Google disponibiliza feed de notícias próprio

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A clássica ferramenta de pesquisa ganha uma nova atualização para celulares: desde segunda-feira (24) a página inicial do Google mostra, também, um feed de notícias próprio.

Batizada “Dicover” a nova seção deve ir além da mera apresentação de notícias. O serviço apresenta links para outras páginas que incrementam e adicionam informações ä notícia inicial.

A busca por imagens também deve ganhar novas atualizações nos próximos meses, além de um novo algoritmo para ranqueamento de resultados. A gigante também irá apostar no formato “Stories”, semelhante ao do Instagram e Twitter. O destaque será a seção para resultados de vídeos.

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Novidades sobre o Google Assistant e o futuro da busca por voz

google assistant

O Google I/O é o local onde a gigante de serviços online e software revela a maioria dos seus projetos e lançamentos para os próximos meses. Mas antes de começar a falar sobre novidades apresentadas durante os últimos dois dias, vamos voltar um ano atrás.

Em 2017, Sundar Pichai, CEO do Google, havia anunciado que a empresa não era mais Mobile First, mas sim AI First. Ou seja, a inteligência artificial seria o principal pilar estratégico do negócio. E isso se concretizou no Google I/O 2018, já que todas as novidades apresentadas tinham uma dose significativa de inteligência artificial, com destaque para o Google Assistant. Está claro que a empresa tem como objetivo ser cada vez mais pessoal, influente e essencial no dia adia do usuário.

O Google Assistant, com sua nova funcionalidade de permitir ligações reais para serviços de atendimento, foi uma das novidades mais comentadas. Para agendar um horário no cabeleireiro, por exemplo, – de forma impressionante! – o assistente consegue conduzir as conversas por telefone com extrema naturalidade, realmente se passando por uma pessoa e concluindo a tarefa solicitada.

Essa opção pode parecer pouco funcional em um mundo no qual esperamos cada vez mais fazer agendamentos por meio de apps ou sites. Entretanto, o próprio Google citou o resultado de uma pesquisa que detectou que mais de 60% dos negócios nos Estados Unidos não contam com um sistema de agendamento online. Não temos esses dados para o Brasil, mas como normalmente estamos alguns anos atrás em termos de tecnologia, provavelmente essa fatia aqui é bem maior.

Além da capacidade de fazer ligações, o Google Assistant chegou repleto de outras funcionalidades, como a disponibilidade de novas opções de voz, conversa contínua (não será mais necessário falar ‘Hey, Google!” em cada interação) e a possibilidade de conseguir realizar múltiplas-ações, como criar um lembrete e fazer uma ligação ao mesmo tempo.

Também foi anunciado o lançamento dos Smart Displays, que são uma resposta do Google ao Echo Show, da Amazon. Esses dispositivos têm como objetivo trazer uma experiência mais visual para os assistentes que ficam em casa e que, atualmente, possuem um formato de speaker. Por exemplo, se o usuário busca por uma receita, o dispositivo pode abrir um vídeo no YouTube explicando todo o passo a passo de preparação. Com o assistente no formato de speaker, isso não era possível.

Todas essas novidades do Google Assistant estão alinhadas com algumas mudanças no comportamento das pessoas e como elas se relacionam com seus dispositivos. A ComScore estima que em 2020, 50% de todas as buscam serão realizadas por voz. Consequentemente, a forma como essas pessoas irão receber os resultados também deverá mudar. Essa transformação cria um novo desafio para a área de estratégia de marketing das marcas, que devem aprender como se tornar relevantes nesse segmento.

Quando o usuário faz uma busca por voz, ele é motivado pela conveniência e pela velocidade de resposta. Além disso, segundo o Google, 70% das buscas por voz utilizam linguagem natural e não palavras-chave, como é feito na busca digitada. Portanto, a resposta esperada não é uma lista de opções, como acontece quando fazemos uma pesquisa no site do Google. O grande desafio para os assistentes pessoais é justamente conhecer a fundo seus usuários e entender o contexto de cada solicitação.

O futuro ainda é incerto em relação ao papel dos assistentes pessoais e das buscas por voz na jornada de decisão, mas com o aumento da penetração dessas tecnologias, será possível identificar em quais situações as pessoas mais recorrem aos assistentes e, então, definir estratégias de marketing que consigam se adequar a este novo cenário, da forma mais relevante possível aos usuários.

Por André Pazera, coordenador de Planejamento da NewBlue,  empresa Full Service de projetos digitais.

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Mas, e A.I.?

Por Caio Camargo - 23 de Maio de 2018

Uau! Confesso que é difícil esconder o espanto cada vez que eu vejo uma nova notícia sobre alguma novidade que envolva Inteligência Artificial, a famosa IA, que aproveitei a sigla em inglês (A.I. – Artificial Intelligence), para criar a provocação deste texto.

Apresentado algumas semanas atrás em um evento como um dos grandes lançamentos da Google, a assistente pessoal agora de fato irá interagir com as pessoas e o mundo real. Precisa de uma mesa no restaurante, ou de uma hora no cabelereiro? A própria assistente (dito assim, pois, na maioria das vezes, o avatar de voz é feminino) liga para o local e negocia com a atendente sobre as opções até que seja acertado um horário ou outras questões de acordo com o solicitado por você.

Não vejo nada de errado nisso, muito pelo contrário. Veremos cada vez mais a inteligência artificial em nossas vidas. Talvez de uma maneira que a gente nem perceba. Pouca gente que entra na Internet em busca de algo tem ideia da quantidade e complexidade de algoritmos para não somente compilar, mas filtrar e apresentar resultados cada vez mais adaptados ao perfil do usuário. Tudo para entregar a resposta mais precisa no menor tempo possível. Parece que foi apenas um clique, algo simples, e é essa a sensação que está sendo buscada. É o que chamamos de “simplicidade sofisticada”.

A revolução digital nos trouxe uma outra dimensão sobre o volume de informações que temos a disposição ou pode ser gerado sobre o que o mundo hoje faz, compra, usa, busca, deseja e outra infinidade de novas probabilidades para se compreender ou entender cada vez mais sobre praticamente qualquer coisa. São os tempos da big data.

Porém, informação sem que se faça um extrato adequado, sem que se provoque as perguntas corretas, são como já diz o velho jargão, apenas um “bando de dados”. Extrair essa informação é um dos grandes desafios das empresas atualmente. E não é um problema apenas do Brasil. Faltam “mundialmente” bons analistas desse tipo de informações. Gente que consiga se debruçar no universo do analytics, cruzando indicadores antes improváveis e até mesmo impossíveis de serem corretamente mensurados, em busca de melhores respostas.

De maneira a tentar encurtar a distância entre a informação coletada e o insight que pode ser gerado, uma das mais importantes questões está justamente no avanço e da democratização da Inteligência Artificial. Uma das críticas que tenho feito atualmente é que a Inteligência Artificial ainda permanece nas mãos de algumas poucas empresas do mercado, liderados por companhias de grande porte, como, por exemplo, IBM, Google, Apple, Amazon e Microsoft.

Diferente de praticamente todos os outros tipos de soluções que já foram criadas, onde você pode facilmente encontrar uma fagulha de inovação ou uma semente de renovação dentro dos diversos ecossistemas de startups, quando falamos de inteligência artificial ainda estamos nos passos onde tudo o que precisa ser de alguma maneira “conectado” à alguma inteligência artificial já existente, ainda necessite do recurso gerado pelos grandes players do mercado.

Watson (IBM) e Sophia (o robô), ao invés de ganharem irmãos ou novos amigos, estão ganhando filhos. Está aberta a oportunidade para quem quiser fazer diferente.

*Imagem reprodução

http://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/05/23/mas-e-a-i/?utm_campaign=mc_news_2305&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Novos fones de ouvido do Google fazem tradução simultânea

pixel

A Inteligência artificial já é amplamente debatida em todo o mundo, mas ainda não estamos nem perto de descobrir de todas as coisas que ela é capaz. Ontem (4), o Google anunciou seus novos fones de ouvido, o Pixel Buds, capaz de traduzir idiomas em tempo real. Na apresentação da novidade, transmitida via web, a demonstração do funcionamento dos novos produtos foi feita em uma conversa entre pessoas falando inglês e sueco.

“É como ter um tradutor pessoal ao seu lado”, disse Juston Payne, gerente de produto do time de hardware do Google, no evento realizado em San Francisco. Vale dizer que o dispositivo tem suporte para a tradução de 40 idiomas e precisa apenas de conexão Bluetooth para funcionar.

Por enquanto, os aparelhos serão vendidos nos Estados Unidos (a pré-venda já está aberta) com preço de 159 dólares. Além de funcionar no smartphone do Google, o produto também se conecta com as versões mais recentes de aparelhos que usam o Android.

Veja como funcionam os Pixel Buds no vídeo abaixo:

Google lança aplicativo que converte voz em emojis

 

17 de Março de 2017  

app transforma voz em emoji

O Google está trabalhando em outro aplicativo de mensagens experimental, desta vez no campo de áudio. O novo app, “Supersonic Fun Voice Messeger”, é o segundo a sair, só neste mês, da Google’s Área 120, uma incubadora interna que trabalha novas ideias.

O Supersonic transcreve tudo o que você disser e no lugar das palavras, coloca emojis onde puder. A transcrição, além de ser precisa e rápida é feita em tempo real. Isso significa que você não precisa esperar que seu amigo envie a mensagem inteira antes de começar a ver a transcrição.

http://giphy.com/embed/10UY1Pwf4RQ2xa

via GIPHY

O aplicativo fica no meio do caminho entre mensagens de áudio somente e de texto. Além de ler o trecho transcrito, a mensagem de áudio original também pode ser ouvida, criando uma combinação entre chamada e mensagens de texto. O aplicativo também possui um programa computadorizado que funciona automaticamente, estilo assistente do Google, chamado “Supersonic Help-bot”. Ele usa o aprendizado de máquinas para “melhorar” seu desempenho ao longo do tempo. Deste modo, você pode fazer as perguntas do bot e ele responderá com as suas próprias mensagens de voz e emoji.

Área 120 é uma incubadora interna para Googlers para trabalhar em novas idéias, por isso agora Supersonic não é um aplicativo oficial da marca Google

http://adnews.com.br/tecnologia/google-lanca-novo-aplicativo-que-converte-voz-em-emojis.html

Google lança aplicativo que te ajuda a organizar suas viagens

20 de Setembro de 2016 12h – Atualizado às 12:02

google

O Google nasceu como um facilitador da vida moderna, e assim ele quer continuar. A empresa acaba de anunciar a criação de um aplicativo para auxiliar a organização de viajens: o Google Trips.

Disponível gratuitamente para Android e iOS, a novidade traz serviços como consulta de reservas, montagem de trajetos diários, sugestões de restaurantes, informações sobre o transporte público, e listagem de hospitais próximos em caso de emergências.

A ideia é usar a compatibilidade de todos os programas do Google para otimizar as tarefas da viagem. Por exemplo, o aplicativo aproveita as informações que você aproveita em seu Gmail, como sua passagem aérea, para organizar os horários para você. Por exemplo, ao notar o recebimento de um e-mail de passagem, ele automaticamente cria um roteiro com informações das cidades a serem visitadas.

O app também sugere atrações a partir de lugares bem avaliados no Google. Através de aba Day plans, por exemplo, você pode organizar seu roteiro, contando sempre com o Google Maps.

Google pode lançar seu próprio smartphone esse ano

27 de Junho de 2016 10h –

Nexus
Nexus, a atual linha própria de smartphones do Google

O Google está entrando de vez na indústria de smartphones. A empresa já possui sua própria linha de telefones e tablets, a Nexus, mas a fabricação dos aparelhos é terceirizada, sendo feita por diferentes empresas, como a chinesa Huawei e LG.

Agora, de acordo com um relatório do The Telegraph, o Google planeja assumir completamente a produção e construir seu próprio smartphone partindo do zero.

Ainda não está claro se o novo dispositivo será vendido sob a marca Nexus, mas as fontes citadas no documento afirmam que a empresa terá mais controle sobre o design, a fabricação e o software do dispositivo.

Mesmo sem muitos detalhes, podemos considerar que a novidade afetaria o mercado de smartphones, alienando talvez, os outros fabricantes que adotam o sistema Android.

Mesmo que o Google comece a vender seu próprio dispositivo, este provavelmente não significa o fim da linha para a Nexus. Em uma entrevista no mês passado, Sundar Pichai, CEO do Google, disse que a empresa está investindo com “muito mais força” no Nexus. Sem entrar em muitos detalhes, ele reiterou que a empresa pretende continuar a trabalhar com os seus parceiros de hardware

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