Youtube anuncia a exibição dos vídeos na vertical em tela cheia

23 de Junho de 2017 14h – Atualizado às 14:23

youtubiu

O YouTube anunciou novidades no seu aplicativo. Enquanto a plataforma consegue reproduzir vídeos verticais em modo de tela cheia há alguns anos, a atualização permite que o aplicativo exiba melhor o vídeo vertical, no mini-player, o que significa que você pode rolar para baixo e ver comentários ou vídeos relacionados. Na verdade, o YouTube diz que o vídeo irá “se adaptar dinamicamente a qualquer tamanho que você escolher para assistir”, então outros índices também verão uma melhoria (como assistir a um vídeo em um tablet de 3:2).

Outra novidade é a ferramenta que possibilitará uma nova forma para compartilhar e comentar – em tempo real – no próprio Youtube. Nela, você poderá interagir com seus amigos, enviando vídeos e trocando mensagens, como no WhatsApp, sem precisar sair do Youtube. A empresa anunciou ainda que os usuários da América latina serão os primeiros a receber a função.

 

O que é ser Digital First?

 

23 de Março de 2017 

Digital Frist

Como o título sugere: fazer o Digital primeiro. Sim, muito óbvio, mas não é esse o ponto. Para entender o que é ser Digital First temos que entender o que representa essa cultura, antes mesmo de termos essa premissa.

Até alguns anos atrás, duas palavras eram as mais faladas em reuniões de briefing com cliente, e não estou falando de “vídeo viral”, mas sim da tão famosa “second screen”. Se pensarmos, isso fazia sentido em 2012, quando em uma campanha de marketing integrada, TV e Twitter se complementavam.

Mas hoje não é bem assim. Usuários de redes sociais pensam na TV como “second screen”. O smartphone é a tela principal deles. Logo, o famoso “mobile first” aparece.

Hoje, o mobile já tem penetração de 90% no Brasil, com mais de 168 milhões de smartphones em uso. Em 2016, Facebook e Youtube juntos representaram mais de 50% dos canais de conteúdo em vídeo mais vistos.

Atingir o maior número de pessoas no target, primeiramente no ambiente digital, otimizando e rentabilizando o investimento e, assim, abrindo caminho e criando consideração pela marca, para então amplificar as ações aos meios off-line. Tudo isso faz sentido, mas quanto? Muito mais do que imaginamos até agora.

Entendemos que o consumidor está ativo em todos os meios de comunicação, no seu respectivo momento. Para isso, estar alinhado a esse comportamento é essencial para maior performance e conquista do objetivo, além de compreender o comportamento de consumo dos meios do target.

Falando de mídia digital, vemos uma grande onda de comportamento das pessoas cada vez mais voltadas para o consumo de conteúdos rápidos, personalizados, direcionados e produzidos com foco no ambiente online. A tendência é que isso ocorra com maior frequência, trazendo qualificação e principalmente preocupação em atender a atual sociedade.

As campanhas digitais irão pautar as campanhas off-line. A sustentação de uma campanha, antes pensada como algo menor em um plano tático ou de conversão, agora será protagonista da estratégia e fará toda a diferença, desde a geração de conhecimento de marca e consideração até engajamento e conversão.

Digital First é um modo de pensar e agir. Trata-se de uma cultura que vem ganhando cada vez mais espaço e oportunidade, graças aos anunciantes e agências que querem de forma consistente evoluir o pensamento. A importância disso só traz a tona o que a TV, rádio e impressos consolidaram há muitos anos e hoje vêm se reinventado para continuar relevantes.

Se olharmos para marcas e anunciantes “nativos” digitais como Uber, Youtube, Nubank, Amazon, entre outros, o core da comunicação é o próprio ambiente onde elas nasceram e irão se desenvolver. Faz sentido para elas comunicarem e serem vistas ali, e até mesmo focar 100% dos seus investimentos publicitários no meio digital.

http://adnews.com.br/adarticles/o-que-e-ser-digital-first.html

O Carnaval da mídia começou na quarta-feira de cinzas

 

07 de Março de 2017

carnaval

Pouca gente notou um surpreendente fato exatamente na quarta-feira de cinzas passada. Refiro-me a partida de futebol chamada “Atletiba”, entre o Atlético-PR e o Coritiba. Foi a primeira transmissão de uma partida de futebol ao vivo pela internet no Brasil.

Na verdade, o marco histórico só foi possível pela insistência dos dois times paranaenses, que não concordaram em jogar no dia 19 de fevereiro, quando a Federação Paranaense de Futebol alegou problemas de credenciamento da equipe técnica da transmissão que seria exclusivamente realizada pela web naquela data. Vale lembrar, que os clubes não fecharam o jogo com nenhuma emissora de televisão. De fato, todos sabemos que a história não era bem essa para a não realização do clássico. A razão que acabou prevalecendo foi o receio em permitir a transmissão de uma partida de futebol pelo Youtube e Facebook. Para mim, receio desnecessário, pois assim como o rio caminha para o mar, a TV caminha para o digital.

A tecnologia já está disponível há muitos anos, desde 2015 o Youtube transmite a Copa do Rei da Espanha, por exemplo. Mais ainda: em 2014 foi exibida ao vivo a WSL-Liga Mundial de Surf, que para nossa alegria teve como campeão um brasileiro, o Gabriel Medina.

Mas não pensem que neste novo cenário o Youtube e oFacebook estão sozinhos. O Twitter também já se posiciona e transmite globalmente a NFL-National Football League. Além disso, a rede social de 140 caracteres também comprou os direitos do PGA Tour, maior torneio de golfe americano, os jogos de rúgbi de seis nações, que reúnem a elite do rúgbi mundial, os jogos de tênis do Aberto da Austrália e ainda os jogos da MLB- Ligas de Beisebol, entre outros.

Quer outro exemplo? Na última sexta-feira (3) a GOL, transportadora aérea oficial da Seleção Brasileira de Futebol, se uniu com a CBF para transmitir a convocação oficial do técnico Tite, direto do hangar da companhia, através de uma Live no Facebook. Assim, no perfil da empresa na rede social, mais de 100 mil pessoas acompanharam cada convocado em tempo real, através de seus computadores ou smartphones.

Enfim, como podemos perceber, será muito difícil mesmo dissociar o computador da TV e a TV do computador. Eles estão se fundindo, unindo funções. A conclusão desta história toda é que a televisão está se tornando um computador. Daqui a pouco, a televisão tradicional sumirá do nosso dia-a-dia. (Último parágrafo do capítulo “Navegando pela TV” do meu livro Atração Global de 1998).

Para quem quiser assistir a histórica partida, que curiosamente teve quatro patrocinadores; a Copel Telecom, a Umbro, a Caixa e a NET, basta acessar o vídeo baixo, que já teve mais de 500 mil visualizações no Youtube, fora os três milhões ao vivo no Facebook:

Antonio Rosa Neto, presidente da Dainet e da ABEMD

http://adnews.com.br/adarticles/o-carnaval-da-midia-comecou-na-quarta-feira-de-cinzas.html

YouTube lança aplicativo que permite assistir vídeos offline

27 de Setembro de 2016 15h – Atualizado às 15:42

ytt

O sonho de muita gente se tornou realidade: o Google finalmente lançou um aplicativo para assistir a vídeos do YouTube sem o uso de internet. A novidade foi anunciada nesta terça-feira (27) pela gigante durante um evento na Índia.

Batizado de “YouTube Go”, o app promete permitir a visualização de conteúdos com baixo gasto de dados móveis de internet, além de carregar vídeos no próprio aplicativo para serem visualizados mesmo sem conexão. O compartilhamento dos arquivos de modo offline também é uma das promessas do programa.

O usuário poderá escolher a resolução em que deseja carregar o vídeo e será avisado pelo aplicativo sobre a quantidade de memória que seu dispositivo possui para o armazenamento do conteúdo.

Por enquanto, o app só estará disponível na Índia, país conhecido pelas conexões de internet precárias. A previsão é que o YouTube GO seja lançado globalmente logo no início do próximo ano.

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A nova cara das redes sociais

 

20 de Julho de 2016 11h – Atualizado às 11:59

Pesquisa mostra que WhatsApp passa Facebook na preferência dos brasileiros

Ficar conectado nas redes sociais praticamente o dia todo. É esta a consequência de um mundo em que o smartphone virou quase uma extensão das mãos. Uma pesquisa realizada em junho pelo Instituto Qualibest mostrou isso em números: 76% dos internautas brasileiros acessam as redes sociais pelo smartphone; 62% acessam pelo desktop (computador ou notebook) e 14% pelo tablet.

O Instituto realizou 3.665 entrevistas com mulheres (53%) e homens (47%), das classes A (12%) B (45%) e C (43), no Brasil todo, com o objetivo de traçar um panorama atual do uso das redes sociais. E os resultados mostraram algumas curiosidades. Os entrevistados usam em média 6,5 diferentes redes sociais. As preferidas são Whatsapp (81%) e Facebook (74%), sendo também as mais acessadas, empatando em 92%.

O terceiro lugar das mais acessadas é o Youtube, com 82%, seguido do Messenger, 71% e Instagram com 59%. “As mulheres e a classe A puxam este número do Instagram para cima: ambas com 66% de acesso. E o acesso grande ao Messenger foi uma surpresa: 71% é um número alto”, diz Daniela Malouf, sócia-diretora do Instituto QualiBest.

Snapchat foi outra surpresa: é quase tão acessado quanto o Twitter: 33% e 37% respectivamente. O Twitter é mais acessado (50%) pela classe A e menos acessado pelos mais velhos: 31% dos 37% do total. “Uma rede que não para de crescer é o Spotify. Quem leva este número para cima são os mais jovens (27%) e a classe A representa 30%, 21% do total da amostra”, diz Daniela.

E quanto tempo passam conectados? Dos pesquisados, 43% passam o dia no Face e por isso não sabem medir o tempo de acesso. O Instagram se divide em 27% acessando 30 minutos por dia e 26% dizem passar o dia conectados. O Youtube se destaca por ser visto em duas horas e meia por dia (30%). Por outro lado 37% dos que acessam o Linkedin dizem não acessar todos os dias. Idem para Skype e Pinterest.

Redes sociais e trabalho

Mesmo durante o trabalho, os internautas ficam conectados. Observe: 26% ficam conectados mais de 3 horas no horário de trabalho enquanto 32% dizem acessar apenas 30 minutos por dia as redes para uso pessoal. Destaque para a classe C (39%) que diz acessar até 30 minutos por dia enquanto a classe A (33%) diz ficar conectada mais de 3 horas.

Apenas 6% das empresas não permitem acesso a nenhuma rede social no trabalho e 58% da classe A que trabalha depende do computador para realizar todas as tarefas diárias enquanto 46% da classe C, que trabalha, depende do computador.

Selfies e notícias

O Instituto Qualibest quis saber ainda o que as pessoas mais gostam de compartilhar nas redes. Os resultados:

O que as internautas mais compartilham/ postam nas redes sociais são: momentos especiais (58%); vídeos e imagens divertidas (53%); notícias importantes/novidades tecnológicas (52%). As mulheres (49%) postam muito mais selfies do que os homens (32%). Enquanto 63% da classe A postam momentos especiais e comemorações, apenas 54% da classe C postam este tipo de conteúdo nas redes. Mulheres postam mais este tipo de conteúdo do que os homens.

As mulheres postam muito mais mensagens de autoajuda do que os homens (48% e 37% respectivamente). E não há diferenças entre classe A e C quando o assunto é autoajuda. Ambas postam na mesma quantidade.

As pessoas acreditam que as redes sociais aproximam muito mais do que afastam: 17% acreditam que as redes afastam enquanto 83% acreditam na aproximação, em especial quando o assunto é conhecer gente nova. 41% acham que as redes trazem este benefício e a classe C eleva este número para 46%.

Clique aqui para baixar a pesquisa completa.

http://adnews.com.br/social-media/nova-cara-das-redes-sociais.html

YouTube vai liberar transmissões ao vivo para smartphones

24 de Junho de 2016 14h – Atualizado às 14:20

ytlive

O YouTube anunciou na última quinta-feira (24) o que chamou de “um novo capítulo” na sua relação o live streaming. Embora tenha sido pioneira na categoria a plataforma, que permite a transmissão de vídeo ao vivo desde 2011, acabou ficando para trás em comparação ao serviço oferecido por seus concorrentes, principalmente o Facebook, que vem investindo cada vez mais para aperfeiçoar ferramentas como o Live.

A novidade comunicada pela empresa do Google é que, a partir de agora, seus usuários poderão finalmente realizar transmissões a partir de seus smartphones. Com a atualização gradativa do aplicativo do YouTube, os donos de canais serão capazes de iniciar o live streaming com apenas um toque em um botão vermelho que deverá ser integrado à home do app.

Em seu blog oficial, o YouTube afirmou que o streaming a partir de dispositivos móveis vai preservar todas as características do recurso, incluindo os comentários e a possibilidade de inserir o conteúdo na busca do aplicativo.

Alguns parceiros do site já estão testando a novidade, que deve chegar a toda a base de usuários em breve, segundo a empresa.

http://adnews.com.br/social-media/youtube-vai-liberar-transmissoes-ao-vivo-para-smartphones.html

Ida ao cinema começa na internet

Estudo realizado pelo Google mostra que 74% das pessoas que desejam ir ao cinema começam o programa pela internet, com uma pesquisa no YouTube ou Google. De acordo com os dados divulgados pelo relatório “A Indústria de Cinema e o Google”, a maioria das pessoas começa a planejar o passeio sem ter um filme específico em mente e 60% delas terminam sua busca no YouTube. Nos últimos três meses de 2014 somente os brasileiros assistiram a 236 anos de trailers na plataforma, caso as horas fossem computadas em somatória.

“A ideia do estudo era gerar insights novos para esta indústria, com base nos dados internos do Google Brasil. Escolhemos analisar a área de cinema porque acreditamos que ainda existem muitos caminhos no digital a serem explorados por esta indústria no Brasil”, conta Debora Bonazzi, diretora de vendas para a indústria de entretenimento do Google Brasil.

O estudo aponta que apenas minoria dos consumidores, cerca de 30%, buscou por um filme específico em 2014, enquanto a grande maioria busca apenas pelo programa. É também a maioria que procura por essa forma de entretenimento em dias úteis, sendo que 46% das buscas são pelo período da tarde e 34% pelo período da noite. Foi em 2014 que a maior parte das pesquisas sobre o tema passaram a ser feitas por meio do smartphone, chegando a 55% em dezembro de 2014. “Sabendo que a transição para o mobile já foi feita, é mandatório que toda a comunicação tenha uma estratégia parruda para este device. Esta indústria já é mobile”, afirma Debora.

Quem vai ao cinema durante a semana geralmente busca por um título específico: a pesquisa mostra que 70% das buscas por títulos de filmes foram feitas em dias úteis. Metade dos interessados em um filme ouviram falar sobre ele pela primeira vez na internet, aponta pesquisa Consumer Barometer 2014. Pouco menos da outra metade (46%) tomaram conhecimento de um título por meio da televisão. O estudo destaca a importância de uma campanha de divulgação multitelas

Ruvila-Avelino| » 07 de Maio de 2015 17:19

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