Waze anuncia novidades de publicidade para 2018

Trafego

O Waze anunciou o lançamento de uma série de recursos e ferramentas para empresas e anunciantes se aproximarem ainda mais de seus consumidores em uma experiência mais fluida dentro do app. Agora será possível que as marcas utilizem o Targeting Demográfico, que permite direcionar anúncios de acordo com idade e gênero dos usuários, e o W/OOH, uma ferramenta estratégica que combina a campanha de OOH com o Waze, expandindo o alcance da mídia offline.

O app também permitirá a mensuração de empresas parceiras dos resultados de campanha, e a compra do formato Zero Speed Takeover (aquelas que surgem quando o motorista está parado) de forma programada por meio do DoubleClick Bid Manager. Outra funcionalidade estratégica para os parceiros é o First Look, uma categoria de anúncio a ser mostrada em momentos de pico de tráfego, normalmente a primeira viagem do usuário ainda pela manhã.

Além dessas funcionalidades, o app também anuncia o recurso Roadside Assistance, um serviço de assistência para situações emergenciais de trânsito. A opção faz com que um alerta seja enviado para marcas bem como outros usuários do app próximos ao motorista que está solicitando algum tipo de apoio, seja por conta de um pneu furado, falta de combustível ou qualquer coisa parecida.

Outro anúncio foi o Waze Mobility Stories, pacotes especiais de mídia que levam em consideração os insights que o app possui dos consumidores em movimento nas cidades, como por exemplo, o aumento de idas a lojas no Natal, ou os 500 milhões de quilômetros a mais que são percorridos no Verão.

“Os lançamentos para 2018, impulsionam as marcas a terem uma maior visibilidade de maneira relevante e utilitária. Da mesma maneira que investimos na experiência dos nossos usuários, pensamos em como entregar valor para as marcas, aproximando os dois mundos “, diz Andre Loureiro, diretor-geral de publicidade do Waze no Brasil.

São mais de 80 milhões de usuários do Waze no mundo, e o Brasil representa uma das maiores redes de motoristas e é um dos mercados mais importantes para o Waze. Somente na Grande São Paulo, o app tem mais de 3,8 milhões de usuários ativos que dirigem mais de 500 milhões de quilômetros a cada mês

http://adnews.com.br/tecnologia/waze-anuncia-novidades-de-publicidade-para-2018.html

Relatório da Adobe mostra que anunciantes ainda derrapam em publicidade digital

06 de Junho de 2017  

digital

Em seu Relatório sobre Vídeos Digitais de 2017, a Adobe observa um crescimento de 53% – entre outubro de 2015 e dezembro de 2016 – nas impressões de anúncios em vídeo em plataformas mobile, revelando uma grande oportunidade para os anunciantes com este tipo de publicidade. O estudo, conduzido pela equipe da Adobe Digital Insights (ADI) na América do Norte, entretanto, aponta uma grande barreira para a adesão a essa estratégia: o custo.

De acordo com a ADI, de 2014 a 2016, os custos com anúncios em vídeo digitais cresceram 13% e o movimento de alta fica atrás apenas do observado para anunciar no Super Bowl (21%). Isso reflete na baixa atividade dos anunciantes no que diz respeito à utilização de vídeos digitais para publicidade: dentro de um período de 15 meses, a média de impressões observadas ocupa cerca de 3,7 meses, o que representa apenas cerca de 25% do tempo.

Quando analisado o custo por mil impressões (CPM) nas TVs com dispositivos conectados – as TVCDs, que incluem SmarTV, consoles gamers e set-top-boxes, como a Apple TV –, o valor é o dobro do que o CPM de anúncios em dispositivos móveis. Além disso, os custos de publicidade em vídeo são maiores do que os de mobile search CPC (custo por clique) e mobile display. Esse retrato, segundo o relatório da ADI, faz a publicidade digital em vídeos superar a inflação em 6,5 vezes na América do Norte.

Desktop vs. Mobile

No Relatório sobre Vídeos Digitais 2017, a ADI analisou também a experiência dos anúncios em vídeos em dispositivos desktops e móveis. As visualizações das publicidades em desktop caíram 27% na comparação de 2015 com 2016, enquanto as impressões no mobile aumentaram 53% durante o mesmo período. Ademais, 60% desses anúncios em dispositivos móveis são assistidos até o fim, número que cai para menos da metade (47%) nos desktops, mostrando um gap de 13% entre esses canais.

“A representatividade mobile aumenta sobre o desktop, assim como os usuários de dispositivos móveis também crescem. Como o público migrou de dispositivo, a tendência é que o canal de comunicação do marketing migre junto com a audiência”, destaca Federico Grosso, vice-presidente da Adobe para América Latina

Tamanho realmente importa?

Enquanto se discute a o investimento de publicidade digital em vídeos em plataformas mobile e desktop, uma outra oportunidade se apresenta aos anunciantes: o consumo de vídeos em telas grandes. Dentro do fenômeno da TV Everywhere (TVE), a audiência está migrando dos dispositivos móveis para telas maiores, como as TVCDs, mostra o estudo da Adobe. Segundo os dados agregados e anônimos do Adobe Primetime, a audiência do TVE móvel diminuiu em share de 54% para 46% nos últimos dois anos. Enquanto isso, os dispositivo conectados em TV agora totalizam 32% da audiência, mais de 20% em comparação a dois anos atrás.

“Os profissionais de marketing precisam ficar de olho no espaço que se revela nas TVs conectadas. Ainda em crescimento, pode se apresentar dentro em breve como um importante mecanismo de publicidade para as marcas e este é o melhor momento para testá-lo”, opina o VP.

A análise da Adobe Digital Insights é baseada em mais de 4 bilhões de autenticações de TV Everywhere e a partir de mais de 300 websites e aplicativos que sirvam como ponto de acesso na América do Norte. Os dados – anônimos – foram compilados a partir de diferentes soluções da Adobe Experience Cloud entre janeiro de 2015 e janeiro de 2017. O Relatório sobre Vídeos Digitais 2017 completo da ADI pode ser acessado aqui.

http://adnews.com.br/internet/relatorio-da-adobe-mostra-que-anunciantes-ainda-derrapam-em-publicidade-digital.html

O que é ser Digital First?

 

23 de Março de 2017 

Digital Frist

Como o título sugere: fazer o Digital primeiro. Sim, muito óbvio, mas não é esse o ponto. Para entender o que é ser Digital First temos que entender o que representa essa cultura, antes mesmo de termos essa premissa.

Até alguns anos atrás, duas palavras eram as mais faladas em reuniões de briefing com cliente, e não estou falando de “vídeo viral”, mas sim da tão famosa “second screen”. Se pensarmos, isso fazia sentido em 2012, quando em uma campanha de marketing integrada, TV e Twitter se complementavam.

Mas hoje não é bem assim. Usuários de redes sociais pensam na TV como “second screen”. O smartphone é a tela principal deles. Logo, o famoso “mobile first” aparece.

Hoje, o mobile já tem penetração de 90% no Brasil, com mais de 168 milhões de smartphones em uso. Em 2016, Facebook e Youtube juntos representaram mais de 50% dos canais de conteúdo em vídeo mais vistos.

Atingir o maior número de pessoas no target, primeiramente no ambiente digital, otimizando e rentabilizando o investimento e, assim, abrindo caminho e criando consideração pela marca, para então amplificar as ações aos meios off-line. Tudo isso faz sentido, mas quanto? Muito mais do que imaginamos até agora.

Entendemos que o consumidor está ativo em todos os meios de comunicação, no seu respectivo momento. Para isso, estar alinhado a esse comportamento é essencial para maior performance e conquista do objetivo, além de compreender o comportamento de consumo dos meios do target.

Falando de mídia digital, vemos uma grande onda de comportamento das pessoas cada vez mais voltadas para o consumo de conteúdos rápidos, personalizados, direcionados e produzidos com foco no ambiente online. A tendência é que isso ocorra com maior frequência, trazendo qualificação e principalmente preocupação em atender a atual sociedade.

As campanhas digitais irão pautar as campanhas off-line. A sustentação de uma campanha, antes pensada como algo menor em um plano tático ou de conversão, agora será protagonista da estratégia e fará toda a diferença, desde a geração de conhecimento de marca e consideração até engajamento e conversão.

Digital First é um modo de pensar e agir. Trata-se de uma cultura que vem ganhando cada vez mais espaço e oportunidade, graças aos anunciantes e agências que querem de forma consistente evoluir o pensamento. A importância disso só traz a tona o que a TV, rádio e impressos consolidaram há muitos anos e hoje vêm se reinventado para continuar relevantes.

Se olharmos para marcas e anunciantes “nativos” digitais como Uber, Youtube, Nubank, Amazon, entre outros, o core da comunicação é o próprio ambiente onde elas nasceram e irão se desenvolver. Faz sentido para elas comunicarem e serem vistas ali, e até mesmo focar 100% dos seus investimentos publicitários no meio digital.

http://adnews.com.br/adarticles/o-que-e-ser-digital-first.html

Cantor Maurício Manieri arruma “bico” inusitado em novo filme do iFood

 

21 de Outubro de 2016 12h – Atualizado às 12:00

manieri

A iFood estreou a sua primeira campanha criada pela AlmapBBDO. Com cinco filmes, ações na internet e mídia exterior, ela terá comerciais com Bela e Preta Gil, Maurício Manieri e Fabio Porchat mostrando como é prático, seguro e ágil usar o aplicativo de delivery que entrega mensalmente 2,2 milhões de refeições em mais de 100 cidades brasileiras.

Para aproximar cada vez mais a marca dos diferentes tipos de consumidores, cada filme ilustrará uma característica de iFood: suas promoções, a variedade de restaurantes com os quais trabalha, a facilidade que o aplicativo oferece tanto para realizar os pedidos como para pagá-los e a garantia da entrega das refeições.

O comercial de estreia é estrelado pelo cantor Maurício Manieri.

Para Arthur Santos, diretor de marketing iFood, “A campanha tem a linguagem que melhor traduz a forma que queremos nos aproximar de nossos clientes. Um tom descontraído, com personagens de extremo carisma entre os brasileiros e que reforçam a praticidade e a inovação que iFood representa no universo de delivery online”. E complementa, “Estamos ansiosos para a reação do público diante do lançamento de cada filme. A AlmapBBDO nos surpreendeu com uma campanha criativa e bem-humorada que, certamente, vai comprovar que iFood é um aplicativo ‘Pra qualquer fome’.”.

Os outros quatro comerciais – que incluem um com as irmãs Bela e Preta Gil e outro com Fabio Porchat – estrearão durante as próximas semanas e os cinco serão veiculados alternadamente nas emissoras abertas e por assinatura. Na internet, além da veiculação dos filmes, a campanha se desdobrará em memes e pílulas seguindo a mesma linha bem-humorada da TV. Contará também com reforço em mídia exterior. A iFood e a AlmapBBDO trabalham juntas desde julho de 2016.

Ficha Técnica – “Maurício”

Anunciante: iFood
Título:  Maurício
Produto:  Aplicativo
Diretor Geral de Criação:  Luiz Sanches
Diretor Executivo de Criação:  Andre Gola, Pernil
Criação: Fernando Duarte, Henrique Del Lama
Produtora de imagem: Boiler Filmes
Produtor executivo: Karin Nantes
Direção: Dulcídio Caldeira
Fotografia: Adrian Teijido
Montador / Editor: Ricardo Quintela
Finalizadora: Celula Filmes
Atendimento: Juliana Martellotta e Adriana Monteiro
Produtora de audio: Raw Áudio
Produtor/Maestro: Equipe Raw
RTV: Vera Jacinto e Elisa Mello
Atendimento:  Cristina Chacon, Flavia Fusco, Italo Vetorazzo, Bianca Simões, Sâmia Reiter
Planejamento:  Cintia Gonçalves, Sergio Katz, Denis Camargo, Aline Alonso
Mídia:  Luis Padilha, Cassiano Oliva, Haroldo Paro, Gabriela Sarti
Aprovação:  Arthur Santos, Ainah Correa

http://adnews.com.br/publicidade/cantor-mauricio-manieri-arruma-bico-inusitado-em-novo-comercial-do-ifood.html

Ações publicitárias mais lembradas são vistas em smartphones, aponta pesquisa

29 de Setembro de 2016 11h – Atualizado às 11:24

mobile

De olho na segmentação do mercado e nas ferramentas utilizadas para conectar o público jovem às empresas brasileiras, a B2 realizou a quinta edição do estudo Radar Jovem, no dia 27 de setembro, no auditório da FGV Berrini. Nesse ano, foram realizadas três pesquisas a fim de compreender melhor o impacto do smartphone na vida do jovem. Na 1ª pesquisa, envolvendo 60 empresas dos segmentos de tecnologia, varejo, telecomunicação e entretenimento, das quais 35% possuem um faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão, foram avaliadas questões como o nível de satisfação do público com as campanhas publicitárias, quais os canais digitais mais utilizados e como elas devem dirigir a divulgação de produtos a seu consumidor final.

No segundo levantamento, com mais de 2.600 jovens de 17 a 30 anos que estão cursando superior até pós-graduação completa, foram reveladas escolhas importantes e que vão na contramão das estratégias utilizadas pela maioria das empresas avaliadas. Para se ter uma ideia, enquanto milhões de reais são investidos em publicidade nos canais de televisão, cerca de 35,2% dos entrevistados afirmam terem lembrança de campanhas publicitárias via Facebook. Na sequência aparecem TV aberta com 32%, Youtube com 14%, TV fechada com 10%, outros (Snapchat, E-mail, Outdoor, Rádio) somaram 10%, Instagram com 9%, anúncio em sites com 6%, Whatsapp, metrô e relógio de rua somaram 9% e o restante (ônibus, jornal, revista, cinema e twitter) juntos totalizaram 7%.

Já as companhias que mais investiram em propaganda, conforme o ranking de anunciantes de dezembro de 2015, não conseguiram atingir seu público-alvo com tanta eficiência. Enquanto o segmento de personal care investiu cerca de R$ 7,9 bilhões na divulgação de seus produtos, os segmentos mais lembrados pelo jovem foram os de bebidas, com 20% das s citações, seguido por 8% nos alimentos, 7% para campanhas sociais, 6,7% para itens de moda, 6% para beleza e estética e 5% para instituições financeiras.

Dos 30 maiores anunciantes listados no índice, apenas quatro não foram citados pelos jovens da pesquisa (Supermercados Guanabara, Reckit Benckiser ou suas submarcas, Petrobrás e Grupo Pão de Açúcar). De alguma forma, o jovem está no foco de comunicação dos maiores anunciantes do país, mas as marcas não estão sabendo direcionar corretamente suas campanhas.

Para o CEO da B2, Ricardo Buckup, a pesquisa mostra que a estratégia que deve ser priorizada é a da assertividade. “Mais do que medir o impacto publicitário, comercial e o costume desse consumidor, o estudo deste ano é um material importante para que as empresas saibam como direcionar suas estratégias e agregar mais valor aos seus produtos. É essencial focar aonde o jovem vai ver a marca e orientar a campanha da melhor maneira”.

Maiores anunciantes são os menos lembrados pelos jovens 

A pesquisa Radar Jovem 2016 revelou que, das cinco empresas que mais investem em propaganda no Brasil, com investimentos próximos a R$ 13 milhões, conforme o ranking de anunciantes de dezembro do ano passado, nenhuma delas está na preferência dos entrevistados. Enquanto as empresas de personalcare são do segmento que mais investiu em publicidade, com 21%, as marcas mais lembradas pelo jovem são do mercado de bebidas, citadas por 20% deles, seguido por alimentos, moda, beleza e bancos.

Memória Fraca

Entre as campanhas lembradas, 70% foi vista no mesmo dia ou no dia anterior à realização da pesquisa. Por esse motivo é importante ter uma estratégia de marketing bem definida, de médio a longo prazo, para que se crie um bom relacionamento. Produção de conteúdo relevante, atualização permanente e interação são questões importantes a serem trabalhadas pelas empresas anunciantes.

Televisão deixa de ser a preferida para conhecer produtos

De acordo com o estudo, 35% dos jovens brasileiros citaram o Facebook como veículo em suas campanhas mais lembradas. A plataforma digital das redes sociais também está entre as acessadas, sendo que 58% tem lembranças de propaganda pelo Facebook, 20% pelo Youtube, 18% Instagram e 10% sites. Com esse foco, é possível notar que o investimento em publicidade digital no Brasil teve uma expansão de 12% de 2014 a 2015, alcançando R$9,3 bilhões, conforme levantamento do InteractiveAdvertising Bureau (IAB) em parceria com a ComScore.

E por que os anúncios mobile vendem mais? A resposta é simples: os dispositivos móveis criaram a ponte que une os mundos on-line e off-line, trazendo consigo a grande oportunidade de gerar visitas físicas aos pontos de venda através de campanhas digitais.

Para 2016, a expectativa do IAB é chegar a R$ 10,4 bilhões – aproximadamente 30% do valor total investido pelos maiores anunciantes. Nesse panorama, o mobile surge como o canal mais assertivo para que as marcas se comuniquem de forma eficaz com o público hiperconectado.

A força das redes sociais para divulgação

Das campanhas digitais mais lembradas, 41% dos jovens participantes da pesquisa compartilhou ou comentou o conteúdo com os amigos. Trinta e oito por cento compartilhou ou comentou campanhas vistas em desktop. Quando questionados sobre quais os principais motivos para compartilhar um conteúdo em suas redes sociais, as principais respostas foram: 32% – Identificação com o Conteúdo; 13% – Identificação com a Campanha / 13% – Identificação com o Outro (Amigos, Colegas Familiares, etc) / 13% – Promoção; 07% – Identificação com o Produto / 07% – Causa Social; 05% – Identificação com a Oferta; 04% – Assuntos Momento / 04% – Evento; 03% – Comédia / 03% – Identificação com a Marca;

As ações publicitárias mais lembradas foram vistas em smartphones, com 66% das citações.

Quando perguntados sobre onde viram as campanhas das quais mais se lembraram, o seguinte cenário foi analisado: Facebook foi o veículo mais usado, com 35%, seguido pela TV aberta (32%), Youtube (14%), TV fechada (10%) e outros somaram 10% (panfletos, Snapchat, e-mail, outdoor etc.), Instagram (9%), anúncio em sites (6%), WhatsApp, metrô e relógio de rua (3%), ônibus (2%) e jornal, revista, cinema e Twitter (1%), o que comprova a força do digital.

Satisfação das empresas em relação às campanhas digitais 

Com o estudo, descobriu-se que, das 60 empresas pesquisadas, 41% delas estão satisfeitas com suas estratégias digitais. No entanto, o investimento apurado não revela a valorização ideal. Os principais receios das marcas em relação à eficiência dos meios digitais são: qualidade da interação (19%), dificuldade de definir o foco das campanhas (17%), poluição de conteúdo (13%), imprevisibilidade das reações (11%) e efemeridade da informação no meio, tanto para o sucesso quanto para o fracasso (8%).

Conclusão

O que antes parecia inimaginável, agora é a realidade que todas as marcas precisarão enfrentar: a soberania do mobile. A grande quantidade de conteúdo e publicidade disponível no meio digital alimentou a ascensão da mídia programática, que permite segmentar campanhas por perfis comportamentais em detrimento do veículo onde a campanha será mostrada.

Porém, deve-se ter muita atenção sobre o que é publicado. Segundo pesquisa da Reuters citada no Columbia Journalism, 47% dos usuários da Internet nos EUA agora usam software de bloqueio de anúncios. Desse total, 55% são jovens de 18 a 24 anos de idade.

É preciso estar cada vez mais atento a esse tipo de comportamento, ou seja, cada anúncio deve ser entregue na frequência certa, com relevância e personalização.

Por fim, o principal ponto a ser reforçado é demonstrar que esforço não é resultado. Para saber comunicar-se com o jovem, é necessário entender seu mundo, sua rotina, sua forma de pensar, além de estar atento a sua plataforma preferida.

http://adnews.com.br/internet/acoes-publicitarias-mais-lembradas-sao-vistas-em-smartphones-aponta-pesquisa.html

Google lança novo formato de anúncio em vídeo para YouTube

 

26 de abril de 2016 · Atualizado às 14h08

O Google anunciou hoje (26) um novo formato de vídeo para anunciantes no YouTube. Batizada de “Bumber Ads”, a novidade foi criada a partir de uma pesquisa que chamou a atenção da gigante para o fato de que metade das pessoas entre 18 e 49 anos prefere a experiência assistir vídeos em dispositivos móveis. Focando nesse insight e na dinamicidade do consumo online, o novo formato permite a criação de conteúdos com seis segundos de duração.

Segundo a empresa, o Bumber Ads é o formato ideal para marcas que desejam complementar suas estratégias para construir awaraness, como em campanhas promocionais, lançamento de produtos e ativações com budget reduzido que exigem alcance em um espaço de tempo menor. O Google faz questão de destacar que o novo recurso não substitui as possibilidades de publicidade em vídeo já oferecidas, como o TrueView (formato de 30 segundos ou mais que pode ser pulado), e sim surge para complementar as campanhas no YouTube.

A primeira marca a testar o formato no Brasil é a Coca-Cola, com o comercial que pode ser visto a seguir:

Redação Adnews – http://www.adnews.com.br/internet/google-lanca-novo-formato-de-anuncio-em-video-para-youtube

Mobile: o canal da integração

Como aproveitar essa mídia para potencializar as campanhas publicitárias

22/02/2016 12:35

Mobile: o canal da integração

(*) Por Julien Houdayer

Na primeira década dos anos 2000, uma parcela muito menor das pessoas tinha um smartphone e aposto que a grande maioria delas estava conectada apenas no período de trabalho, se atendo a assuntos corporativos. Estamos na metade da segunda década e o que vemos atualmente é a penetração de smartphone infinitamente maior e os consumidores, todos nós, conectados 100% do tempo: no trabalho, em casa e fora dela, em encontros sociais, no banheiro e até mesmo quando se está consumindo mídias off-line como TV, rádio, jornal e revista. O celular está nas mãos de todo mundo, quase que o tempo todo.

Se esse é o cenário, então definitivamente não faz mais sentido pensar na comunicação com o seu público, em cada mídia, de maneira isolada. Da mesma forma que o consumidor não está dividido entre on e off – ele consome conteúdo (e publicidade) por diversos meios, em qualquer hora e lugar, e, muitas vezes, em mais de um canal ao mesmo tempo -, você também deve pensar numa estratégia de marca crossmedia, aproveitando o potencial de cada meio e potencializando seus resultados através dessa integração. Em 2016, não se trata exclusivamente de decidir onde a verba de comunicação deve ser investida.

A suposta guerra entre canais tradicionais e digitais ficou pra trás e vários players do nosso mercado já compreenderam que a força do mobile, por exemplo, é resultado das sinergias entre os mundos físico e digital. O diretor global de inovação em mídia da Unilever, Jay Altschuler, ainda em 2012, disse justamente isso no evento Mobile World Congress, em Barcelona. Naquele momento, Jay dizia que o telefone móvel já era a identidade das pessoas. Quatro anos se passaram e esse posicionamento faz cada vez mais sentido. A Millward Brown divulgou recentemente que a sinergia proporcionada pelo mobile é responsável por mais de 30% da performance das campanhas na América Latina.

A pergunta simples que os profissionais, que ainda desconhecem as vantagens integradoras desse canal, podem ter em mente é: como posso aproveitar essa mídia para potencializar minhas campanhas publicitárias? Quem investe em TV, por exemplo, precisa avaliar as possibilidades de sincronizar o conteúdo com mobile. Isso pode acontecer por meio de tecnologia baseada no áudio ou com parceiros que desenvolvam ações para mobile, como nós da S4M, até como estratégia de continuação da sua mensagem na TV. Com o diferencial de segmentação do celular, é possível destacar ofertas locais, personalizadas e direcionadas para cada perfil de consumidor, complementando sua presença num meio abrangente como é o caso da televisão.

Para os adeptos da Growth Hacking – estratégia que envolve um entendimento detalhado de hábitos, comportamento e tendências para gerar crescimento da sua campanha com o mínimo de verba e o máximo de eficácia – a ideia é aproveitar as campanhas dos seus concorrentes na TV para captar a intenção e o interesse dos usuários e, com base nesses dados, expor seu produto ou serviço na tela do celular. Essa estratégia tem uma forte justificativa: mais de 50% das pessoas usam o celular enquanto veem televisão. Você pode aproveitar esse comportamento crescente para fortalecer sua mensagem de marca.

Já no mundo físico, as possibilidades de ofertas pela segmentação geolocalizada permitem cenários de exposição nos quais as pessoas, além de expostas aos anúncios que estão ao redor (ponto de ônibus, metro, aeroporto, billboard etc), também podem contar com um detalhamento especial e direcionado da campanha. Para minimizar – ou até evitar – que as pessoas ao lado do seu anúncio de 3m X 4m não sejam impactadas porque estão imersas no universo do próprio celular (e isso é um comportamento cada vez mais presente), por que não complementar seu investimento em outdoor com uma ação no mobile em regiões específicas? Você tem a possibilidade de expor sua marca na estrutura física e na mão do consumidor, ao mesmo tempo.

Por fim (longe de ser menos importante), a mídia imprensa já vem conseguindo oferecer uma sinergia mais natural com o mobile por conta do processo de digitalização avançado dos publishers. Hoje, os principais jornais e revistas contam com site otimizado e aplicativos adaptados para o celular e o tablet. E oferecem uma experiência publicitária contemplando os três mundos – impresso, desktop e mobile – para seus clientes. O conteúdo é o mais importante, como sempre. Os leitores seguem um determinado veículo, no papel ou no online/mobile, por conta disso. Explorar cada meio, gerando contato permanente com seu público-chave, é otimizar o ROI da campanha e os gastos de produção de peças para a mídia tradicional que, no final, pode ficar com o preço mais reduzido devido a otimização da sua verba.

Durante algum tempo os profissionais do nosso mercado enxergaram essas mídias, tradicionais e digital, separadas. Mas, hoje, o mobile é o canal que permite fazer uma ponte natural entre os dois universos, reforçando a existência digital da sua marca. Aproveite essa oportunidade de usa-lo como propulsor da integração na sua estratégia de comunicação. No futuro próximo os desafios crossmedia poderão ser mais complexos, como a compra programática em TV e mídia impressa, e a digitalização do display outdoor.

* Julien Houdayer é diretor geral da S4M Brasil e América Latina 

http://www.proxxima.com.br/home/mobile/2016/02/22/Mobile-o-canal-da-integracao-.html