Mais de 5 bilhões de pessoas usam celular no mundo, aponta pesquisa

Por Douglas Ciriaco - 16 jun 2017 — 10h37

Quantas pessoas você conhece que não possuem um dispositivo móvel? Seja um celular comum ou um dispositivo inteligente, parece cada vez mais difícil encontrar alguém que não conte com ao menos uma opção de comunicação portátil, e uma pesquisa divulgada na última quinta-feira (15) transformou essa impressão em números.

Segundo dados levantados em parceria pelo Hootsuite e pelo We Are Social, mais de 5 bilhões de pessoas utilizam algum tipo de dispositivo móvel no mundo atualmente, porção correspondente a 67% da população mundial. Se a frieza dos números não é o suficiente para denotar a penetração dos mobiles, talvez um comparativo ajude.

Atualmente o mundo conta com 7,5 bilhões de pessoas e “apenas” 51% desse total têm acesso à internet — 3,8 bilhões. Comparando, então, temos no mundo hoje mais usuários de telefones celulares do que de internet. Outro dado curioso revelado pela pesquisa é que, do montante de 5 bilhões de pessoas com dispositivo móveis, 4 bilhões (80%) utilizam smartphones.

Facebook reina soberano

Indo para o âmbito das redes sociais, a pesquisa revela que 2,895 bilhões de pessoas no mundo hoje são usuários ativos de redes sociais. E o Facebook concentra maior parte dessa estatística com 1,938 bilhão de usuários mensais ativos. Na China, porém, a rede de Zuckerberg não decolou, e a principal plataforma utilizada lá é o WeChat, com mais de 870 milhões de utilizadores

https://www.tecmundo.com.br/celular/117849-5-bilhoes-pessoas-usam-celular-mundo-pesquisa.htm

GOL lança app com check-in por reconhecimento facial

14 de Junho de 2017  

gol reconhecimento facial

A Gol lançou uma ferramenta inovadora no mundo: o Selfie Check-In, recurso que usa o reconhecimento facial para a realização do check-in já está disponível para todos os clientes da companhia, por meio do aplicativo da ​empresa no celular. A empresa é a primeira aérea no mundo a oferecer essa possibilidade aos passageiros, tanto em voos domésticos quanto internacionais.

Para usar a facilidade, basta baixar e abrir o aplicativo GOL no smartphone ou tablet e fazer um cadastro da biometria facial, sem necessidade de inclusão de qualquer outro dado adicional, nem mesmo o localizador da viagem. Nos próximos voos, o check-in poderá ser feito no aplicativo apenas com o reconhecimento facial do cliente.

O Selfie Check-In foi implementado pela área de tecnologia da GOL em parceria com a FullFace Biometric Solutions, empresa que disponibilizou a tecnologia para reconhecimento facial. A FullFace é uma empresa especializada em identificação de pessoas, que desenvolveu uma tecnologia de fácil integração com hardware e software, facilitando processos de autenticação biométrico facial web e mobile. Com tecnologia inovadora e algoritmo próprio, a ferramenta garante 99% de precisão no reconhecimento biométrico individual a partir de 1024 pontos da face em menos de um segundo.

Além desta nova funcionalidade no aplicativo, a companhia ainda oferece aos seus clientes a possibilidade da realização do check-in por meio de outros canais, como os totens de atendimento, balcões e Twitter.

http://adnews.com.br/tecnologia/gol-lanca-app-com-check-por-reconhecimento-facial.html

Infográfico aponta 10 tendências ditadas pelo iPhone

14 de Junho de 2017 

iphone

O próximo dia 29 de junho marca o 10º aniversário do primeiro smartphone multi-touch do mundo, o iPhone. Por isso, a Shutterstock preparou um infográfico celebrando esse marco histórico a fim de mostrar como o iPhone revolucionou o design, a fotografia e as comunicações visuais na última década. A empresa sente “na pele” esse impacto com estimados 1,5 milhão de uploads via iPhone na plataforma em 2017. Confira no anexo as 10 tendências moldadas pelo icônico produto:

Relatório da Adobe mostra que anunciantes ainda derrapam em publicidade digital

06 de Junho de 2017  

digital

Em seu Relatório sobre Vídeos Digitais de 2017, a Adobe observa um crescimento de 53% – entre outubro de 2015 e dezembro de 2016 – nas impressões de anúncios em vídeo em plataformas mobile, revelando uma grande oportunidade para os anunciantes com este tipo de publicidade. O estudo, conduzido pela equipe da Adobe Digital Insights (ADI) na América do Norte, entretanto, aponta uma grande barreira para a adesão a essa estratégia: o custo.

De acordo com a ADI, de 2014 a 2016, os custos com anúncios em vídeo digitais cresceram 13% e o movimento de alta fica atrás apenas do observado para anunciar no Super Bowl (21%). Isso reflete na baixa atividade dos anunciantes no que diz respeito à utilização de vídeos digitais para publicidade: dentro de um período de 15 meses, a média de impressões observadas ocupa cerca de 3,7 meses, o que representa apenas cerca de 25% do tempo.

Quando analisado o custo por mil impressões (CPM) nas TVs com dispositivos conectados – as TVCDs, que incluem SmarTV, consoles gamers e set-top-boxes, como a Apple TV –, o valor é o dobro do que o CPM de anúncios em dispositivos móveis. Além disso, os custos de publicidade em vídeo são maiores do que os de mobile search CPC (custo por clique) e mobile display. Esse retrato, segundo o relatório da ADI, faz a publicidade digital em vídeos superar a inflação em 6,5 vezes na América do Norte.

Desktop vs. Mobile

No Relatório sobre Vídeos Digitais 2017, a ADI analisou também a experiência dos anúncios em vídeos em dispositivos desktops e móveis. As visualizações das publicidades em desktop caíram 27% na comparação de 2015 com 2016, enquanto as impressões no mobile aumentaram 53% durante o mesmo período. Ademais, 60% desses anúncios em dispositivos móveis são assistidos até o fim, número que cai para menos da metade (47%) nos desktops, mostrando um gap de 13% entre esses canais.

“A representatividade mobile aumenta sobre o desktop, assim como os usuários de dispositivos móveis também crescem. Como o público migrou de dispositivo, a tendência é que o canal de comunicação do marketing migre junto com a audiência”, destaca Federico Grosso, vice-presidente da Adobe para América Latina

Tamanho realmente importa?

Enquanto se discute a o investimento de publicidade digital em vídeos em plataformas mobile e desktop, uma outra oportunidade se apresenta aos anunciantes: o consumo de vídeos em telas grandes. Dentro do fenômeno da TV Everywhere (TVE), a audiência está migrando dos dispositivos móveis para telas maiores, como as TVCDs, mostra o estudo da Adobe. Segundo os dados agregados e anônimos do Adobe Primetime, a audiência do TVE móvel diminuiu em share de 54% para 46% nos últimos dois anos. Enquanto isso, os dispositivo conectados em TV agora totalizam 32% da audiência, mais de 20% em comparação a dois anos atrás.

“Os profissionais de marketing precisam ficar de olho no espaço que se revela nas TVs conectadas. Ainda em crescimento, pode se apresentar dentro em breve como um importante mecanismo de publicidade para as marcas e este é o melhor momento para testá-lo”, opina o VP.

A análise da Adobe Digital Insights é baseada em mais de 4 bilhões de autenticações de TV Everywhere e a partir de mais de 300 websites e aplicativos que sirvam como ponto de acesso na América do Norte. Os dados – anônimos – foram compilados a partir de diferentes soluções da Adobe Experience Cloud entre janeiro de 2015 e janeiro de 2017. O Relatório sobre Vídeos Digitais 2017 completo da ADI pode ser acessado aqui.

http://adnews.com.br/internet/relatorio-da-adobe-mostra-que-anunciantes-ainda-derrapam-em-publicidade-digital.html

Google fala sobre o futuro do marketing em evento

 

01 de Junho de 2017

google

O Google realizou quarta-feira (31), em São Paulo, a edição 2017 do Think with Google, evento que apresentou as contribuições da inteligência artificial e do machine learning) para o futuro do marketing e da publicidade.

O evento foi realizado no Teatro Santander e contou com a participação de quase de 600 executivos de empresas e agências.

Um dos temas abordados foi a chegada da “Era da Assistência”, na qual os consumidores esperam que as empresas, mais do que estarem presentes, antecipem suas necessidades. Para contextualizar o que isso significa, o Google apresentou uma pesquisa inédita feita com mais de 1.000 pessoas das classes ABC, em todo o país.

“O mundo está passando de mobile-first para AI-First. A Inteligência Artificial está transformando o cenário, permitindo, por exemplo, que os consumidores cada vez mais possam receber respostas e assistência antes mesmo de perguntar”, disse Fabio Coelho, presidente do Google Brasil

Eis, algumas das principais descobertas da pesquisa

Quando os 125 milhões de usuários de smartphone no Brasil vão procurar informações online, só 20% já estão decididos sobre a marca ou produto. É uma oportunidade sem tamanho. As pessoas contam com o mobile para ajudar na tomada de decisão. Aquelas marcas que já estão presentes nesses momentos saem ganhando.

79% dos usuários de smartphones esperam encontrar informações imediatamente.

Dos usuários de smartphones:

95% pesquisam online para escolher os produtos antes de comprar em uma loja física.

“70% das pessoas que compram algo na loja usam celular para comparar preços, e que o digital influencia quase 60% da decisão de compra. Por isso, você precisa conquistar o consumidor nesses momentos, antes da loja, antes da concessionária, antes da agência bancária”, contou o presidente.

96% pesquisam online para decidir em qual loja eles vão comprar.

Quando o site de uma marca não atende suas expectativas, por exemplo, o site é muito devagar ou não conseguem achar a informação que estavam procurando, 43% das pessoas vão imediatamente procurar o que precisam no site de outra marca, ou seja, no seu concorrente.

“Grandes marcas estão reinventando sua abordagem de marketing e combinando dados e machine learning para antecipar as necessidades dos consumidores, não só para aumentar conversões, mas também para fortalecer relacionamentos, e impulsionar o crescimento do negócio”, finalizou Coelho

http://adnews.com.br/negocios/google-fala-sobre-o-futuro-do-marketing-em-evento.html

Aplicativo tem botão para ajudar mulheres em situação de risco

 

29 de Maio de 2017

elas

A prefeitura de João Pessoa, Paraíba, através da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres de João Pessoa (SEPPM), lançou um aplicativo, que é mais uma ferramenta a auxiliar, de forma preventiva, mulheres em situação de risco. “Elas” é gratuito e está disponível, no primeiro momento, para sistema Android, depois de instalado, não tem necessidade de acesso à internet, isso porque o sistema tem um botão que envia SMS aos números cadastrados pela usuária caso esteja em alguma situação de perigo. As pessoas que recebem as mensagens também serão informadas da localização de quem enviou a mensagem. Podem ser salvos até cinco números.

Conforme o prefeito Luciano Cartaxo ponderou: ”Combater a violência contra as mulheres é muito importante. Criamos um mecanismo simples e de fácil acesso e estamos ofertamos às mulheres a condição de terem um instrumento para fazer um alerta de qualquer problema que coloque em risco suas vidas. E o que é mais importante, ele está aberto nacionalmente, ou seja, qualquer mulher de qualquer parte do País que queira, poderá utilizá-lo. Ele é um instrumento muito importante para que as mulheres saiam desta situação de vítimas de violência, que criem coragem para denunciar e contar com o apoio das pessoas de sua confiança para isso”.

“É uma forma de mulheres que estejam em risco pedirem ajuda a parentes e amigos. O mais importante é que as pessoas que ela cadastrar na ferramenta sejam de confiança e tenham conhecimento da situação pela qual ela passa. Assim fica mais rápido prestar socorro e evitar que o pior ocorra”, afirma Adriana Urquiza, secretária de políticas públicas para mulheres da capital paraibana.

Como usar o aplicativo

No primeiro acesso ao aplicativo, as usuárias encontram uma tela de cadastro onde é necessário digitar seu nome, data de nascimento, informar o sexo e aceitar os termos de uso.

Em seguida, o sistema pede para que sejam cadastrados até três nomes e telefones de amigos de confiança, para quem as mensagens serão enviadas, mas com o cadastro de pelo menos uma pessoa, já é possível utilizar o botão de envio de pedido de ajuda no sistema.

Em um menu ao lado direito da tela, o aplicativo também contém um item que mostra os contatos do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, serviço que disponibiliza atendimento especializado às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. No item, é possível telefonar gratuitamente para o centro ou enviar um email.

Outra opção disponível no menu lateral do aplicativo é a lista de telefones úteis, como o da SEPPM, do Centro de Referência, do Instituto Cândida Vargas, do Centro de Cidadania LGBT e de números de urgência das polícias Militar e Civil, além de outros números. Também é possível telefonar para cada um destes locais apenas tocando no ícone de telefone ao lado de cada número.

http://adnews.com.br/midia/aplicativo-tem-botao-para-ajudar-mulheres-em-situacao.html

O que os chatbots oferecem para as marcas?

03 de Maio de 2017

As interfaces conversacionais são assunto constante nas rodas de discussão e conferências de tecnologia e design em San Francisco, nos EUA. Designers, desenvolvedores e investidores estão em uma verdadeira “corrida pelo ouro” para criar empresas, marcas e experiências de sucesso nessa nova área.

Em linhas gerais, uma interface conversacional é aquela que permite que um humano e uma máquina interajam como em um diálogo. Há quem argumente que toda interface é, na verdade, um diálogo, mas, nesse caso, a interface tem aparência de conversa, um visual como o dos aplicativos de bate-papo que você usa para trocar mensagens com seus amigos. A grande vantagem desse tipo de interface é a naturalidade da interação: quando bem desenhada, parece que você está realmente batendo um papo com a máquina. Em alguns casos, a conversa até acontece por meio da voz (eu ouvi “Ok, Google”?).

A pergunta de um milhão é: por que uma marca deve investir nesse tipo de interação? Bem, de cara, eu vejo três grandes oportunidades:

Para estar onde os consumidores estão

Os consumidores usam os aplicativos de bate-papo centenas de vezes ao dia. E como acontece desde que a publicidade foi inventada, as marcas sempre querem estar onde os consumidores estão. Várias delas já começaram a criar experiências que acontecem dentro desses aplicativos de chat para vender produtos e oferecer serviços, informação, entretenimento ou utilidade para os usuários.

Hoje já é possível pedir um Uber por aplicativos como o Google Assistant ou até reservar passagens via chat. Esse tipo de interação é bastante rentável para as empresas e, por isso, elas decidiram investir ainda mais dinheiro, tempo e tecnologia nela.

Para escalar as conversas com os consumidores

É claro que manter humanos do outro do lado do chat a cada novo pedido de transporte ou venda de ingressos de cinema criaria um custo proibitivo para marcas – um custo quase tão alto quanto o de manter uma central de atendimento 24 horas. Mas a beleza das interfaces conversacionais é que elas não dependem necessariamente de humanos para ajudar o público. Os chatbots são robôs configurados para entender e responder as perguntas e necessidades mais frequentes dos usuários que resolvem entrar em contato com a marca.

O Assistant, do Google – bem como Siri, Alexa e Cortana – são bons exemplos de chatbots que automatizam tarefas para os usuários. Podemos usar esses robôs inteligentes para controlar a TV, enviar mensagens de texto sem precisar digitar, agendar um evento no calendário, conferir a previsão do tempo … E a lista de funcionalidades não para de crescer.

Você não precisa mais de vários apps para realizar tarefas diferentes. Está tudo reunido em um único lugar onde todos os serviços têm “a mesma cara”.

A tendência é que as interfaces tradicionais utilizadas pelas marcas (como websites e aplicativos) sejam, aos poucos, substituídas por versões mais inteligente e menos visuais dessas experiências e que proporcionem aos consumidores o mesmo o nível de serviço. Ou até um serviço melhor.

Para construir uma identidade de marca que vai além do visual

Para as marcas, essa mudança na forma de interagir com os consumidores é mais significativa do que outras que aconteceram no passado (quando, por exemplo, elas começaram a se relacionar com consumidores por meio das de redes sociais, em meados de 2008 e 2009).

Está ficando cada vez mais raro os usuários entrarem em hotsites ou baixarem aplicativos de marcas – segundo a pesquisa da Forrester Research, 84% das pessoas utiliza apenas 5 aplicativos por mês. A tendência é que as interações entre consumidores e empresas aconteçam cada vez menos por meio de interfaces gráficas complexas desenvolvidas pelas próprias marcas e passem a ocorrer em ambientes digitais que não foram construídos por elas, com elementos visuais que também não foram produzidos por elas. Em alguns casos, a interação acontece totalmente por voz, sem o menor suporte do sentido da visão.

Isso significa que, na era das interfaces conversacionais, os designers precisam ir muito além dos elementos visuais na hora de pensar em “branding”. Os manuais das grandes marcas normalmente se apoiam em elementos como cores, tipografia, motion design, fotografia e outros aparatos gráficos que ajudam a dar unidade à imagem de uma marca. Acontece que, a partir do momento em que o consumidor interage com a marca via chat, esses elementos visuais estão todos fora da jogada; é somente por meio de palavras, tom de voz, personalidade e design verbal que se pode construir uma identidade consistente na relação com seus consumidores.

Artigo de Fabricio Teixeira, Creative Director UX na R/GA, originalmente publicado no thinkwithgoogle.com

http://adnews.com.br/adcontent/especial-google/o-que-os-chatbots-oferecem-para-marcas.html