Kantar IBOPE Media aponta principais atividades dos brasileiros na internet

24 de Agosto de 2016 10h – Atualizado às 10:01

internet

Discutir a presença da internet na vida das pessoas já é algo ultrapassado. De acordo com o Target Group Index, levantamento da Kantar IBOPE Media, 83% dos usuários de internet navegaram em suas redes sociais nos últimos 30 dias.

E esse número de usuários vai muito além da navegação em redes sociais. A mesma pesquisa comprova que o brasileiro está usando a internet para muitas coisas que antes eram feitas através de outros dispositivos ou mesmo offiline, como assistir e/ou baixar vídeos (69%), ler notícias nacionais e internacionais (61%) e ouvir música (38%).

A pesquisa revela também que o acesso à internet é móvel: 68% dos respondentes navegam de seus smartphones, enquanto 60% deles entram na internet a partir de computadores – notebooks ou desktops.

Sobre o local de acesso, a maioria usa a internet em casa (93%), e 26% entram na rede no trabalho. Ainda segundo o levantamento, 44% concordam com a frase a “internet é a minha principal fonte de entretenimento” e 59% dos internautas recorrem primeiro à internet quando buscam qualquer tipo de informação. A pesquisa representa os hábitos de 47% da população brasileira entre 12 e 75 anos, o equivalente a 83 milhões de pessoas.

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7 números que mostram como o mobile está transformando as viagens

24 de Agosto de 2016 11h – Atualizado às 11:59

smartphonetrip

Atualmente, os dispositivos móveis e o Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados mesmo em movimento. A principal mudança é a forma como esses aparelhos complementam a experiência física da viagem.

Diante dessa realidade, as marcas têm esse desafio como alvo, tendo como aliado os dados móveis para proporcionar aos viajantes as informações que eles precisam, no momento em que precisam. Porém muitas empresas continuam replicando a experiência dos computadores nos dispositivos móveis.

Com isso em mente, a Adobe listou sete estatísticas que demonstram como os dispositivos móveis estão mudando a forma como os turistas de hoje planejam e compram suas viagens. Confira abaixo:

1. Em dezembro de 2015, pela primeira vez, os consumidores começaram a usar mais os dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que em computadores. Nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens.

2. Do total de pesquisas feitas via dispositivos móveis, 41% foram de um telefone celular e 11% a partir de um tablet. Os smartphones ultrapassaram os tablets pela primeira vez em abril de 2015.

3. Apesar de representar 52% da navegação, smartphones e tablets são apenas 21% das vendas de viagens.

4. A conversão no computador é duas vezes maior do que dos tablets e três vezes maior do que smartphones.

5. Apenas 44% dos entrevistados disseram que estão satisfeitos com os aplicativos móveis (48% para a web móvel).

6. A simplificação de tarefas é citada como o fator mais importante na experiência de viagem em dispositivos móveis (65%) e, entre os mais jovens, ter uma experiência mais personalizada foi a resposta escolhida (30% dos Millennials; 34% da Geração X).

7. Os entrevistados também estão abertos a novas tecnologias relacionadas a viagens, com 77% se dizendo satisfeitos com a entrada no quarto do hotel sem usar chaves. 

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Branded Content e as Narrativas de marca: ficção ou realidade?

10 de Agosto de 2016  

Love Story

A verdade nua e crua é que as boas histórias são compartilhadas porque são interessantes para a audiência, não porque pertencem a uma marca. E o maior desafio para as marcas hoje, talvez seja como conseguir capturar a atenção e o tempo da tão dispersa audiência.

A solução para as marcas não é simplesmente abandonar uma forma de comunicação que interrompe e é intrusiva, como a propaganda, e trocar por Branded Content incorporando o Storytelling. Mesmo porque, se não houver uma grande ideia por trás e talento, de nada adiantarão formas e técnicas. O que funciona, cada vez mais, é escolher o caminho das narrativas com significado, aquelas que são conectadas com a realidade, com a verdade da humanidade. Uma escolha que está diretamente relacionada com o propósito da marca, sua vocação e papel no mundo, e com o que é relevante e faz sentido para a audiência.

Relevância aliás, uma palavra que parece tão óbvia quanto é rara perante a realidade poluída por tantas mensagens desinteressantes, de tantas marcas que bombardeiam os consumidores mundo afora, diariamente, e sem pudor. Mensagens que, na maioria das vezes, são irrelevantes e excessivamente centradas no que a marca quer dizer sobre ela mesma, e não sobre o que interessa e diz respeito às pessoas. Mensagens orientadas ao produto e não às pessoas.

Aqui está o primeiro switch, a primeira virada de chave que precisa ser dada pela marca: escolher o Marketing com significado, que não é intrusivo e é completamente centrado na audiência. Onde o herói e protagonista é a audiência, não a marca, e o foco não é em impacto, nem em views e likes, mas sim em provocar e expandir conversa e relacionamento, deixando um legado.

Costumo dizer que a verdadeira revolução do marketing acontece quando as marcas se colocam (de verdade) no lugar das pessoas. Porque nenhuma marca encontra a sua verdade e a verdade das pessoas se não fizer esse “deslocamento”, transformar seu mindset e transcender seu ponto de vista.

As marcas devem abordar com honestidade, amplitude e profundidade a verdade, o que é realmente importante para as pessoas, assumindo mais o dever moral de representar a sociedade e poder transformar a cultura. Com menos promessa e muito mais propósito. Pois o que importa não é o que ou como a marca faz, mas por que faz.

Intenção é a nova autenticidade. Estamos vivendo numa espécie de Era da verdade, em uma sociedade hiperconectada e cada vez mais transparente, onde as verdades, os conflitos e as diferenças entre os indivíduos vêm à tona com muito mais intensidade, a nuance se evidencia, as diferenças humanas ganham cada vez mais voz e significado. O que antes era periférico, se torna mainstream, pois afeta e comove as pessoas como nunca antes. Assim, o que é falso e arrogante aparece, e o que é verdadeiro e honesto transparece. A audiência identifica o que é falso já a partir da intenção da marca e percebe, mais facilmente, se ela está blefando, apenas prometendo ou até sendo oportunista.

Uma narrativa de marca com amplo significado para a sociedade materializa o encontro de seu propósito com o insight humano. É quando a verdade da marca sintoniza com a verdade das pessoas, através de histórias humanas que criam valor. Como no branded film da Unilever, Dove Sketches, que foi um divisor de águas da nossa indústria, em Like a Girl, da P&G, e na recente história lançada pela marca Chipotle, A Love Story. Acontece então a potente intersecção entre a marca e a audiência, através de narrativas humanas, repletas de significado.

Marcas que generalizam, não falam com todo mundo. A generalização se torna descartável na comunicação e em qualquer forma de conteúdo e entretenimento hoje, dando lugar ao que explicita a diferença, o que é peculiar, os tipos, os gêneros. Mas precisa acontecer com muita responsabilidade e consistência por parte das marcas. Não pode ser realizado apenas para gerar polêmica e compartilhamento nas redes sociais.

Podem ser histórias humanas em forma de ficção, ficção científica, animação com um espantalho como protagonista ou documentários super realistas. Mas devem ser narrativas originais e autênticas, carregadas de valores humanos, baseadas na verdade e feitas para pessoas reais, como a história do jogador de Rugby do Reino Unido que assume que é gay, Gareth Thomas, contada pela cerveja Guiness, a tocante história de Justino, um vigia de uma fábrica de manequins, contada pela empresa lotérica espanhola, ou o doc curta-metragem “Pai, por Guga Kuerten”, da marca Itaú. Histórias humanas com significado, contadas com propósito e conectadas com o que é real.


Cena do curta espanhol “Justino – Lotería de Navidad”

Mas como uma marca que quer amplificar a sua mensagem e seus valores descobre a verdade das pessoas?

O escritor uruguaio Eduardo Galeano, uma vez disse o seguinte quando questionado sobre o que o movia quando escrevia: “Ser capaz de olhar o que não se olha e que merece ser visto, as pequenas, minúsculas coisas das pessoas desconhecidas, o micro-mundo onde se alimenta de verdade a grandeza do universo, e ao mesmo tempo, ser capaz de contemplar o universo através do buraco da fechadura, ou seja, a partir das pequenas coisas, ser capaz de olhar as grandes, os grandes mistérios da vida”.

As pessoas esquecem o que uma marca diz e faz. Mas nunca esquecerão o que uma marca fizer elas sentirem.

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Nova edição da Harper´s Bazaar foi totalmente fotografada por celular

 

19 de Julho de 2016
Nova edição da Harper´s Bazaar foi totalmente fotografada por celular

A edição de julho da Harper´s Bazaar traz algo inédito para o mercado editorial brasileiro. A revista foi totalmente fotografada por celular, da capa a todos os editoriais.

A edição que chegou às bancas na última semana foca na tecnologia mobile. A capa, por exemplo, traz um cenário sem modelo, apenas com um QR code que permite que os leitores vejam a capa com Aline Weber pela tela do celular. A top foi clicada em clima olímpico no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

A edição, que fica nas bancas até o final de agosto, conta com direção criativa de José Cabaço, profissional que atuou como diretor de agências como Wieden + Kennedy, Young & Rubicam e Leo Burnett em países como Portugal, Holanda e Estados Unidos, assim como diretor de marcas como a Nike, Hurley e Eddie Bauer

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Disney lança “WhatsApp” para crianças

 

05 de Agosto de 2016 12h –  

MIX

Embora já contemos com uma série de aplicativos de mensagem instantânea, a Disney acaba de anunciar sua própria contribuição: a Disney Mix.

O objetivo é que a plataforma se diferencie por ser uma versão mais segura e familiar dos apps. Seguindo esse conceito, o Disney Mix promete ser lúdico e interativo, com recursos de compartilhamento de memes e adesivos, além de ser possível jogar sem sair da conversa. Outra novidade é a capacidade das crianças de construírem seu próprio avatar dos desenhos animados do canal.

  

No quesito segurança, ele oferece recursos para reportar bullying e comportamentos inapropriados. Também há ferramentas para que os filhos peçam solicitação aos pais antes de enviar fotos e vídeos.

Na App Store, o Disney Mix está aprovado para crianças maiores de 4 anos, mas o foco parece ser os pré-adolescentes.

Disney Mix já está disponível na App Store e Google Play.

Mobile é a nova TV

29 de Junho de 2016 14h –
mob

Para 57% dos 800 pais e mães de crianças com idades entre 2 e 12 anos que responderam uma pesquisa da Miner & Co Estúdio, seus filhos preferem assistir ao conteúdo de vídeo em qualquer dispositivo móvel, exceto o televisor. A Internet é a principal responsável por essa mudança comportamental. Se os aparelhinhos como smartphones e tablets já são a primeira tela para uma parcela considerável da população, o segundo passo é torna-los ferramentas de disseminação usuário para usuário.

O fenômeno das transmissões de vídeo ao vivo via web iniciada com o Periscope abriu portas para o que hoje é chamada de Nova TV. Em seu encalço, diversas empresas apostam na fórmula – o SnapChat e o Facebook Live entre as mais recentes e bem sucedidas. Por meio dessas alternativas, qualquer pessoa com um celular conectado à Internet pode transmitir em tempo real suas atividades para quantos seguidores estiverem dispostos a assistir.

Essa transição pode ocorrer nos próximos meses ou anos, mas a convivência entre meios de comunicação tão similares e, ao mesmo tempo, tão distintos como o mobilee a TV já geram mudanças notáveis. Quantas pessoas hoje preferem assistir filmes e séries via streaming (como Netflix) do que pela TV aberta? Quantas famílias estão trocando a assinatura da TV a cabo com 500+ canais por um plano mais restrito, mas com um pacote de Internet robusto? Qual é o motivo de as operadoras estarem tentando mudar as regras da banda larga fixa no Brasil?

Se a adaptação é a regra básica da humanidade – aplicada aos mercados, à economia, à sociedade como um todo –, o consumo também deve se adaptar ao tipo de conteúdo gerado e ansiado pelas audiências. Se vivemos na era do faça você mesmo, nada mais justo do que as empresas de comunicação, tecnologia e criação providenciarem as ferramentas alinhadas a esse conceito.

*Rafael Multedo é CEO da Tecvidya, empresa especializada em soluções de vídeo pela web.

http://adnews.com.br/adarticles/mobile-e-nova-tv.html

A nova cara das redes sociais

 

20 de Julho de 2016 11h – Atualizado às 11:59

Pesquisa mostra que WhatsApp passa Facebook na preferência dos brasileiros

Ficar conectado nas redes sociais praticamente o dia todo. É esta a consequência de um mundo em que o smartphone virou quase uma extensão das mãos. Uma pesquisa realizada em junho pelo Instituto Qualibest mostrou isso em números: 76% dos internautas brasileiros acessam as redes sociais pelo smartphone; 62% acessam pelo desktop (computador ou notebook) e 14% pelo tablet.

O Instituto realizou 3.665 entrevistas com mulheres (53%) e homens (47%), das classes A (12%) B (45%) e C (43), no Brasil todo, com o objetivo de traçar um panorama atual do uso das redes sociais. E os resultados mostraram algumas curiosidades. Os entrevistados usam em média 6,5 diferentes redes sociais. As preferidas são Whatsapp (81%) e Facebook (74%), sendo também as mais acessadas, empatando em 92%.

O terceiro lugar das mais acessadas é o Youtube, com 82%, seguido do Messenger, 71% e Instagram com 59%. “As mulheres e a classe A puxam este número do Instagram para cima: ambas com 66% de acesso. E o acesso grande ao Messenger foi uma surpresa: 71% é um número alto”, diz Daniela Malouf, sócia-diretora do Instituto QualiBest.

Snapchat foi outra surpresa: é quase tão acessado quanto o Twitter: 33% e 37% respectivamente. O Twitter é mais acessado (50%) pela classe A e menos acessado pelos mais velhos: 31% dos 37% do total. “Uma rede que não para de crescer é o Spotify. Quem leva este número para cima são os mais jovens (27%) e a classe A representa 30%, 21% do total da amostra”, diz Daniela.

E quanto tempo passam conectados? Dos pesquisados, 43% passam o dia no Face e por isso não sabem medir o tempo de acesso. O Instagram se divide em 27% acessando 30 minutos por dia e 26% dizem passar o dia conectados. O Youtube se destaca por ser visto em duas horas e meia por dia (30%). Por outro lado 37% dos que acessam o Linkedin dizem não acessar todos os dias. Idem para Skype e Pinterest.

Redes sociais e trabalho

Mesmo durante o trabalho, os internautas ficam conectados. Observe: 26% ficam conectados mais de 3 horas no horário de trabalho enquanto 32% dizem acessar apenas 30 minutos por dia as redes para uso pessoal. Destaque para a classe C (39%) que diz acessar até 30 minutos por dia enquanto a classe A (33%) diz ficar conectada mais de 3 horas.

Apenas 6% das empresas não permitem acesso a nenhuma rede social no trabalho e 58% da classe A que trabalha depende do computador para realizar todas as tarefas diárias enquanto 46% da classe C, que trabalha, depende do computador.

Selfies e notícias

O Instituto Qualibest quis saber ainda o que as pessoas mais gostam de compartilhar nas redes. Os resultados:

O que as internautas mais compartilham/ postam nas redes sociais são: momentos especiais (58%); vídeos e imagens divertidas (53%); notícias importantes/novidades tecnológicas (52%). As mulheres (49%) postam muito mais selfies do que os homens (32%). Enquanto 63% da classe A postam momentos especiais e comemorações, apenas 54% da classe C postam este tipo de conteúdo nas redes. Mulheres postam mais este tipo de conteúdo do que os homens.

As mulheres postam muito mais mensagens de autoajuda do que os homens (48% e 37% respectivamente). E não há diferenças entre classe A e C quando o assunto é autoajuda. Ambas postam na mesma quantidade.

As pessoas acreditam que as redes sociais aproximam muito mais do que afastam: 17% acreditam que as redes afastam enquanto 83% acreditam na aproximação, em especial quando o assunto é conhecer gente nova. 41% acham que as redes trazem este benefício e a classe C eleva este número para 46%.

Clique aqui para baixar a pesquisa completa.

http://adnews.com.br/social-media/nova-cara-das-redes-sociais.html