Assistentes virtuais: as personas por trás das marcas

Oi se une a empresas como Bradesco, Carrefour e Vivo com sua AI que conversa com consumidores

Luiz Gustavo Pacete – 17 de julho de 2019 – 22h45

A Oi apresentou nesta terça-feira, 16, sua assistente virtual, a Joice. Por meio de uma campanha assinada pela NBS, o sistema de inteligência artificial da operadora apareceu pela primeira vez interagindo com o apresentador Marcos Mion, o humorista Whindersson Nunes, o atleta Gabriel Medina e outras personalidades que participam das campanhas da Oi.

Com a Joice, a Oi entrou para a lista de marcas que criaram seus sistemas de inteligência artificial e as transformaram em marcas derivadas. Entre os casos mais emblemáticos estão a Bia, do Bradesco, a Vivi, da Vivo, a Carina, do Carrefour e muitas outras. Os nomes são majoritariamente femininos, o que levanta uma discussão sobre o reforço de padrões machistas (há exceções, como o Theo, da Sicredi). Para além de gênero, as marcas estão investindo na construção da persona de seus assistentes virtuais.

Daniel Wildt, diretor de tecnologia na Zenvia, plataforma de comunicação especializada em inteligência artificial, lembra que o movimento iniciado por Siri, da Apple, Google Assistant e Alexa, da Amazon, vive uma nova fase, agora impulsionada principalmente por marcas de serviços e na área financeira. “Entendo que estes movimentos de bancos ajudam a popularizar a ideia e o uso prático da inteligência artificial. Vejo como mais interessantes os sistemas que buscam entender o contexto do cliente e acelerar alguma ação ou tomada de decisão”, explica.

“O desafio é que eles consigam se posicionar como companion bots, ou seja, assistentes que conseguem maximizar o valor que alguém consegue na sua atuação em dado contexto. Então, sempre que um bot consegue sair do simples ‘conectar clientes com menus’ para começar a apoiar e maximizar o valor do cliente na jornada, vai ter mais sucesso na experiência. Isso tem um pouco de aprimoramento da linguagem e tecnologia, mas tem ganhos quando se consegue avançar em contexto e apoia o cliente na resolução de problemas e em sugestão de melhorias para a experiência dele”, diz Daniel.

Atualmente, a maioria dos sistemas de bots são grandes FAQs (perguntas e respostas) “que tem valor, mas que depois de aprender a operar, precisa evoluir para começar a entender melhor os contextos”, explica Daniel.

https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2019/07/17/assistentes-virtuais-as-personas-por-tras-das-marcas.html

Realidade aumentada é destaque entre as novidades do Facebook

 

18 de Abril de 2017

facebook

Começou hoje (18) o F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores, que acontece na Califórnia e se dedica a explorar o que existe de mais quente em termos de inovação e tecnologia para a plataforma. O CEO da rede social, Mark Zuckerberg, abriu a conferência com uma apresentação sobre como a câmera é a primeira plataforma de massa para realidade aumentada. E é justamente por isso que o Facebook anunciou a sua principal novidade no evento: a Camera Effects Platform.

O novo recurso dará aos desenvolvedores a oportunidade de construir ferramentas de realidade aumentada para a câmera, via aplicativo, e conectando as pessoas de maneiras diferentes.

Confira abaixo os anúncios mais importantes realizados pela empresa hoje:

Camera Effects Platform

Dentro de uma ideia de inovação aberta, o objetivo é que o conjunto de ferramentas criativas dê a comunidade de artistas e desenvolvedores o poder de criar efeitos para a nova câmera do Facebook, desde molduras simples de fotos até efeitos mais interativos e máscaras, usando o que há de mais novo em tecnologias de realidade aumentada.

A Camera Effects Platform inclui dois produtos: o Frames Studio e o AR Studio. O primeiro é um editor online, agora disponível globalmente, que permite criar molduras para as fotos de perfil ou para a nova câmera do Facebook. Já o segundo, agora aberto para aplicações beta, pode ser usado para criar máscaras, efeitos de script, molduras animadas e outras tecnologias de realidade aumentada que reajam ao movimento, ao ambiente ou às interações durante transmissões ao vivo.

Mais detalhes sobre a Camera Effects Platform podem ser encontrados aqui.

Facebook Analytics mais inteligente

Quem também traz novidades é o Facebook Analytics, produto gratuito para acessar dados demográficos e medir o comportamento de clientes em todos os canais. A ferramenta ganhou novos recursos projetados para a compreender e otimizar a jornada completa do cliente por meio dos canais usados para interagir com ele, como um aplicativo e um site. Para conseguir os KPIs, o sistema passa a usar um aprendizado avançado de máquinas e inteligência artificial para acompanhar insights como alterações em compras de uma nova versão do seu aplicativo ou variações no engajamento entre pessoas de diferentes cidades.

Facebook Spaces

Outra surpresa é o Facebook Spaces, um novo aplicativo de realidade virtual, que permite que você esteja com seus amigos em um ambiente virtual interativo, como se todos estivessem na mesma sala. O recurso foi lançado em beta hoje, apenas para o Oculus Rift. Com ele, é possível visualizar conteúdos disponíveis no Facebook em realidade virtual, incluindo vídeos em 360 graus e fotos que podem transportá-lo para novos lugares. O usuário ainda pode desenhar no ar com um marcador virtual, que permite criar qualquer coisa, desde um chapéu decorativo até um tabuleiro de jogo da velha.

Abaixo, outras novidades interessantes anunciadas hoje:

  • Uma nova área “Discover”, que permite encontrar bots de uma maneira intuitiva, diretamente da tela inicial do Messenger.
  • Extensões de bate-papo, permitindo que várias pessoas conversem com o mesmo negócio ao mesmo tempo. É possível agora adicionar um bot diretamente em um grupo, compartilhando a conversa e a experiência.
  • O assistente de inteligência artificial do Messenger, M, agora permite encomendar pedidos pelo site delivery.com. Por exemplo, se você estiver conversando com amigos sobre o que escolher para jantar, M irá sugerir fazer um pedido. Toda a experiência pode ser feita no Messenger, desde o pedido até o pagamento.
  • Novas funcionalidades para jogos no Messenger, incluindo bots de jogos.
  • Respostas inteligentes que ajudam páginas a responder às perguntas mais frequentes recebidas por pequenas empresas, como horário de funcionamento e detalhes de contato.

http://adnews.com.br/social-media/realidade-aumentada-e-destaque-entre-novidades-do-facebook.html

Google lança aplicativo que converte voz em emojis

 

17 de Março de 2017  

app transforma voz em emoji

O Google está trabalhando em outro aplicativo de mensagens experimental, desta vez no campo de áudio. O novo app, “Supersonic Fun Voice Messeger”, é o segundo a sair, só neste mês, da Google’s Área 120, uma incubadora interna que trabalha novas ideias.

O Supersonic transcreve tudo o que você disser e no lugar das palavras, coloca emojis onde puder. A transcrição, além de ser precisa e rápida é feita em tempo real. Isso significa que você não precisa esperar que seu amigo envie a mensagem inteira antes de começar a ver a transcrição.

http://giphy.com/embed/10UY1Pwf4RQ2xa

via GIPHY

O aplicativo fica no meio do caminho entre mensagens de áudio somente e de texto. Além de ler o trecho transcrito, a mensagem de áudio original também pode ser ouvida, criando uma combinação entre chamada e mensagens de texto. O aplicativo também possui um programa computadorizado que funciona automaticamente, estilo assistente do Google, chamado “Supersonic Help-bot”. Ele usa o aprendizado de máquinas para “melhorar” seu desempenho ao longo do tempo. Deste modo, você pode fazer as perguntas do bot e ele responderá com as suas próprias mensagens de voz e emoji.

Área 120 é uma incubadora interna para Googlers para trabalhar em novas idéias, por isso agora Supersonic não é um aplicativo oficial da marca Google

http://adnews.com.br/tecnologia/google-lanca-novo-aplicativo-que-converte-voz-em-emojis.html

Desafios e oportunidades dos BOTS no mercado brasileiro

23 de Janeiro de 2017 

bots

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, os BOTS ou Chatbots são “robôs” que utilizam a inteligência cognitiva para conversar com os usuários. O sistema ficou ainda mais popular após o Facebook anunciar o seu próprio assistente virtual no ano passado. O movimento já é refletido nas ações de agências e marcas, que se preparam para utilizar as ferramentas e melhorar sua prestação de serviço e relacionamento com os consumidores.

No ano de 2016, por exemplo, a Outra Coisa, empresa de experiências e soluções digitais do Grupo Artplan, somou forças com a agência Artplan para desenvolver uma unidade de negócios especializada em BOTs, a Heartframe BOTs. A união das expertises tem como objetivo construir uma comunicação mais agradável e pessoal, aproximando as marcas de seus clientes.

Confira abaixo um papo com Fernando Tche, cofundador da Outra Coisa, sobre o uso dos BOTS e o amadurecimento do mercado brasileiro no assunto:

As marcas já estão familiarizadas com a linguagem e os recursos de BOTs?

Estamos no início de uma longa jornada. Marcas mais inovadoras já estão usando os BOTs nos aplicativos de conversa, como o Messenger e Telegram, mas ainda há muito espaço para crescimento.

Quais são as principais possibilidades e funcionalidades dessa nova ferramenta?

O crescimento no Brasil está se dando muito no atendimento a clientes e na distribuição de conteúdo, como ação de marketing. Mas o que nos deixa mais empolgados é a possibilidade de criar um relacionamento com um cliente ao prestar um serviço relevante e, depois de criada a intimidade, oferecer o produto que atende exatamente a necessidade dele. A gente vê os BOTs como grandes impulsionadores do e-commerce nos próximos anos.

Quais são os casos mais interessantes que você já viu na prática?

Gosto do caso da Domino’s, na Inglaterra, que criou um BOT chamado DOM. No perfil do DOM basta você se cadastrar e colocar sua pizza predileta. Depois que o DOM vira seu amigo no Facebook Messenger, basta você mandar a palavra “pizza”, que ele te responde mais ou menos assim : “Oi Fernando, posso enviar aquela Calabresa para sua casa?”. Você responde “sim” e a pizza vem. Ou seja, estamos a uma palavra de uma venda, sem precisar baixar um aplicativo ou entrar em um site. É muito conveniente.

Quando há abertura do check-in do seu voo na KLM, o BOT lhe envia uma mensagem para saber se você quer que ele te envie o bilhete e pronto.

Outros dois casos que a gente gosta são dois projetos de autoria da Outra Coisa. O primeiro nós fizemos para a Coca-Cola no Natal, onde você podia criar uma garrafa customizada homenageando uma pessoa importante. Em algumas regiões você podia, inclusive, encomendar a garrafa física e entregar na casa da pessoa querida. Este BOT foi criado na página oficial da Coca-Cola Brasil. É o primeiro BOT da Coca-Cola. E também tem o BOT que criamos para o G1, no Telegram, onde jovens podem usar um robô para estudarem para o Enem. Neste caso, o BOT é uma ferramenta de mobile learning.

Os BOTs já estão sendo bastante utilizados pelo público ou muita gente ainda não conhece?

A grande maioria das pessoas ainda não conhece.

Qual é o seu potencial em termos de engajamento com o consumidor?

Existe uma realidade (que não é mais tendência) que é o design conversacional. As pessoas ficam mais engajadas quando elas conversam ou interagem com algo do que quando elas entram nos tradicionais portais. O ser humano, cada vez mais carente, quer interação, quer sentir que aquilo é feito pra ele. Os BOTs representam esta lógica e isto os deixa mais poderosos.

Como funciona essa área especializada nos BOTs dentro da Artplan (e Outra Coisa)?

A gente usa a expertise em tecnologia e user experience da Outra Coisa com a redação publicitária, que dá vida e personalidade aos BOTs, da Artplan.

Quer acrescentar alguma observação?

Pra você ter uma noção de como isto vai crescer, neste exato momento estamos fazendo o BOT do cantor Roberto Carlos no Facebook Messenger, que possui uma fã clube com uma faixa etária bem mais alta do que se imagina para algo tão novo

http://adnews.com.br/tecnologia/desafios-e-oportunidades-dos-bots-no-mercado-brasileiro.html

SBT lança bot para interagir com público no Facebook Messenger

 

19 de Outubro de 2016 10h – Atualizado às 10:00

SBT

O SBT acaba de lançar um novo canal de comunicação direto com seu público. A partir desta semana, passa a ser a primeira emissora de televisão aberta do Brasil a adotar o sistema BOT no Facebook Messenger, investindo nesta tecnologia para interagir em tempo real com seus milhões de fãs. Desta forma, quem enviar mensagem privada na página do SBT terá acesso a informações sobre a programação, além de assistir conteúdos da emissora, inclusive ao vivo.

“Na era da interação, o objetivo é disponibilizar mais uma ferramenta totalmente gratuita e acessível aos que desejam se comunicar com o SBT”, destaca Rodrigo Marti, diretor de Multiplataforma do SBT.

A iniciativa foi promovida a partir de uma parceria da área de Plataformas Digitais e Interatividade do SBT com a empresa Movile, especialista em tecnologia móvel e aplicativos.

http://adnews.com.br/midia/sbt-lanca-bot-para-interagir-com-publico-no-facebook-messenger.html

Facebook Messenger atinge 11 mil bots e anuncia novos recursos

01 de Julho de 2016 10h – Atualizado às 10:19

bots
foto: reprodução/Facebook

Em abril deste ano, durante a F8, sua conferência de desenvolvedores, o Facebook anunciou, a chegada dos bots ao Messenger. De lá para cá, empresas já começaram a se apropriar da ferramenta para mudar o modo como se comunicam com seus clientes na rede social. De acordo com um comunicado feito nesta sexta-feira (1º) pelo gerente do produto, David Marcus, o uso de robôs dentro aplicativo de mensagens do Facebook já chegou a 11 mil e outros 23 mil desenvolvedores estão cadastrados para testar o recurso.

Além da marca, a publicação do executivo divulgou algumas novidades na ferramenta de mensagens. A partir de agora, os usuários poderão classificar o desempenho dos bots com estrelas e um comentário em texto sobre sua execução para que os administradores do serviço possam ter um feedback de como estão atuando e realizar os devidos reparos. Um sistema de respostas rápidas com dez opções de mensagens também foi implantado para “tornar mais fácil a conversa automatizada com pessoas”.

A opção de respostas com GIFs, áudios, vídeos e arquivos também deve chegar para ampliar as possibilidades de interação entre os robôs e os usuários que contatam a empresa pelo Messenger.

Detalhes sobre as novidades estão disponíveis na nota publicada pelo executivo (clique aqui).

http://adnews.com.br/social-media/facebook-messenger-atinge-11-mil-bots-e-anuncia-novos-recursos.html

Chatbots e o fim dos apps

Apesar de apps novos sofrerem para disputar espaço na tela do seu dispositivo móvel, existe um tipo de app que está em franca ascenção e são usados por mais de 2 bilhões de pessoas

28 de junho de 2016 – 9h40

Mitikazu Lisboa, CEO da Hive

Você já deve ter ouvido falar que os apps vão acabar e que a inteligência artificial vai revolucionar o jeito que marcas se comunicam com consumidores. O que talvez você não tenha ouvido falar é que a primeira é consequência direta da segunda, e que assim como toda a onda de tecnologia disruptiva, você vai querer estar do lado de quem entendeu e entrou nela antes, e não quem esperou e vai gastar muito para recuperar o espaço perdido.

Não é nenhuma novidade de que o uso de apps está declinando de maneira radical, e que não é mais viável para uma marca desenvolver um app para se comunicar com a sua base (na verdade nunca foi, mas isso é assunto para outro artigo). A queda de eficiência de apps próprios como plataforma de marca tem se acentuado porque em um mundo onde 65,5% dos proprietários de smartphones não baixaram um app nos últimos 30 dias e os apps que conseguem ser baixados só retém 3,3% dos seus usuários depois de um mês, fica muito difícil um anunciante justificar a verba astronomica necessária para adquirir e manter usuários no seu app.

Mas apesar de apps novos sofrerem para disputar espaço na tela do seu dispositivo móvel, existe um tipo de app que está em franca ascenção e são usados por mais de 2 bilhões de pessoas no planeta: os apps de mensagens. E é aí que a magia dos chatbots acontecem.

Chatbots são plataformas de inteligência artifical que podem interagir por qualquer plataforma de chat (como um aplicativo de mensagens como o Facebook Messenger ou um box no seu site institucional) e ser programados para fazer diversas tarefas que seriam difíceis ou impossíveis para um ser humano, seja pela complexidade de análise de dados ou volume de interações que elas requerem. Além disso, eles trabalham com o meio nativo do ser humano no ambiente digital, que são mensagem de texto.

Muito mais sofisticados do que sistemas de chat de atendimento em websites que existem há alguns anos no mercado e normalmente não resolvem nenhum problema de um consumidor real, os chatbots estão rapidamente ganhando território no mundo em aplicações diversas.

Chatbots de venda abordam o visitante da sua página do facebook ou website, e depois de trocar algumas mensagens, sabem exatamente que produto eles desejam e entregam ofertas que o consumidor pode comprar ali mesmo na caixa de chat, usando plataformas de conversational commerce e disparando o pedido fechado e pago para a central de logísitca entregar. Para que baixar um app e passar por várias telas para pedir uma refeição se voce pode simplesmente abrir o contato do seu restaurante preferido no seu app de mensagens e pedir “Me entrega uma pizza de mussarela às 8:30. Pode cobrar no meu cartão de crédito de sempre”.

Outros chatbots especializados em atendimento ao cliente respondem imediatamente a perguntas sobre o status do seu pedido naquele site de e-commerce ou o porque de a sua internet estar tão lenta quando você precisa fazer um download pesado. Isso de uma maneira ágil, sem atrito e natural. Alguém gosta de ligar para falar com uma URA que pergunta diversas vezes seu “código de assinante” e te deixa esperando ouvindo uma musiquinha? Chatbots estão ligados direto no banco de dados da empresa. Sabem quem voce é, qual o seu problema, seu comportamento em redes sociais, o status do seu pedido/serviço e todo o seu histório com a marca no primeiro “oi” que voce fala. Sem contar que atendem 24/7 qualquer número de clientes.

Outros usos mais sofisticados incluem análise em realtime de tudo que está sendo conversado com a sua marca (é util saber o que falam, por exemplo, as pessoas que poem produtos no carrinho de compra mas não fecham o pedido), prospecção ativa de clientes (por que não chamar todo mundo que deu um like na sua página automaticamente e perguntar se eles querem alguma informação extra ou oferecer uma promoção?) e até consultorias específicas (um chatbot de uma marca de bronzeador, por exemplo, sabendo que voce gosta de praia, pode te avisar quando for fazer sol no próximo fim de semana)

Não importa a aplicação. O fato é que daqui para frente as interações de consumo vão acontecer cada vez mais dentro dos apps de mensagens por texto (ou imagens, vídeos, sons, jogos, compras e o que mais venha a ser inventado), e muito menos dentro daquele app que você baixou há uns 2 meses atrás, nunca abriu e está esquecido em algum cantinho da última tela do seu smartphone.

Chatbots e o fim dos apps