisa foi realizada pela internet com 881 usuários brasileiros de smartphones de 29 de maio e 9 de junho deste ano. Veja a seguir os principais gráficos.
Os maiores usuários de tablets nos domicílios – Brasil – maio de 2015 

Crédito: Mobile Report, Nielsen IBOPE – Maio 2015

 

Os maiores usuários de tablets nos domicílios, por classe – Brasil – maio de 2015

Crédito: Mobile Report, Nielsen IBOPE – Maio 2015

 

As atividades mais realizadas nos tablets em domicílios – Brasil – maio de 2015

Crédito: Mobile Report, Nielsen IBOPE – Maio 2015