DogHero lança “Uber” dos passeadores de cachorro

uber

Passear com o cachorro requer um certo tempo na agenda de seu dono. Pensando na dificuldade para algumas pessoas, a DogHero, aplicativo que conecta pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa, expande o portfólio de serviços e lança a opção de passeios. Pela plataforma, é possível agendar o serviço ou pedi-lo imediatamente: mesmo conceito dos aplicativos de transporte, como Uber e 99.

O cliente é avisado pelo app quando o passeio começa e pode acompanhar o trajeto em tempo real. Além disso, a atenção é exclusiva, pois o passeador caminha com um cachorro por vez (ou com dois, se forem da mesma família).

O serviço já está disponível na cidade de São Paulo e chegará em outras capitais a partir de julho. O cliente baixa o aplicativo, coloca o endereço, dá informações sobre o cachorro (como porte, raça e idade), explica como é o comportamento dele e escolhe quando quer agendar o passeio. A partir disso, a empresa indica o passeador com o perfil mais adequado para atender aquela família.

Os passeios, de 30 minutos ou 1 hora, custam a partir de R$ 25. Planos mensais têm desconto de 20% e o pagamento é feito pelo aplicativo. Caso o cachorro sinta-se mal durante o passeio, a empresa reembolsa eventuais gastos com veterinário, exames e medicamentos em até R$ 5 mil.

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Uber lite, versão de 5 MB para conexões lentas, estreia na Índia

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Criado em São Francisco, o Uber pegou carona na conexão super-rápida e no amor dos californianos pelo mobile para fazer sua fama e se tornar um case moderno de sucesso. Popularizado ao redor do mundo, a plataforma tem dificuldades em conviver de maneira harmônica com países que têm estruturas sociais completamente diferentes dos Estados Unidos.

Famosa pela sua população de 1,3 bilhão de pessoas, a Índia é um país que encanta pela sua riqueza e pluralidade de seus habitantes. Tido como o mercado mais importante da Ásia, o Uber lançou nesta terça-feira (12) a versão Lite de sua plataforma.

Mais leve, a novidade pensada para celulares Android mais simples e conexões mais lentas, chega ao mercado com 5 MB e a promessa de se adequar melhor à vida do indiano. Diferentemente de sua versão mais robusta, com, 181,4 MB, o “primo mais leve” da marca apresenta mapas opcionais, mas funcionalidades de segurança como compartilhar viagens com amigos presentes.

Confira abaixo o vídeo de apresentação do dispositivo:

Com o intuito de expandir a edição para outros países emergentes, o CEO da startup Dara Khosrowshahi disse ao canal local de televisão ETNow em 22 de fevereiro que “ Se você olhar para o mercado, é um dos nossos mercados mais saudáveis ​​em termos de taxas de crescimento … Quando penso em Uber e onde estaremos daqui a cinco ou dez anos, nosso sucesso na Índia desempenhará um papel vital no crescimento dessa empresa e o lugar que estaremos no futuro da mobilidade global”

Ainda não há a data prevista para o Uber Lite ir para outras regiões. Ao que parece, será necessário acompanhar o sucesso da corrida pelos clientes com menor poder aquisitivo na Índia para saber quando a comodidade desembarcará em terras brasileiras

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O Uber chega para todos

04 de Novembro de 2016 14h – Atualizado às 14:11

John Lynn

O mercado deve ligar o alerta quando um executivo da maior holding mundial da indústria de comunicação fala sobre a necessidade de mudanças cada vez mais rápidas nos mais diversos setores, incluindo a propaganda? Assistindo à apresentação de John Lynn, CEO e diretor regional da Young & Rubicam e Wunderman América Latina, durante o El Ojo, parece que sim. O publicitário subiu ao palco da principal sala de conferências do Hilton, em Buenos Aires, para falar sobre inovação com a palestra “A todo mundo chega seu Uber”.

Para Lynn, a revolução tecnológica não mudou as predileções e sentimentos humanos, mas transformou profundamente o comportamento das pessoas, especialmente na última década. “O ser humano sempre quis flertar, fazer network, ser popular, dizer boatos e se apaixonar, mas agora faz isso de uma maneira muito mais digital”, explica. Em sua visão, as agências precisam se precaver para não sofrer uma espécie de “efeito Uber”, que seria equivalente a perder terreno para um negócio mais disruptivo. “Temos que ajudar nossos clientes a serem cada vez mais relevantes na vida dos consumidores”, acredita.

Ganhar importância e se posicionar como um parceiro para as pessoas, segundo Lynn, requer basicamente três direcionamentos básicos: entender que o nosso DNA digital está em constante evolução, perceber que as marcas não devem mais simplesmente anunciar, mas se relacionar com o público e, por último, saber que “estamos pedindo aos irmãos Wright que pilotem um moderno boing 747”. Esse último tópico diz respeito ao talento que continua sendo essencial, mas que é necessário trabalhar com novas ferramentas.

Entre diversos outros insights, Lynn explicou como a hiperconectividade acelera a participação do consumidor, horizontaliza a relação entre pessoas e empresas e ao mesmo tempo faz com que todos se multipliquem em cinco para gerar ou receber conteúdo. “Agora os consumidores não são mais passivos diante da comunicação das marcas”, ressaltou. Sobre as ferramentas para estabelecer essa conexão, ele explicou que em muitos casos a experiência real supera a virtual. Para exemplificar, o publicitário exibiu nos telões a campanha “Actual Reality” criada pela Y&R da Nova Zelândia para a Jaguar.

Lynn prosseguiu a palestra dizendo que as marcas precisam urgentemente seguir os princípios básicos que as tornam mágicas. Como um case que segue essa filosofia, o executivo mencionou a campanha “Segredo”, criada pela Y&R Brasil para a Bic. A marca criou uma dinâmica, quase uma pegadinha, no Colégio Santo Amaro no Rio de Janeiro, na última prova do ano. A surpresa? Os pais que participariam de uma reunião escolar também foram colocados à prova e tiveram que responder as mesmas questões do teste que seus filhos faziam na sala ao lado.

Para fechar seu raciocino, Lynn afirmou que todo mundo recebe seu Uber, mas sobrevivem apenas aqueles que decidem mudar ao invés de ficarem parados. Antes dos aplausos entusiasmados da plateia, o publicitário finalizou a apresentação com uma frase de Albert Einsten para a reflexão do público: “A mente é como um paraquedas, só funciona quando está aberta”.

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Os esforços do Google para se transformar no seu assistente pessoal

 

Empresa potencializa APPs para facilitar a rotina do usuário, que em poucos comandos de voz pode ativar diversas funcionalidades, como agendar lembretes e enviar mensagem de texto

Por Roberta Moraes | 30/06/2016

Imagine em um único aparelho ser possível descobrir o trajeto para qualquer lugar, saber quais os restaurantes estão perto de você – e ainda ter filtros para definir por distância, tipo de comida, preço -, organizar suas fotos preferidas, mandar mensagens de texto sem precisar digitar e ainda ter uma ferramenta que possibilita a comunicação em diversos idiomas, permitindo que cada interlocutor “fale” línguas diferentes. Parece impossível, mas tudo isso já está disponível e quem ainda está esperando o futuro chegar para ver, está perdendo tempo.

Essas são algumas ferramentas disponibilizadas pelo Google – umas lançadas há mais tempo e atualizadas e outras mais recentes – que prometem transformar a vida das pessoas, permitindo a organização de informações importantes e facilitar suas rotinas. Com seus aplicativos, a companhia quer se transformar em um verdadeiro assistente pessoal por meio dos smartphones. A iniciativa se adequa a realidade do país, já que o Brasil está entrando na internet via mobile.

Para melhorar toda essa experiência, a companhia aposta na evolução da inteligência artificial, área investida pela empresa desde 2001. “O Google tem feito um enorme investimento em machine learning, que é a aprendizagem de máquina, que visa aperfeiçoar os algoritmos e seus desempenhos no desenvolvimento de tarefas. Com isso queremos tornar os nosso produtos cada vez mais úteis para os usuários”, explicou Flavia Sekles, Diretora de Comunicação do Google para a América Latina, durante encontro para jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Simplificando as experiências
A meta da empresa é melhorar a compreensão de seus algoritmos para que as pessoas tenham uma relação mais simples com as ferramentas. Além disso, as integrações das informações na web potencializam as experiências do internauta, que consegue ter acesso a mais dados de uma só vez, já que os temas relacionados são disponibilizados.

“Quanto mais buscas e mais informações estiverem disponíveis na web, mais esse produto vai melhorando”, acrescenta Flavia.

A experiência por voz também foi aprimorada. Sob o comando “Ok, Google”, é possível iniciar um diálogo com a máquina que resultará em inúmeras possibilidades. O sistema, inclusive, já foi integrado a outros aplicativos e apenas com a ordem é possível agendar lembretes, enviar mensagens via WhatsApp para um contato da agenda ou fazer qualquer pesquisa. “Desde que foi criado, há 17 anos, o Google trabalha para compreender melhor o que o usuário busca e faz associações para melhorar essa experiência”, pontua a executiva.

Essa associação permite que as buscas sejam contextualizadas e que o algoritmo entenda sobre o que está sendo pesquisado sem que palavras sejam repetidas. Ou seja, após buscar “Onde fica o Rio de Janeiro?”, por exemplo, é possível permanecer no assunto perguntando “Quantas pessoas moram lá”, que a ferramenta entenderá que se trata do Rio de Janeiro, sem que o nome da cidade precise ser repetida. Para que essa experiência seja realmente positiva, a companhia refinou seu sistema de comando por voz, reduzindo a taxa de erro de 23% para 8% nos últimos dois anos.

Comando por voz
O aumento da utilização do sistema por voz mostra como os usuários se relacionam com seus smartphones. Muito além de se comunicarem por meio deles, eles estão falando com eles. Por conta disso, a companhia também está aprimorando essa ferramenta, uma vez que ela abre uma gama de possibilidades. Uma delas é via Google Translate, APP que completa 10 anos em 2016 e que já é capaz de identificar 103 idiomas, muito mais do que os apenas dois da época de seu lançamento. Atualmente, a plataforma traduz mais de 140 bilhões de palavras por dia em todo o mundo.

O Google Translate, inclusive, é uma das apostas do Google para os Jogos Olímpicos. Como no Brasil apenas 5% da população fala algum outro idioma além do Português, a empresa quer ser um facilitador na comunicação com os turistas que estarão pela cidade. Para estimular o uso do APP, mais de um milhão de pessoas, entre taxistas, garçons, ambulantes, entre outros – receberam capacitação para utilizarem a ferramenta por meio do projeto “I Speak Translate”, iniciado em maio. De maneira simples, ela permite que cada pessoa fale em seu próprio idioma traduzindo por áudio a mensagem na língua do outro interlocutor, sem que seja necessário estabelecer as nacionalidades, ao ouvir a frase o APP reconhecerá o idioma automaticamente.

Essa possibilidade visa estimular o uso do Google Translate via mobile no Brasil. O Brasil é líder na utilização da ferramenta, mas ela é mais acessada nos computadores para tradução de palavras ou apenas para ouvir a pronúncia. Além de facilitar o diálogo entre as pessoas em qualquer lugar, permitindo a construção de novas amizades, o Google quer simplificar o atendimento em negócios de médio e pequeno porte que não contam com profissionais bilíngues, permitindo que todos se comuniquem com facilidade, fortalecendo a atuação do empreendedor. O APP também funciona em outros aplicativos de comunicação por texto, traduzindo conversas em que cada indivíduo escreve e lê no seu próprio idioma, mesmo que cada um esteja se comunicando por uma língua diferente.

Olimpíadas mobile
Como a conexão se dá cada vez mais por meio dos smartphones, o Google quer garantir a todos os participantes da Rio2016 a melhor experiência mobile por meio de seus aplicativos. Há cerca de dois anos, a companhia mirou para o Rio de Janeiro reforçando investimentos em algumas ferramentas, como Maps, que recebeu novas funcionalidades, o Street View, que recebeu imagens atualizadas dos principais pontos de interesse, uma vez que a cidade passou por grandes transformações. Como todos os aplicativos fazem conexão com o mesmo banco de dados, outras ferramentas também foram potencializadas.

Para mostrar como é possível ter uma experiência completa usando suas ferramentas, o Google está recebendo nesta semana, no Rio de Janeiro, mais de 50 jornalistas de diversas partes do mundo. O #RiowithGoogle é uma espécie de expedição real facilitada pelo mundo digital para mostrar como a junção entre esses dois mundos pode resultar em uma experiência intensa com muita informação, seja para conhecimento, como no caso de dados históricos, ou para tomada de decisão, como a escolha de um restaurante, por exemplo.

A atualização do Google Maps pode realmente contribuir para facilitar a estadia do visitante no Rio de Janeiro. O APP conta com novas funcionalidades que ajudarão o turista a se locomover pela cidade. Uma das aplicações mais recentes é a ferramenta Explore, encontrada no Menu do aplicativo. A selecioná-la é possível encontrar lugares para fazer refeições de acordo com a localização do usuário. O próprio sistema oferece alguns filtros como café da manhã, almoço, lanches, jantar e bebidas, e ainda opções como “lugares bons para crianças”, “para gastar pouco”, “onde os moradores locais vão”, entre outras possibilidades. Ao navegar pelas opções, o usuário consegue ver a localização pelo mapa, facilitando a sua decisão.

Experiência ampliada
Ao continuar a navegação, é possível encontrar os melhores caminhos para chegar, seja a pé, de bicicleta ou qualquer outro tipo de transporte. Esse tipo de informação não é uma novidade para os usuários do Google Maps, mas foi melhorado com a inclusão de dados que facilitam ainda mais a escolha do indivíduo. Na opção transporte público é possível saber em quanto tempo o ônibus passará no ponto escolhido: mil linhas estão disponíveis e 14 mil pontos catalogados. A cobertura em real time ainda deverá ser aumentada. Além disso, é disponibilizado o valor aproximado de uma corrida, seja ela pelo 99Taxis ou Uber.

Essa inclusão só foi possível via parcerias feitas com as empresas e com a prefeitura do Rio de Janeiro, responsável por enviar as informações dos GPS dos ônibus para que o tempo seja calculado. Por conta dessas especificidades, o serviço ainda não está liberado para todas as localidades, mas o Google está buscando ampliar a oferta, seja geograficamente ou com a parceria entre outras prestadoras de serviço. O APP também é bike friendly e disponibiliza rotas simplificadas e mostra o quão íngreme é o trajeto.

Os dados disponibilizados pelo Google Maps são oriundos de diversos canais. As informações de trânsito são incluídas por órgãos públicos, captadas pelo Google Maps e ainda pelos sinais emitidos pelos celulares que permite o algoritmo entender se há ou não engarrafamento. Além disso, as avaliações feitas pelos usuários também são consideradas e contribuem com dados e opiniões sobre os estabelecimentos comerciais. Ainda como parte da experiência olímpica, o Google permitirá que seus usuários conheçam os 37 áreas de competição com fotos atualizadas – o serviço será disponibilizado assim que todas as unidades estiverem completamente prontas. São 25 locais indoor e 12 outdoor.

Organizando as informações compartilhadas pelos seus próprios usuários e oferecendo de maneira simplificada e intuitiva por meio de seus aplicativos, o Google está mostrando que as sonhadas facilidades do futuro já podem ser experimentadas. Basta um smartphone na mão e um pouco de conexão.

https://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/digital/36446/os-esforcos-do-google-para-se-transformar-no-seu-assistente-pessoal.html

O smartphone no universo do varejo

27 de Maio de 2016 09h –

ecommerce

Para quem ainda não entendeu, estamos no vortex de uma revolução nos hábitos de consumo. Um verdadeiro furação que promete, de forma cada vez mais acintosa, varrer velhas formas de se fazer negócio, inclusive nos ambientes de marketing digital. Muito sinais já apareceram, como o caso do Uber e do Airbnb, não à toa primeiro e terceiro no ranking mundial de Valuation (ato de estimar quanto a empresa vale) do Clube de Startups de acima de U$ 1 bilhão, segunda a Forbes e o Wall Street Journal.

O Uber veio para ficar, mudando completamente as relações de transporte. O Airbnb coloca em xeque talvez a crença mais antiga e profunda da humanidade, a de posse. Você provavelmente já ouviu falar na Airbnb. O serviço de compartilhamento de quartos ou apartamentos para viajantes é um dos exemplos mais marcantes de um termo que cresce cada vez mais mundialmente: a economia do compartilhamento ou “Sharing Economy”.

A economia brasileira está encolhendo pelo segundo ano consecutivo, mas o setor de comércio eletrônico mostra tendência oposta. Com crescimento de 3% no volume de pedidos, em 2015, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões, valor que representa um aumento nominal de 15,3%, se comparado ao registrado em 2014, colocando o Brasil entre os dez maiores mercados de comércio digital do mundo. Para 2016, as previsões são de crescimento de 8%. De acordo com a E-bit/Buscapé, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o faturamento do setor no Brasil atingiu R$ 9,75 bilhões só no primeiro trimestre deste ano. Com isso, os lojistas registraram um crescimento nominal de 1% sobre o primeiro trimestre do ano passado, somando os 24,4 milhões de pedidos realizados pela Internet no período.

O levantamento indica queda de 6% no volume de compras, na comparação com os três primeiros meses de 2015. O valor do tíquete médio aumentou 7%, ficando em R$ 399 ante os R$ 373 anteriores. Os números comprovam que o início do ano foi positivo para o setor, apesar da instabilidade econômica.

Não é nenhum segredo que os varejistas tradicionais têm estado sob pressão por causa do canal online. As vantagens de preços mais baixos, a seleção mais ampla e conveniência oferecidas pelo e-commerce foram atraindo os consumidores a comprar on-line durante a última década. Mas, nos últimos três anos, houve um deslocamento tecnológico iniciado com o smartphone que acelerou fundo na transformação. Em essência, esses dispositivos têm permitido aos consumidores encurtarem suas visitas às lojas físicas e, com isso, seus gastos offline. Muito se fala aqui e acolá, mas ainda grande parte das empresas nacionais ancorou seus negócios nos balcões velhos e empoeirados dos modelos de negócios de seus pais.

Vamos aos fatos:

  • 2/3 dos Millennials (pessoas com idade entre 15 a 34 anos) são usuários de mobile;
  • (15-24) lideram a média total de minutos;
  • (25-34) passam 69% do seu tempo das plataformas digitais no mobile;
  • Média de minutos no smartphone é quase 200x maior do que em tablet;
  • Na BlackFriday brasileiro de 2015, 18% das compras foram feitas de um dispositivo móvel.

Fonte: comScore.

Apesar de muitos varejistas ainda não terem investido em sites responsivos ou aplicativos para reforçar o faturamento nos canais digitais, alguns setores já despertaram para o avanço do mobile e vêm conquistando uma nova legião de consumidores na Web.

As lojas virtuais de moda estão entre as que mais recebem acessos de smartphones e tablets. No mercado americano, as vendas de roupas e acessórios nestes gadgets já respondem por cerca de 40%. Globalmente, as vendas mobile da categoria fashion crescem mais de 18% ao ano.

Um estudo feito em 2015 pela Criteo sobre mobile commerce apontou que os aplicativos já são responsáveis, pelo menos, por 50% de todas as vendas mobile. Mais ainda: os aplicativos dobraram as conversões de visitas em vendas comparados com o desktop e alcançaram tickets médios mais altos por transação do que os mobile browsers e desktops.

Os aplicativos são os preferidos pelos e-consumidores de moda, viagens e outros setores e continuarão a ganhar cada vez mais popularidade. Você, lojista de moda e profissional de marketing, se ainda não entendeu que o smartphone é o ponto de convergência das plataformas digitais e portanto também de seus esforços de marca, apresse-se. Até o final do ano, a expectativa é de que os smartphones continuem ampliando a base de novos clientes no varejo online. E cá pra nós, se tem um setor que precisa de venda e tem uma excelente oportunidade através das plataformas digitais, é o varejo de moda.

http://adnews.com.br/adarticles/o-smartphone-no-universo-do-varejo.html

Uber anuncia recurso de viagens compartilhadas em São Paulo

A partir do dia 29 de abril, próxima sexta-feira, os paulistanos fãs de Uber terão mais um motivo para comemorar. A empresa anunciou que a data está marcada para o lançamento do uberPOOL na cidade. A novidade nada mais é que um recurso de corridas compartilhadas que permite aos usuários dividirem os custos da viagem com outras pessoas que estejam indo para a mesma direção.

Segundo a empresa, a possibilidade pode diminuir em até 40% o valor da viagem em seu produto mais econômico, o uberX. Além do fator sustentável, já que diminuiria a poluição com menos carros circulando, outra vantagem destacada pelo serviço é a diminuição de tempo ocioso entre as viagens para seus motoristas, já que mais de uma corrida poderá ser aceita ao mesmo tempo.

Como vai funcionar

Para acionar o recurso, o usuário pode solicitar a corrida normalmente no uberX, colocando o local de partida e chegada da viagem no aplicativo. Após selecionar o destino, o app pergunta quantos assentos a pessoa precisa. Para conseguir solicitar uma corrida compartilhada, é preciso selecionar até 2 lugares.

Em seguida, basta selecionar a opção “carro compartilhado” e “solicitar POOL”. O Uber vai então localizar outro passageiro que esteja indo na mesma direção para que a viagem possa ser compartilhada.

Segundo Gui Telles, general manager da Uber em São Paulo, o “uberPOOL torna mais fácil o compartilhamento de uma viagem para pessoas que estão indo na mesma direção. Isso significa viagens mais baratas para passageiros e menos congestionamento nas cidade. Em São Francisco, o uberPOOL já corresponde a quase metade da viagens de Uber na cidade e por mês, evita a emissão de mais de 120 toneladas de dióxido de carbono.”.

A empresa preparou ainda um post em seu site com perguntas e respostas para sanar as dúvidas do público com relação ao novo recurso (clique aqui para acessar).

Redação Adnews – 26/04/2016 – http://www.adnews.com.br/negocios/uber-anuncia-recurso-de-viagens-compartilhadas-em-sao-paulo

Uber vai usar sensores do smartphone para monitorar seus motoristas

foto: reprodução/Uber Newsroom

Com o crescimento de negócios, o Uber vem buscando melhorar seus serviços para vencer a batalha que trava com a indústria dos táxis no mundo todo ou pelo menos garantir sua fatia nesse mercado.

A última novidade, divulgada ontem (26) pela empresa, vem no sentido de intensificar o monitoramento de seus motoristas. Com objetivo de promover mais segurança durante as corridas, o Uber vai utilizar sensores de GPS e giroscópios dos smartphones de seus usuários para monitorar a velocidade com que os motoristas estão dirigindo. Em caso de má conduta, o motorista receberá um alerta e o feedback negativo será exposto para futuros clientes.

Além disso, a empresa vai utilizar os mesmos recursos para saber se o colaborador está seguindo o caminho correto durante a viagem.

Segundo comunicado do Uber em seu blog, novas soluções de segurança estão sendo trabalhadas pela empresa.

Redação Adnews – 27/01/2016

http://www.adnews.com.br/tecnologia/uber-vai-usar-sensores-do-smartphone-para-monitorar-velocidade-de-motoristas